Diário de Bordo - Parte 5 - Cidade Sol

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Como alguns de vocês sabem, eu passei os dias entre terça e sábado em Jequié. E antes de começar a contar um resumo do que aconteceu lá, eu vou fazer um resumo sobre a cidade.

Jequié é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, no sudoeste da Bahia, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata. Jequié é conhecida por possuir um clima comparável ao verão carioca. Cercada de montanhas, a cidade sofre com o calor durante quase todo o ano. Em dias de verão a temperaturapode chegar a 45°C. Jequié é rico em minério de Ferro, por isso é muito quente durante o dia e frio durante a noite.
Entre as alcunhas mais comuns usadas para nomear essa exótica cidade, estão"Cidade Sol", "Chicago Baiana", "Caldeirão do Inferno", "Banheiro do Inferno", "Cozinha do Inferno", "Salão do Inferno", "Fim de mundo", "U do c* do mundo" e "Acento do U do C* do mundo", e outros.
E então aqui vai o resumo:

Na terça-feira, aconteceu a viagem (onde eu joguei placas - é um jogo complicado - com meu pai e minha irmã - e ganhei óbvio - e comi Doritos no lanche) e um passeio até a praça, (no caminho o carro quebrou meu pai pegou uma carona, com um cara que tava ouvindo um CD com músicas antigas. No meio do caminho tocou a versão original de Eternal Flame (que eu tava super afim de ouvir) - a música que a Caroline (Candice Accola) canta no S02E16 de Vampire Diaries, só que quando o desocupado percebeu que eu estava cantando, ele desligou), onde eu comi meu primeira acarajé desde que cheguei aqui. Morram de inveja:

Desculpem se minha irmã (ela me forçou a escrever isso) só lembrou de tirar a foto na metade do acarajé.

E claro também tirei foto da decoração da praça:

Os dois dias seguintes (inclusive quarta que eu passei abandonada reclamando de dor no twitter, valeu gente!), eu passei na casa de uma ex-vizinha de lado. Passei os dois dias brincando com uma amiga de infância e a prima dela (quando não tava me contorcendo de dor, naquele calor infernal - nunca vou perdoar vocês, sério. Mentira, já perdoei..).
Além da minha amiga de infância na casa, dela tinha sua pequena irmã, Camily, que é tão fofa que foi filmada,cantando Agnus Dei (Cordeiro de Deus, em latim, é um hino clássico que garanto que você vai conhecer quando ouvir)...



E finalmente na sexta-feira, dia 16 (Aniversário de Anna Katherine Popplewell, conhecida por mim como AKP - google it ), nós fomos as compras. Primeiro fomos ao Hiper GBarbosa (antigo, Hiper Cardoso - não creio que as crianças do futuro não conheceram o ♫"Cardoso e cardosinhoo, vem tem" ♪), onde eu e minha irmã fomos a Nobel (livraria). Como nem tinha o livro que eu quero comprar pra minha mãe (que fez aniversário dia 15, mas sobre isso no próximo post), e nem nenhum que eu quisesse, eu comprei Fingindo ter 19 anos da Alyson Noël. Crítica rápida: Um pouco clichê, o título é meio nada a ver (e o original é Faking 19 então...), e a sinopse muito menos, mas eu gostei bastante do livro o que como eu já disse faz da Alyson Noël uma das melhores escritoras da atualidade. 
Então fomos as Lojas Americanas. Foi lá que eu achei o CD, A Year Without Rain, de Selena Coisinha-Mais-Linda-Da-Fã Gomez & The Scene. Mas era standart, meu pai não quis comprar de qualquer jeito, mas eu quero a edição deluxe! :(
E então finalmente fomos comprar materiais escolares! Primeiro procuramos as mochilas o sem noção nunca-comprou-materiais-escolares-na-vida do meu pai, achou muito caro uma mochila de 99,99. Mochila de qualidade é desse preço, doença, mas no final não compramos. Então meu pai nos deixou na Livraria Sol, pra comprar os outros materiais. Da uma olhada nos meus cadernos:

O que eu posso fazer, se eu sou uma princesinha?

Cadernos, quarenta e sete reais. Resto dos materiais: trinta reais. Valor final  incluindo os materiais da minha irmã: R$125,8epouco. Cara do meu pai ao ver esse valor(que na verdade é bem baixo): Não tem preço.
Então fomos almoçar no Boiadeiro (churascaria) (eu tinha esquecido quanto o churrasco de lá é bom), e tomar um sorvete na Camelo. (Vocês tem que ir em Jequié pra conhecer esses lugares).
E finalmente a noite, na minha despedida da cidade, na Praça Rui Barbosa (onde eu encontrei uma amiga, que estudou comigo na quinta série e que perguntou se eu ainda estava escrevendo, o que é tipo... *-*), aconteceu o momento onde eu literalmente deixei minha marca na cidade: Eu estava comendo milho verde cozido quando de repente fiquei enjoada e no meio do caminho até o banheiro, dei uma VOMITADA! - como diria Miley Cyrus!. há. É assim que meu corpo reage a problemas emocionais. Com problemas esto macais. Considerando que a praça tava cheia e todo mundo olhou pra mim, podia ser um pouco micante, mas eu me aproveitei do momento, fiz um bico e consegui arrancar uma revista do meu pai: A Atrevida Collection com essa capa que eu tanto queria:
Dá pra perceber porque eu queria tanto né? *-*

E claro, eu fiquei super feliz quando abri a revista e descobri que a segunda delas ( e a revista que tinha a entrevista com os três) era (taran!):

E então finalmente, no sábado de manhã (graças a problemas técnicos familiares que eu nem quero, nem vou comentar), meu avô e minha avó vieram me buscar e fomos embora!
Não vi ninguém, e não foi nem de longe uma das minhas melhores viagens, mas não foi a pior do mundo também.

Amo vocês,
Pucca.

P.S.: Deixem comentários, sugestões, e dicas. Espero que gostem.

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1 comentários

  1. E porque não teve tempo de ficar com a gente? - @MySelenaBrazil

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