25/10/2014

Conheci uma amiga virtual. E ela não era uma pedófila.

Esse post - de acordo com meus planos originais - deveria ter saído na segunda. O grande problema foi que eu não tive tempo, ou forças, durante esta semana. A escola tem me exaurido, e mesmo na quarta, quando eu não tive aula, eu tinha outras coisas da escola para fazer. E ainda, sempre que eu arranjava tempo para escrever, eu me pegava exausta e sem a mínima força de vontade para escrever nada. Maaaasssssss hoje é sábado (nos lugares com horário de verão já é domingo, mas aqui na Bahia não tem), e eu não quis fazer nada de escola por enquanto, então posso atualizar o blog que eu já deveria ter atualizado há décadas (acabei de perceber que faz 19 dias que eu não posto nada, e isso me deixou triste) (E eu também fui dormir com esse post meio escrito, juraaando que terminaria ele de manhã e postaria a tarde.. aí eu acordei 13h28. Nem fazia ideia de que tava tão cansada.).
Beeeeeem, tudo começou há algumas semanas quando eu tava de papo com a Amanda - amiga virtual que eu conheci há mais de um ano e que pirei quando descobri que morava na cidade em que eu cresci e que todas as reviravoltas da minha vida nos últimos seis meses me trouxeram de volta para apenas 150km de distância - e comentei que faltava pouco tempo para o aniversário de 15 anos dela. Ela, então, me contou que haveria uma festa de comemoração a isso, alguns dias depois, e pediu para que eu fosse. Como eu vinha enrolando ela há meses em relação a ir até Jequié (cidade de 136 mil habitantes, do interior da Bahia aka cidade em que eu cresci) e sempre estou louca por um motivo de sair de casa, eu concordei e comecei a planejara viagem.
Eu tenho várias amigas virtuais que moram na Bahia, na verdade, e todas elas eu conheci depois que saí da Bahia, ironicamente. Tem gente em Salvador, gente no extremo norte, gente no extremo sul, todas pessoas que eu adoro e que quero na minha vida por muito tempo, mas que talvez me matem porque eu voltei pra Bahia há seis meses, estou quase indo embora de novo (diga "amém" se você quer que eu passe no vestibular, se não vai se...) e ainda não fui vê-las. Não foi por falta de vontade; o que falta mesmo é tempo, dinheiro e carona. Felizmente, em relação a festa da Amanda isso foi resolvido: eu me organizei por semanas para conseguir tempo, consegui a carona do meu pai e ele ainda me deu dinheiro para comprar o presente dela (mais sobre isso depois). Entããão, no dia 17 de outubro, às 17h20 eu estava saindo da cidade em que eu nasci em direção à cidade onde eu cresci.
Eu confio muito nas minhas amigas virtuais (eu to usando muito o feminino porque eu realmente não tenho nenhum amigO virtual) e sei que muita gente que vai ler esse post também confiam cegamente nos seus, mas vocês precisam lembrar que nenhuma precaução é demais. É normal que a gente ouça de casos de meninas que saíram para conhecer amigos ou namorados virtuais e desapareceram. Além disso, eu já vi episódios de Catfish o suficiente para saber o quão horrível é quanto alguém com quem você se sente ligado te machuca - aliás, eu to superatrasada na série (saudades ter MTV em casa), vou ver se consigo tempo pra ver uns episódios amanhã. É importante lembrar sempre que as pessoas mostram só o que querem na internet. Estou dizendo isso para afirmar que eu NUNCA iria me encontrar com uma amiga virtual em um lugar que não fosse público, e nem iria sozinha ao encontro. Mas, como eu já disse, eu confio muito em minhas amigas, logo, elas saberiam das minhas condições e poderiam impor suas próprias condições porque confiança é isso, ser plenamente honesta com alguém. Logo, se alguém na internet quiser marcar um encontro sozinho com você, em um lugar que não seja publico e caso você diga que não, a pessoa diga algo como "achei que você confiasse em mim", não vá. Amigos de verdade entenderiam.
Foi basicamente assim com a Amanda. Ela me convidou para ir à festa dela (lugar publico), sabia que minha irmã iria (com companhia) e que meu pai me deixaria lá e me buscaria. Então, depois de comprar o presente dela - minha vontade era comprar o livro Teardrop da Lauren Kate (Já contei que foi ela que me fez ler Fallen? Pois é) que eu tinha acabado de ler e achava que ela ia amar e eu tinha levado dinheiro para isso, mas chegando lá, meu pai perguntou o que eu iria comprar e resolveu pagar por mim. No entanto, eu não achei o livro em lugar nenhum, então eu tive que comprar um cartão presente da Nobel pra ela, por medo de comprar um livro que ela já tinha (aprendam comigo como presentear alguém que gosta de ler) - escrever uma cartinha para ela - que ficou meio lixosa, mesmo ela dizendo que amou - e me arrumar para a festa, com um vestido que eu ganhara no dia anterior - pois é, até a véspera da festa eu não tinha roupa para usar, eu tinha planejado usar um vestido que eu já tinha usado em duas outras festas este ano - eu finalmente fui para o evento do ano com a corda toda.
Fomos as primeiras a chegar. Meu pai tinha uma peça para ir que começava no mesmo horário que a festa então teve que deixar a gente na festa uma meia hora antes das 20h o que significa que eu cheguei pelo menos duas horas antes da aniversariante. Sério, quando a gente chegou ainda estavam terminando de arrumar a festa, que ainda demorou um pouco pra começar, o que me deu tempo o suficiente para ficar cheia de paranoias do tipo "e se eu tiver na festa errada?" (o que não fazia sentido já que eu já havia visto a mãe da Amanda que por sinal é a cara dela) e "quando ela chegar o que eu faço?" e até "meu Deus, ela vai me achar insuportável ao vivo, vou decepcionar a garota, acho que vou me esconder em um buraco".
Eu e ela <3 Essa foi a única foto que ficou boa porque
iluminação noturna e celular nunca dá certo

Bem, de qualquer forma, nos sentamos e ficamos esperando que a aniversariante chegasse o que aconteceu umas 21h. Fizeram ela ficar do lado de fora por um tempo, mas a movimentação me fez perceber que ela tinha chegado e como eu queria muito vê-la antes que ela entrasse e ficasse muito ocupada, eu saí e esperei que ela tirasse fotos. Então eu basicamente fiquei parada lá olhando os convidados conversarem e ela tirar as fotos. Teve uma hora que ela apertou os olhos pra ver quem era, mas não conseguiu, aí as fotos terminaram e eu me aproximei, e ela percebeu que era eu aí pediu licença saiu correndo e me abraçou - sabe aqueles abraços que você abraça forte e a outra pessoa abraça forte e você não sabe quem tá abraçando mais forte, só que você não quer soltar nunca mais? Então, o abraço foi perfeito assim. Depois ela foi falar com a minha irmã que ficou superfeliz pela Amanda saber o nome dela, e saiu dizendo pras pessoas "Sabia que elas não são daqui? Elas vieram de longe pra minha festa". Depois ela falou que achava que eu fosse mais alta (todo mundo acha, não tenho certeza de se isso é bom), mas ela tava de salto então talvez eu fosse mais alta de outro ponto de vista, depois conversamos sobre eu não lembro o quê e então ela foi atender os outros convidados. Eu fiquei encantada porque ela é ainda mais linda e mais fofa ao vivo.
Foi uma festa incrível e tocou muita música boa. Me lembrou a minha festa de 15 anos, na verdade. Uma hora a Mandy - eu sempre chamo ela assim - chamou a mim e à minha irmã (que estávamos sozinhas em uma mesa) para nos sentarmos na mesa onde estavam os amigos dela e isso foi tão fofinho. Basicamente passei a maior parte da noite perturbando ela em cada momento que ela se livrava de outro dos convidados. Eu podia até dizer o quanto a festa foi boa, mas pra provar é só dizer uma coisa: eu cheguei em casa à 1 da manhã. Euzinha, que nunca saio de casa. Pois é, partying hard, amigos.

G.

P.S.: Quando eu for em São Paulo (ano que vem, se Deus quiser) eu vou organizar um Grande Encontro de Amigas da Giulia porque eu tenho tanta gente pra conhecer que vou ter que passar mais de um mês lá (ou talvez eu acabe indo morar lá).
P.P.S.: A parte do Grande Encontro é brincadeira. Eu não me acho tanto assim.

06/10/2014

Os motivos pelos quais ninguém deveria fazer uma supermaratona de filmes e séries.

Primeiro, hoje é aniversário da linda da Lívya, uma das minhas leitoras preferidas e mais incríveis e de quem eu quase sempre escrevo o nome errado porque eu tenho mania de chamar de Ly e quando vou dizer o nome todo, acabo escrevendo Lyvia. Ela é muito especial e uma parte essencial desse blog, por ser uma leitora. Então parabéns pra Ly LET'S PARTYYY.
Agora no tema do post: eu sempre quis tirar um fim de semana para fazer uma supermaratona: 2 dias inteiros fazendo nada além de ver filmes e séries, largada no sofá. Claro que eu nunca consegui porque eu nunca tenho tempo para fazer nada e quando tenho, fico enrolando e realmente não faço nada. Acontece que a última semana foi uma loucura na escola, e a atual só vai piorar as coisas então eu pensei: porque não tirar uns dois dias de liberdade e realizar um desejo antigo?
Eu só consegui ver uma minissérie e dois filmes, até porque eu levei 22 horas para ver um deles (mais sobre isso depois), mas eu acho superimportante dividir com vocês os meus sentimentos sobre a minha supermaratona. Então aqui vai meus sentimentos sobre o que eu vi...

Death Comes to Pemberley
Essa minissérie da BBC, assim como The White Queen, chegou a meu conhecimento antes do livro no qual ela foi baseada e eu conheci ambas graças a uma talentosíssima atriz britânica chamada Eleanor Tomlinson (sim, directioners, existe uma atriz que se chama Eleanor e tem o sobrenome do Louis, vocês podem surtar). Explicar como eu conheci a Ellie levaria horas, mas pra resumir ela fez uma adaptação cinematográfica do meu livro preferido que eu to louca pra ver, mas ainda não consegui já que por ser um filme independente, é impossível conseguir assistir o filme fora de festivais de cinema. De qualquer forma, a Eleanor estava nessas duas minisséries da BBC e foi por causa dela, em primeiro lugar, que eu resolvi ver as duas.
Death Comes to Pemberley é uma adaptação do livro trazido para o Brasil sob o título de Morte em Pemberley da autora P. D. James. O livro é uma homenagem ao livro georgiano que 8 em cada 10 adolescentes e 10 em cada 8 jovens amam, Orgulho e Preconceito. A série - porque eu ainda não li o livro e não posso confirmar - mostra a casa de Lizzie Bennet, ok, Elizabeth Darcy e Mr. Darcy alguns anos depois do fim do livro, quando o casamento dos dois já se estabilizou e eles tem um filho (MEUS FEELS). Um baile acontecerá em Pemberley no dia seguinte ao dia em que a série começa, então a casa está um caos, mas um caos divertido do tipo "porque eu não nasci nessa época?" e "porque baile no Brasil só baile funk?". Corta pra depois que alguns convidados, entre eles a doida da Sra. Bennet, chegaram a Pemberley e estão irritando uns aos outros enquanto o sol se põe, quando de repente chega a irmã Bennet menos querida, Lydia, que nem convidada tinha sido berrando que seu marido havia morrido.
Se o livro for 10% melhor do que a série, existem 89% de chances (com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos) do livro ser um dos melhores livros já escritos. Imagina que pegaram a mente da Jane Austen e da Agatha Christie e colocaram em uma cabeça só e esse cérebro brilhante criou um livro incrível. Death Comes to Pemberley é a adaptação desse livro incrível. Os atores escolhidos foram feitos pra o papel; a personalidade dos personagens - que é minha maior preocupação quando se trata de uma continuação que não foi escrita pelo autor original - não foi perdida, continuam os mesmos que a gente conhece tão bem e adora. O roteiro é impecável e o castelo que foi usado como Pemberley foi o mesmo que foi usado na minissérie Pride and Prejudice de 1995, gravada também pela BBC. A minissérie tem só 3 episódios de 60 minutos cada, mas você vê que nem sente.

Vampire Academy 
Eu me odeio pelo tempo que eu perdi não vendo esse filme. Pelos últimos dois dias, esse filme tomou conta da minha cabeça por completo. Ele é MUITO MUITO MUUUUUITO obcecante. Eu não consigo comer, eu não consigo dormir, eu - e isso é muito importante, meu querido professor de matemática - não consigo estudar! Eu to apaixonada por um filme! É horrível!
Eu me esforcei muito para não ver Vampire Academy outra vez, mas eu não resisti e vi de novo essa tarde. Eu não faço isso desde As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian - e foi aí que eu desenvolvi meu crush obsessivo pelo William Moseley. Sempre que eu me encanto por um filme, eu digo que vou ver o filme outra vez, mas fico com preguiça demais e acabo deixando pra lá. Dessa vez, eu assisti o filme ATÉ O FIM DOS CRÉDITOS duas vezes em menos de 48 horas.
Eu só estou dizendo isso porque atos falam mais do que palavras. Vampire Academy foi massacrado pela crítica, a ponto de nem ter sido lançado do Brasil, até porque no Brasil só chega filme de altíssima qualidade, mas como eu sempre gosto de coisas que ninguém mais gosta e sou uma ferrenha defensora das obras de arte desprezadas pela crítica, o filme se juntou a outros onze filmes na minha lista de preferidos.
Ok, então o filme conta a história de duas melhores amigas - começou bem - sendo que uma delas é vampira, ou melhor moroi - que pra resumir são seres que se alimentam de sangue E tem superpoderes legais (e não só os poderes normais tipo força, velocidade e blá, blá, blá, mas tipo mexer com os elementos), mas não são imortais o que me faz pensar qual o sentido de ser vampiro nessas condições. E os moroi, na verdade, se reproduzem como seres humanos normais - e a outra, dampira que é basicamente um ser meio vampiro que serve pra guardar os moroi que são tipo muito importantes, provavelmente porque o controle deles sobre os elementos mantem a terra equilibrada ou algo do tipo... Ou isso é outro filme? De qualquer jeito, nossa moroi Vasilissa Dragomir faz parte de uma das doze famílias reais que se alternam no trono vampiresco - o que faz do filme ir de "bom" pra MARAVILHOSO -, mas ela e sua guardiã dampira "barra" melhor amiga Rose Hathaway estão fugindo da sociedade moroi maravilhosa já que se sentiram perturbadas após um acidente que matou a família inteira de Lissa, menos ela... e a Rose. Claro que tipo, o mundo fora da Academia de Vampiros é beeem perigoso, principalmente por causa dos strigoi, mortos vivos, imortais, que sugam sangue de moroi e são particularmente meu tipo preferido de vampiro - o que leva o filme de maravilhoso para PERFEITO - (Caso vocês estejam relacionando, um ano e meio atrás eu falei sobre um conto da Richelle Mead - autora dos livros de Vampire Academy - que vem em Beijos Infernais, Luz do Sol e nele esses dois tipos maravilhosos de vampiros do folclore romenos estavam inclusos), por essas e outras que a Rose aquela diva, precisa defender a Lissa. Basicamente, o filme vai desse inicio até um desenrolar maravilhoso que envolve um prédio de arquitetura gótica, adolescentes chatas, um mistério do tipo todo-mundo-já-tinha-sacado-menos-a-Giulia-que-tava-tendo-ataque-de-pelanca-por-causa-de-detalhes-bobos-do-filme-tipo-o-fato-da-arquitetura-da-academia-ser-gótica e muitas piadas idiotas que eu levei em média 30 segundos pra entender. E também tem a Sarah Hyland que parece estar fazendo uma personagem completamente diferente da anterior a cada trabalho.
Mas já que citamos atrizes, lembram que eu disse uns quatro meses atrás que é perfeitamente normal para o crescimento de um adolescente ficar obcecado em alguma coisa por uns três meses? Então, já que minha obsessão por Faking It venceu (evoluiu e virou amor verdadeiro) é possível que eu esteja obcecada pela Zoey Deutch, atriz que faz a Rose em VA e nasceu em Los Angeles, em 10 de novembro de 1994, atuou em Zack e Cody: Gêmeos a Bordo, Switched at Birth, Ringer e Dezesseis Luas. Ela também namora o Avan Jorgia (é, aquele de Brilhante Victoria), é filha da Leah Thompson (de Switched at Birth) e tem um dos sobrenomes mais gostosos de se pronunciar do universo inteiro. Mas eu só ACHO que estou obcecada por ela... Eu tenho certeza, porém, de que ela foi o fator que me influenciou diretamente na escolha do filme que eu veria a seguir...

Beautiful Creatures
Coloque Crepúsculo (o filme) e Desventuras em Série (também o filme) em um liquidificador, bata tudo e tã-dã: Dezesseis Luas (o filme, claro). Ok, eu provavelmente vou ser odiada pelo fandom de Beautiful Creatures inteiro por essa comparação, então deixa eu melhorar: Pegue as melhores coisas sobre Crepúsculo (tipo o romance, a atmosfera meio misteriosa do "o que você é?" e a cidade perdida no meio de lugar nenhum) e as melhores coisas sobre Desventuras em Série (como, por exemplo, a família louca e aquele humor meio mágico), bata no liquidificador e aí sim você terá Dezesseis Luas. Mas, pelo que eu ouvi do livro, a leitura dele é bem diferente da adaptação, mas eu só saberei com certeza depois de ler.
Então Dezesseis Luas ou Beautiful Creatures começa focado em Ethan Wate um cara que como eu, odeia a cidade onde nasceu e vive (só que ao contrário dele, eu já saí dessa cidade por um tempo, graças a Deus) e mal vê a hora de sair dali. Ethan tem tido - há meses - sonhos intensos com uma garota que ele não conhece e não tem certeza se existe (já aconteceu comigo também - essa é a parte em que vocês dizem "comigo também!" e me fazem me sentir menos esquisita). Bem, se você tem um detector de destinos de livros de fantasia como eu, você provavelmente já sabe: a garota com quem Ethan sonha um belo dia aparece em Gatlin (cidade em que ele vive, btw) como uma garota misteriosa, solitária e linda que atrai a atenção de Ethan automaticamente e aos poucos uma linda relação - naturalmente condenada por forças fora do controle dos dois - vai nascendo.
Eu quero ressaltar um ponto aqui: eu levei 22 VINTE E DUAS V-I-N-T-E-E-D-U-A-S horas pra consegui assistir esse filme. Eu comecei no sábado às 21h45, logo depois de ver Vampire Academy e descobrir que a Zoey Deutch estava no filme (ela faz a Emily Asher, a ex-perigu.. quer dizer, ex-namorada do Ethan) que eu queria ver desde que vi o trailer no ano passado no cinema, antes de assistir Os Vingadores. O filme não estava disponível no Netflix. Ok, vamos procurar outras formas: Levou 40 minutos fuçando na internet pra eu sacar que o filme não estava disponível legendado e outros 20 minutos vendo o filme pra eu perceber que não existia a mínima possibilidade de eu aguentar assistir o filme dublado. Eu comecei a fuçar os sites gringos para ver o filme original, mas deu tanto trabalho que quando eu consegui o link eu já estava exausta e fui dormir. Manhã - ok, tarde - de domingo, eu voltei ao link e comecei a assistir sem carregar. Vi 30 minutos travando pacas e deixei o filme carregar um pouco enquanto ia almoçar. Quando eu voltei o filme tinha começado de novo!!!!! Quando eu achei onde tinha parado e voltei a assistir ele começou a travar a cada 10 segundos e a cada 10 minutos ele voltava do início. Resultado: fiquei das 13h às 19h45 tentando assistir o filme.
Mas o fato é: tanto sacrifício valeu muito a pena! Já valeria se o filme não fosse perfeito em diversos aspectos pelo simples fato de que O JEREMY IRONS DE THE BORGIAS estava nele. Valeria a pena passar 22h vendo esse filme só por ele ter um ator desse nível e mais minha recente nova obsessão a Zoey Deutch, claro. Mas pondo de lado os meus surtos sobre o elenco, o filme é bom simplesmente porque ele é bom. Quem não gosta de uma boa bruxa - ok, eu sei que elas não gostam de ser chamadas de bruxas, mas eu vi o filme em inglês, então eu não sei qual é a tradução de caster - ou de uma família delas? Qual é, vocês precisam assistir pra entender...


Antes de ir, eu gostaria de parabenizar quem quer que tenha conseguido chegar até aqui. Você sobreviveu a outro post meu que é uma resenha (o 4º em sequência), ou melhor, que são três. Saiba que eu amo você por ser tão forte e corajoso.
G.

P.S.: Minha irmã mais velha disse que vai me dar os livros dessas adaptações, mas eu ainda não tenho certeza se ela vai conseguir. De qualquer jeito, eu to superanimada em ganhar esses três livros.
P.P.S.: Eu ganhei o sexto e último livro da série Academia de Vampiros de Natal, mas não li porque estou desde então tentando conseguir os cinco primeiros, então se vocês quiserem me dar de presente, eu estou aceitando.