30/04/2013

Tudo novooo! E dessa vez por um bom tempo...

Então, sei que hoje era dia do último post da maratona de Tops 7, mas eu vou deixar ele pra amanhã, por um motivo que todos vocês podem perceber claramente.
O blog tá completamente novo e totalmente mudado. Isso ainda faz parte daquela coisa de ser mais responsável e etc. Eu queria que o blog ficasse mais a minha cara, e mais profissional. Eu levei mais de 4 horas entre achar um template que não fosse exclusivo (eu queria exclusivo, mas tá quase impossível achar de graça, nos dias de hoje e eu não sou milionária. Se eu tivesse uma mesa digitalizadora... Ok, isso não é importante), que transmitisse tudo o que eu queria sobre o blog, e que fosse bonitinho e que tivesse o maldito gadget de páginas. E quando eu achei esse, ele não era editável, então eu tive que buscar no fundo da minha mente, tudo que eu não lembrava sobre HTML e arrumar o que tava dando errado. Não fiquei 100% satisfeita, mas não consigo mais nada. O blog vai ficar assim por um bom tempo (provavelmente até eu me tornar uma escritora conhecida e ganhar um template exclusivo), prometo, e as únicas mudanças possíveis serão nas páginas, e serão avisadas nas redes sociais. Claro que já houveram algumas mudanças nas páginas e nos gadgets, é só sair fuçando tudo, recomendo.
Quanto àquela página "Make Some Noise" lá em cima, ela é um projeto que eu vou lançar em breve. Não é promoção, não é nenhum tipo de projeto que vai precisar de vocês ativamente (mas passivamente sim, pra dar uma olhadinha básica), na verdade é meio que um projeto social e uma campanha de apoio. Eu vou explicar tudo depois.
Então, o especial de Abril na verdade termina amanhã, por esses motivos acima listados.
Digam o que acharam do blog!
G.

27/04/2013

Santmoseley, of course.

FELIZ 27 DE ABRIL EVERYBODY!
Antes de começar, gostaria de dizer que estou suficientemente constrangida por fazer um post assim, mas é uma questão de fãs.
Todo ano a mesma coisa nesse dia tão lindo e longo em que todos vocês tem que me aguentar falando só do Will Moseley e de coisas assim. Bem, pros novos aqui, o dia 27 de abril é meu dia preferido do ano por vários motivos (como por ser o dia em que eu conheci Nina Dobrev por exemplo), mas o principal deles é William Peter Moseley que nasceu há exatamente 26 anos. Meu celebrity crush, alma gêmea, etc. E hoje, o especial do dia 27 vai ser exclusivamente sobre ele. Ou pior, sobre Santmoseley.
Não é qualquer um que tem um ship com o ídolo que ama, mas eu tenho e foi com ajuda da minha amiga criadora imbativel de ships, Isabella, que ele foi criado. E a pior parte é que Santmoseley tem 2 fics (Songs - que hoje tem um capítulo especial com uma das melhores cenas do shipp) e NY Dream) e shippers de verdade. '-' Sério.
Tudo começou no dia 29 de janeiro de 2009 (eu e minha mania irritante de decorar as datas assim), com um sonho sobre NY (eu seeeeei, eu amo a minha vida) e ele. Resultado: 4 anos inteiros de obsessão. Eu já até basicamente marquei nossa data de casamento gente. E já fiz isso aqui (ignorem a escolha idiota de fotos - a minha tá um lixo e eu tenho várias fotos legais). Eu basicamente sou o clichê de adolescente obsessiva por um artista. A diferença é que o meu não é qualquer obsessãozinha de 2 meses, e sim uma obsessão psicótica de 4 anos.

Já falei sobre a playlist? Claro né, a playlist que originou Songs. Não é só uma música, é uma playlist inteira, com as músicas: Here We Go Again, When I Look At You, Believe In Me, When You Look Me In The Eyes, Naturally, I'm With YouLove Story, Last Chance, Two Is Better Than One, A Year Without Rain, Before The Storm, Broken Hearted Girl, Pieces Of Me e My Heart Beats For Love (juro que foi a melhor versão que eu achei).
Já aqui no blog, Santmoseley tem uma história cheia de posts, e óbvio é o motivo principal do especial de Abril e em especial o do dia 27 de abril. Esse nem é o primeiro especial do dia 27 que é só sobre o Will. O primeiro foi o de 2011, que incluiu (ignorem as formas desse post. Todos os meus posts de 2011 são vergonhosos): 7 coisas que você não sabia sobre As Crônicas de Nárnia, Linha do Tempo, Ficha Técnica e Will em Songs (<3333).
Eu nem acredito que o meu Rei Pedro, O Magnifico, tá fazendo 26 anos. E é por isso que eu estou terminando o post por aqui pra ir pro banheiro chorar.
G.

P.S.: FELIZ 27 DE ABRIL.
P.S. 2: Uma errata: O especial de Tops 7 de 2011, na verdade foi um post chamado "Os 7 maiores mistérios da humanidade" só que esse post foi deletado (e eu ainda não sei porque já que nem é um dos piores) e eu acabei me confundindo. Esse post aqui, tem um pedaço desse especial. Já corrigi na parte um da maratona.
P.S. 3: Ironicamente esse acabou mesmo sendo o post 205.
P.S. 4: FELIZ 27 DE ABRIL!

26/04/2013

Maratona de tops 7 - Parte 2: 7 segredos.

Heeeeeeeeeeeey. Meu Deus esse post tá atrasado demais. E ficou super bobo apesar de ter dado um treabalhão pra escrever.
Dessa vez, é um top 7 só, com 7 segredos, alguns deles já contados e outros não. A parte 1 ficou muito melhor, com certeza. ALIÁS, CADE MEU PULITZER? (#jk)

1. Como alguns de vocês sabem, eu passei quase o mês passado inteiro sem TV, e em um dos dias em que o tecnico tava consertando eu tava vendo Awkward e quando saiu do ar, eu fiquei passando os canais e acabei indo ler a sinopse programação dos "canais adultos". Sério, como as pessoas veem aquilo? E eu só vi a sinopse.
2. O único blog no qual eu sou viciada é o Will Tirando, mas eu não gosto de entrar nele todo dia porque eu gosto de ler várias tirinhas de uma vez só.
3. Na verdade eu tenho 5 twitters: lamusiquestlair (o do blog) breathcraccola (fc) addictpsycho ("pessoal") santmoseley (fc pro Will) addictmila (que na verdade sou só eu guardando o user que eu roubei de uma gringa e eu acho perfeito, para eventuais eventos futuros). Além de ainda ter: 5 emails, 2 facebooks (o pessoal e a page), instagram, tumblr, 2 contas no Nyah!, Canal no YouTube, Pheed (abandonado), Ask (abandonado), RTM (abandonado), Skoob, Orangotag, Neopets, Snapee (nem lembro a senha), Heello, Hootsuit (que na verdade meio que inclui twitter e facebook), my space (abandonado é pouco) 2 Google+ e 2 orkuts (sim, dois orkuts, me processem), sem falar no blog é claro. Eu tenho conta em quase tudo praticamente.
4. Eu coloco nome em tudo. Teve uma época em que até meu celular tinha nome. Caso sério.
5. Eu nessa semana eu fiz uma lista de garotas que não são famosas e que eu namoraria se eu não fosse mulher. Não, eu não vou dizer quem são.
6. Guilty Pleasure: stalkear gente desconhecida.
7. Eu já escrevi mais ou menos 4 músicas. Todas em inglês. Algumas delas ficaram boas, mas nunca iam ficar perfeitas sem eu saber tocar instrumento nenhum.

E é isso, amanhã é 27 de abril e como sempre post superespecial cheio de fofuras e etc. Além do melhor capítulo de Songs e claro twitter party!
E a última parte dos top 7s, sai dia 30.
G.

20/04/2013

A verdade sobre a sociedade virtual atual e não aquelas porcarias que a TV fala, por Giulia Santana

Eu nem ia postar isso hoje, mas não consegui escrever a segunda parte da maratona de TOPs 7. Então tá aqui.
Então, sabe aquelas matérias dos jornais sobre os perigos da internet que todos nós que temos uma vida virtual complexa odiamos? Isso aqui é um post exatamente sobre os perigos, mas de outro jeito. Vou começar contando uma história ao estilo Catfish: 
Eu comecei a fazer amigas virtuais em 2008, quando entrei pro Baby V fórum (um fórum do VanessaHudgens.com.br para fãs da V). Na época, passavam avisos sobre os perigos da internet O TEMPO TODO e o povo tinha tanto medo, que nunca dava o nome real nesses fóruns. Na época, existia a elite, os normais e os excluídos e foi quando o termo "bff" começou a ser usado com mais frequência. Tinham festas em tópicos, todo mundo conhecia todo mundo e ninguém sabia o nome de ninguém e nem de onde era então a gente podia fazer e ser quem a gente quisesse e mesmo que fosse mentira ninguém ia julgar, porque todo mundo fazia isso. Sem riscos.
Um belo dia, a nova modinha era ter uma "gêmea", uma melhor amiga que tivesse muito à ver com você e a minha escolhida foi uma garota chamada Lara. Eu saí do fórum em dezembro de 2008, e ele foi deletado em 2009, mas até hoje, eu tenho contato com ela (no Skype, Facebook e Instagram), mas a gente quase nunca se fala (a última vez em que a gente conversou de verdade, foi o dia em que eu criei o blog). A gente conversava sobre tudo e dividiu muita coisa, mas eu nunca dei meu número de celular ou endereço pra ela, porque ainda existia esse meio.
Depois quando as redes sociais surgiram e eu criei meu primeiro twitter, eu fiz alguns colegas virtuais por assim dizer, mas nada durou. Só quando eu criei o twitter do blog e voltei de vez, é que eu finalmente consegui conhecer amizades que duram até hoje. E eu confio nas  minhas melhores amigas virtuais (incluindo minha melhor amiga mesmo) o suficiente pra acreditar que não são pedófilas, ou que estão me enganando como no Catfish (programa de TV baseado num documentário sobre como um cara se apaixonou por um perfil fake, mas após descobrir o que aconteceu, acabou se tornando amiga da dona do fake), mas eu conheço todas há mais de um ano, já falei por webcam um zilhão de vezes, e conheço elas mais do que elas mesmas (seriously). Agora eu nunca dividiria com pessoas que eu conheci ontem o que eu divido com elas.
Mas é o que as pessoas estão fazendo hoje em dia. Como a maioria das amizades virtuais tem se dispersado muito rápido (hoje você é bff, amanhã a pessoa esqueceu seu user), as pessoas acham que tem que adiantar o máximo possível da amizade. Em um dia só as pessoas já querem trocar telefone, endereço, chave do carro, morar junto, dividir mãe, namorado, absorvente, enfim, basicamente já querem trocar de alma com a pessoa que acabaram de conhecer. O caso é, só porque a internet não é TÃO perigosa quanto querem nos fazer acreditar, não quer dizer que você já tenha que ir se encontrar sozinha no matagal da esquina com alguém pra quem você disse "oi" ontem! E a pior parte é que as pessoas dizem "eu te amo" no segundo dia de conhecido e depois vem reclamar que nenhum "eu te amo" é real. FILHA DA MÃE, NÃO DÁ PRA AMAR ALGUÉM ASSIM!
Talvez (mas só talvez) eu estar aqui dizendo isso seja só ciúmes das minhas melhores amigas que fazem amizades novas muito rápido (sim, TODAS vocês), mas a questão é que, eu levei DEZ MESES pra pedir o número de telefone da minha melhor amiga. DEZ MESES. E até hoje que eu já saio pedindo sms pra todo mundo, eu tomo cuidado com as pessoas. O que eu quero dizer é: não confie totalmente na galera das redes sociais até você ter certa intimidade (DAQUELA QUE VOCÊ SÓ CONSEGUE DEPOIS DE ALGUNS MESES) com as pessoas em questão.
G.

18/04/2013

Maratona de tops 7 - Parte 1: 7 razões.

Hey y'aaaaaaaaaaaaaall.
Advinha o que está em formato super dinâmico esse ano? O especial de Tops 7, que eu amo de paixão e é uma das melhores partes do especial de abril do meu ponto de vista. Pra quem tá chegando agora ao mundo do my melodie, aqui estão os links dos especiais de top 7 de 2011 (a primeira parte, das perguntas foi deletada, por motivos desconhecidos) e 2012 (top 60, com tops 7) pra vocês entenderem como funciona.
Enfim, o especial de tops 7 desse ano vai ser divido em 3 partes, que serão postadas durante o mês, a começar com 7 razões. São 7 tops 7 com 7 razões para alguma coisa. A começar por:

7 razões pelas quais você deveria amar literatura gótica. (é óbvio que eu ia começar com isso)
1. É cult. Isso é um ótimo motivo porque todo mundo quer ser cult ultimamente e ninguém consegue ser. Tipo, nem eu. Seriously. Não dá pra manter uma boa reputação de cult se seu filme preferido é da Disney (Ah, esqueci de avisar, meu filme preferido voltou a ser Ice Princess. Porque? Porque não importa quantos filmes eu veja sempre vai voltar a ser, porque não dá pra amar nenhum filme mais do que eu amo Ice Princess. Só isso)
2. É envolvente. Se você não é do tipo que fica com medo até da própria sombra depois de ouvir a palavra vampiro, eu te desafio a ler um conto gótico que seja, sem ficar perdidamente apaixonada e querer ler mais.
3. É cultura. Um bom romance gótico necessita de muita pesquisa de campo antes de ser escrito, logo quando você lê você aprende muita coisa que não esperava. E se você não souber nada de história e nem de folclore (tipo se tudo que você sabe sobre vampiros veio dos livros da L.J. Smith ou de Crepúsculo) nem tente escrever.
4. É sexy, sem ser vulgar. Eu não resisti, sorry. Talvez eu tenha um gosto muito estranho, mas sabe, aquela parte de Drácula (pra quem já leu claro) em que a Mina narra detalhadamente o que aconteceu e a sensação de quando ela foi batizada com sangue? Eu sei que era pra eu tremer de medo, mas a única coisa que eu conseguia pensar era em como aquilo era sexy. Quer dizer, quer coisa mais sexy que um vampiro de milhares de anos te punindo, fazendo com que assim que você morrer você volte para ser só dele? Tem? Eu vou dizer: não tem. Só o Chace Crawford sem camisa talvez, mas isso é papo pra outro top 7.
5. Ninguém vai saber do que você tá falando. Eu considero isso um bom motivo, menos a parte onde eu não tenho ninguém com quem conversar sobre o assunto.
6. Você vai descobrir coisas que não sabia sobre o mundo. Vai ser menos julgador e menos parcial sobre alguns assuntos. Confia em mim. (Eu já era assim antes da literatura gótica. Só que eu era demais, e não conseguia defender meu ponto. Agora eu melhorei nisso, mas é outro assunto.)
7. Dá pra assustar todo mundo com isso. Ah, vocês acham que não? Já perdi as contas de quantas vezes eu já assustei gente citando a literatura gótica. Por exemplo, quando eu falo que o fim de Carmilla, o corpo da condessa Mircalla é encontrado após cem anos, sem nenhum sinal de decomposição e submerso em 7 polegadas de sangue, praticamente todo mundo fica tipo "Que macabro!". É, é macabro mesmo.

7 razões pelas quais eu sou considerada estranha e socialmente inadequada.
1. Eu amo literatura gótica, filmes feitos para TV, TODO TIPO de série de TV, especiais médicos do Discovery e músicas norte-americanas "ruins". E vamos fingir que essas são boas razões.
2. Eu tenho opiniões demais e sobre tudo e raramente consigo manter um ponto de vista único, porque sempre quero manter uma visão mais aberta. E isso faz com que as pessoas eu saia como a "errada" sempre nunca discussão.
3. Ficar em casa vendo filmes e séries e escrevendo durante todas as férias, são férias perfeitas pra mim. Enquanto todo mundo só fica reclamando por não poder sair de casa.
4. Eu tenho 15 anos, sou bv e não dou a mínima pra isso. Não que não seja normal ser bv aos 15 anos hoje em dia, porque é e muito, mas a maioria das meninas que é bv aos 15 acha que tem alguma coisa de errado com elas. Eu não tô nem aí. Não que eu seja anormal, deixa eu explicar: Quando eu entrei na quinta série (na época ainda não chamavam de 6º ano, apesar de já ter esse nome) eu tinha só 10 anos e já era a única aluna bv da turma. Eu cheguei a quase ser forçada a beijar um dos meninos mais nojentos que eu conheci (na verdade eu fui forçada, mas o beijo atingiu o queixo). Era tanta pressão (e minha mãe nunca me deu uma idade certa pra começar a namorar, ela disse que quando eu tivesse pronta tudo bem) que eu acabei entrando no jogo, mas como eu ainda tinha princípios, eu tentava ficar convencendo a mim mesma de que tal e tal garoto era o certo pra mim. E mesmo que nenhuma dessas paixonites tenha dado certo, levou 3 anos pra eu desencanar da coisa toda. Aí eu fiz 13, criei o blog, resolvi ir pra NY, virar escritora e ser editora chefe da Teen Vogue e parei de me preocupar com garotos. Quer dizer, mais ou menos, tem um garoto daqui que eu gosto desde os 13, mas já faz 2 anos, a gente mal se fala e eu nem ligo. Na verdade, 2 semanas atrás eu disse literalmente que não ligo de nunca beijar um garoto na vida se eu tiver meus bestsellers publicados.
5. Eu amo as comidas mais estranhas do mundo. Eu coloco margarina em tudo, creme de goiaba em tudo, queijo em tudo. Sou viciada em todo tipo de recheio de pão (meus preferidos sendo molho Billy & Jack, geleia de uva e creme de goiaba), todo tipo de fruta e de carne e misturo os três como se não houvesse amanhã. Tipo, eu pego um pedaço de fígado, jogo creme de goiaba por cima, corto uma maçã e coloco os pedaços em volta. E eu achava que todo adolescente fazia esse tipo de coisa (a Miley fazia), mas parece que não.
6. Eu tiro notas baixas em Educação Física e Biologia. (Antes que me xinguem, eu não posso fazer aula prática em Educação Física então minha nota é só na prova teórica) Todo mundo acha essas matérias tão fáceis e eu vivo pra xingar as mães dos biólogos e dos inventores de esportes. Eu gosto de dizer pra mim mesma, que por serem matérias fáceis, meu cérebro brilhante é subestimado e ignora esse tipo de coisa (e vocês não venham estragar minhas ilusões desmentindo isso). E tipo, biologia eu ainda entendo porque eu tenho que estudar, já que realmente faz diferença na minha vida, e eu até entendo a lógica de muita coisa, mas EDUCAÇÃO FÍSICA? Porque diabos dão teoria disso? Ok. Exercícios fazem bem pra saúde então aula prática de educação física é saudável. Mas se eu não posso fazer, eu também não quero aprender quem criou o futebol, porque isso não vai mudar nada na minha vida. Até porque eu odeio futebol, e meu ódio só aumentou depois da história do museu do índio: o governador desse lindo estado em que vivo, queria derrubar o Museu do Índio por causa do Maracanã. DERRUBAR UM PRÉDIO QUE EXALTA A CULTURA DO POVO QUE VIVIA NO BRASIL ORIGINALMENTE, E QUE FOI DESPREZADO DESDE ENTÃO E CUJA TRIBO DEU NOME AO BAIRRO ONDE FICA A MERDA DO ESTÁDIO, ASSIM DANDO TAMBÉM O APELIDO DO ESTÁDIO, NO QUAL ELES ESTÃO GASTANDO MAIS DE 1 BILHÃO DE REAIS E EM TRÊS ANOS NÃO REFORMARAM MERDA NENHUMA, SÓ PRA 22 HOMENS CORREREM ATRÁS DE UMA BOLA! E antes que vocês falem qualquer coisa, eu sou tataraneta de índios - é daí que vem meus olhos que quase ninguém na família tem - então eu estou diretamente ofendida. O fato é, eu odeio Educação Física.
7. Eu passo 90% do tempo em um mundo só meu. Se você tem talento pra qualquer tipo de arte, entende a sensação. Escrever é como respirar pra mim. Eu entro no meu próprio mundo e pra me tirar de lá você precisa de muita força. Eu só faço uma pausa de escrever, porque se eu só ficar escrevendo 24h por dia, eu vou morrer e morta eu não vou poder mais escrever (eu acho) então isso não seria legal.

7 razões pelas quais filmes para TV são melhores de assistir.
1. É de graça. Dã.
2. Você pode ver a estréia ao vivo sem ninguém gritando quando o mocinho tira a camisa. Se vocês assistiram qualquer um dos filmes da Saga Crepúsculo (especialmente Amanhecer - Parte 2) entendem porque é melhor.
3. Ninguém vai ficar te enchendo o saco por ainda não ter assistido o filme, porque ninguém provavelmente viu também. O vicio em filmes para a TV ainda é meio exclusivo, então aproveite a viagem.
4. Logo no inicio os canais passam 37489347349734974309743432 reprises. Da pra assistir todo santo dia, até decorar as falas. Depois vai passar um bom tempo sem passar, mas uma hora eles passam de novo e reprisam mais 1293293239273 vezes.
5. Os DVDs de filmes feitos para a TV invariavelmente custam 12,90. Então se você viciar no filme, nem fica pobre quando comprar. A menos, é claro, que seja um filme da Disney (tipo, Radio Rebel, Lemonade Mouth ou As Fabulosas Aventuras de Sharpay) ou, se você for como eu, um filme antigo demais para ser encontrado a venda (eu dou meu carro pra quem me der O Diário de uma Adolescente - Read It and Weep - de presente.)
6. As trilhas sonoras resumem-se em músicas trash - nem sei se isso é um termo válido - de letras muito legais e fofinhas com um significado único. E diga olá às bandas e cantores que ninguém conhece e vão mudar a sua vida (Kimberly Cole)
7. Seu conhecimento do mundo dos famosos vai aumentar consideravelmente. Sabe aquela atriz que você adora e que fez aquele filme no qual você se acabou de chorar no cinema? Existem 97% de chances de ela ter feito um filme para TV bem ruim, sobre o qual ela nunca fala. É o caso da Kate Hudson.

7 razões pelas quais o frio é mais legal. (Tirando as óbvias que todo mundo já fala).
1. Você fica mais inteligente. É fato que o raciocínio lógico é muito mais rápido quando o calor não tá tentando mudar o estado físico dos seus neurônios.
2. Você não precisa trocar seu pijama confortável pra sair de casa, é só colocar noventa casacos pro cima.
3. Sorvete é mais barato. Aí você pergunta: quem é maluco de tomar sorvete no frio? Eu eu te digo: uma nação inteira. A raspadinha (slushie) é uma bebida feita com gelo e tipica do inverno norte americano. E lá, >neva<. Na verdade, o certo seria comer frios no inverno e quentes no verão pra que seu corpo não sofra um choque térmico. Claro que ninguém faz isso porque é muito desconfortável, mas as chances de que você se resfrie tomando sorvete, são muito maiores no verão que no inverno. (#theperksofbeingfilhadeenfermeira)
4. Conta de luz diminui, mais dinheiro pro seus pais te mimarem. Minha mãe já tá avisada que meu guarda-roupa de casacos vai ser completamente reformado, já que TODOS, com exceção do meu cardigã tão pequenos demais pra mim. Até meu moletom, e moletons tem que ser sempre maiores.
5. Durante as férias de inverno, motivos para sair da cama são inexistente.
6. Como ninguém quer sair de casa, a programação da TV melhora em 50%. Sério. Tem maratona de séries o tempo todo, todas as premiações são exibidas e reprisadas.
7. Como as pessoas comem mais no inverno do que no verão, novos sabores de-tudo-que-existe-pra-comer-nesse-mundo são criados.

7 razões pelas quais a escola é apenas tortura medieval. (top 7 mais polêmico e cheio de revolta)
1. QUÍMICA. Preciso dizer mais alguma coisa?
2. Grande parte das coisas que eu aprendo na escola, eu já sabia porque eu leio muito. Mas como eu sou a exceção e não a regra...
3. Essa história de que a escola serve para a sua adaptação social é a maior mentira deslavada  da história da humanidade fruto de uma convenção ridícula. Porque o que a "sociedade" da escola ensina provavelmente vai destruir a "sociedade real" da próxima geração. Vamos imaginar a seguinte situação: Você é uma menina e um garoto na escola passa a mão na sua bunda enquanto você anda pelo corredor. Você vai na diretoria reclamar. O que você acha vai acontecer?
a) O diretor vai na sua sala dar um sermão na turma inteira, te fazendo perder tempo pra aprender a matéria que vai cair na prova, sem fazer mais nada além disso.
b) O diretor vai dar uma bronca severa no aluno e o suspender porque o que ele fez é um crime.
c) Dizer que é só uma brincadeira de adolescentes e fazer você se sentir idiota por fazer com que ele perca seu tempo.
Lá na escola, a primeira situação é mais provável, mas em alguma das outras que eu já estudei a terceira que era. Até onde eu sei, assédio sexual é crime e sendo nas dependências da escola, algum tipo de punição deve acontecer. Na vida real, um processo teria causa ganha, mas com esse tipo de reação a escola ensina que se importar com o fato de ser assediado, oprimido, humilhado, ou maltratado é idiota. Um garoto que passa a mão na bunda de outras garotas que não querem isso como se isso fosse só brincadeira e elas as idiotas por se importarem, em alguns anos vai estar estuprando colegas de trabalho e se achando certo por isso. Ok. Talvez eu esteja sendo parcial, porque eu já vi esse tipo de coisa acontecer (não comigo, eu praticamente tenho professores particulares porque eu sempre tô de fora das coisas da escola), mas a questão é: apesar da escola ser o lugar onde a gente deveria aprender a como se portar na sociedade (os valores a gente aprende em casa, como aplicar eles na vida a gente aprende na escola), ela NÃO tem cumprido esse papel, porque tá ocupada demais dando advertências porque os alunos se atrevem a ir de calça jeans pra escola.
4. De certa forma, a escola bloqueia nossa capacidade de aprender coisas diferentes. Nesse caso, não acho que a culpa seja da escola e sim da sociedade que ensinou isso. Hoje em dia as pessoas automaticamente deduzem que tudo que elas precisam aprender na vida, está dentro da escola, então não se esforçam pra expandir os horizontes com outras coisas. E é desse jeito que as pessoas não descobrem seus talentos e acabam se tornando médicos, advogados e engenheiros frustrados que entraram na profissão porque hoje em dia dá mais dinheiro.
5. A escola oprime. Eu te desafio a achar uma escola no país que tenha projetos de artes livres. Eu tô falando de feiras de arte e grupos de artes que se reúnam depois das aulas onde você pode ser você mesmo, dizer o que quiser, ter liberdade de expressão, pintar, escrever, compor uma música, criar um filme e mostrar quem você é de verdade. Não existe. Não aqui no Brasil pelo menos. As escolas aqui basicamente atiram na sua cabeça tudo que você tem que aprender, te entopem de provas, aulas extras, projetos para o vestibular e se você resolve que essa noite não vai estudar pra poder respirar um pouquinho e se divertir KABOOM você tira 4 na próxima prova. O que as escolas tem que aprender é: nós somos crianças e adolescentes com imaginação e hormônios demais e vontade de seguir regras de menos, então se você transforma nossa vida em um MANUAL DO QUE NÃO FAZER a gente se frustra e faz merdas pra poder não explodir. E depois se perguntam porque o alcoolismo, a depressão e o suicídio entre os adolescentes aumenta a cada ano. Quer dizer, dãã.
6. Atualmente, as escolas ensinam os valores errados. Estou falando de professores mal preparados, regras estúpidas, e funcionários agindo de forma errada. Se as pessoas que tem autoridade sobre nós durante a adolescência são os espelhos de quem seremos como adultos, eu lamento dizer que a sociedade futura está COMPLETAMENTE FERRADA.
7. Superestimação dos "que tiram nota alta" e subestimação dos "que tiram nota baixa". Vai soar como uma reclamação estúpida mas é frustrante. Vamos lá, todo mundo sabe que eu sou "A aula quietinha" da sala. Não que eu seja CDF (cdfs geralmente estudam e eu nem lembro de ter aberto meu fichário em casa esse ano), mas quando eu não tô estudando na sala da aula, eu tô lendo e não conversando com meus colegas. Isso faz com que os meus professores me amem e me deixem em paz. Agora vem a coisa toda: Eu não faço dever de casa, eu não estudo em casa, eu já passei várias aulas inteirinhas mandando mensagem, essa semana eu fiquei no celular um tempão durante as aulas de redação e artes. EU NÃO SOU A ALUNA PERFEITA mas eu tenho esse status simplesmente porque eu tiro nota alta e não converso. Os professores deduzem que eu fiz dever de casa, deduzem que eu estudei para a prova, deduzem que eu tô com a cabeça abaixada pra ler. Eu basicamente posso fazer o que eu quiser na sala de aula, e desde que eu não converse, ninguém liga. E a parte frustrante é que: tem muita gente lá na sala que estuda feito o cão, que tem sonhos incríveis de fazer faculdade do que ama ou de ser bem sucedido aqui mesmo, que quer mudar o mundo do seu próprio jeito, gente que nem sabe que eu sei dessas coisas, mas que eu admiro muito porque observo a distância, mas SÓ PORQUE ESSAS PESSOAS CONVERSAM NA SALA DE AULA e não conseguem se sair tão bem nas provas, os professores não perdem a chance de tirar de sala e encher de advertência, se a pessoa respirar alto durante a explicação. Entenderam? Os professores veem os alunos como robôs: os que eles avaliam com defeito eles tentam concertar, e o que eles consideram perfeitos eles ignoram mesmo que dentro haja uma bomba prestes a explodir. Eu sei que os professores dão aula pra centenas de alunos e não podem tratar de cada um individualmente, então criam uma espécie de "esteriótipo de aluno", mas é exatamente por isso que a escola é tortura medieval.

7 razões pelas quais eu amo escrever.
1. Pesquisa de campo. Dizem que para escrever uma página, você precisa ler dez livros e é verdade, mas não literalmente. O conhecimento que você precisa ter pra escrever uma página é que é tirado de dez livros. Lembram o que eu disse sobre Drácula? Precisou de muita pesquisa pra poder ser o clássico que é. Pesquisa geográfica, história, cientifica, linguística e até matemática são necessárias pra se escrever uma boa história. E não adianta usar liberdade poética pra justificar porque você disse que a Inglaterra faz fronteira com a Itália na sua fanfic.
2. Me dá o status de artista. As 7 artes são: Música (som), Dança/Coreografia (movimento); Pintura (cor); Escultura (volume); Teatro (representação); Literatura (palavra); Cinema, então se você realiza qualquer uma das artes ou tem talento pra elas você é artista. (Obs.: Qualquer arte relacionada aos elementos entre parênteses estão inclusas na arte em questão. Exemplo: Um desenho gráfico, inclui-se em pintura e culinária se inclui em praticamente todas).
3. Sou eu que mando na coisa toda. Eu sou uma pessoa controladora, e quando eu estou escrevendo, sou eu que digo em que direção as coisas vão. Acho que é por isso que apesar de todo mundo xingar os escritores de séries como o Ryan Murphy e a Julie Plec, eu não ligo muito (o Tim Kring eu xingo, mas só porque ele matou a Elle. O cara é um gênio. Um gênio psicopata, mas os melhores gênios tem um lado psicopata). Eu entendo a sensação de poder controlar a coisa toda e ainda ver as pessoas pirando porque a história tá tomando um romo completamente maluco e inesperado.
4. Me distrai. Todo mundo me enche o saco porque eu passo muito tempo no computador, mas eu passo 90% desse tempo escrevendo (e os outros 10% com meus amigos, então eu não sou tão anti social assim). E vocês acham que eu teria acabado a terapia, se eu não pudesse escrever? Se eu não tivesse isso pra fugir? Se eu não gastasse minha energia nisso ao invés de outras coisas? Eu tenho 90% de certeza de que eu seria uma adolescente drogada se não tivesse talento pra escrever. (e pra fazer drama).
5. É cult. De novo Giulia? Sim, de novo sim, tá reclamando? Ser escritora aos 15 anos é muito cult, e eu não tô falando de fanfics. Se eu consegui mesmo (eu tenho que parar de usar o se de uma vez)  publicar Apenas mais uma vez aos 15 ou aos 16 anos, vocês tem noção de quão cult eu serei?
6. Faz com que eu me sinta integrada. O fato de eu realmente ter um talento - e ter descobrido ele tão fácil - faz com que eu saiba que tenho meu lugar no mundo. A questão agora é só saber se serei aceita nesse lugar.
7. Eu posso treinar meu autógrafo. Eu já tenho o autógrafo certo, mas só vou saber se vai ficar legal se pedirem então pode pedir.

7 razões pelas quais escrever tops 7 é legal.
1. Você pode redefinir suas preferencias.
2. Você pode se revoltar.
3. Você pode mostrar sua opinião ao mundo. Ou só aos leitores do seu blog furreca.
4. Você pode enrolar até terminar o top 7 porque você não tem mais o que dizer.
5. E aí você pode fazer isso de novo.
6. E de novo.
7. Até acabar.

G.

16/04/2013

Sobre ressaca criativa e as suas consequências...

OOOoooooOOOi. Então, como com certeza hoje eu vou escrever muito e tendo mantido todos os meus trabalhos literários (com a possível exceção de Rewakening), eu não quero abandonar o blog de jeito nenhum. Eu ia escrever um post que faz parte do especial de Abril (que tem um Especial de Tops 7 e o especial do dia 27 inclusos), mas antes eu quero falar sobre minha ressaca criativa atual.
Existem várias definições de ressaca criativa, mas a minha diz que quando você tá muito dedicada a escrever alguma coisa e passa muito tempo escrevendo e quando termina o que tinha escrito, fica com inspiração acumulada e saindo pelo seus poros então você continua escrevendo e escrevendo e escrevendo até a exaustão total e completa.
Minha ressaca criativa dessa vez chegou assim que eu terminei de escrever Apenas mais uma vez. Quando eu terminei eu tava tão energética que continuei escrevendo e escrevendo até quase explodir. No final de semana, eu estava exausta, mas depois de dormir até 12h (não com a ajuda da minha mãe é claro) por dois dias seguidos, eu estava pronta pra trabalhar até a exaustão de novo ou seja, a ressaca criativa ainda não foi embora.
Faz duas semanas, que eu tô tentando organizar tudo pra que eu não fique com coisas demais pra fazer, mas como estragaram minha semana inteira semana passada com essa história de crônica que me deixou nervosa, mas graças a Deus não estragou o fim do meu livro. Então essa semana, e como tem feriado, eu vou recuperar o tempo perdido de vez. Postei até uma foto no Instagram de como meus dias estão sendo:


E eu tô me saindo bem, ontem eu terminei o capítulo mais cheio de reviravoltas de NY Dream e eu não esperava terminar ele só na quarta e acabou saindo muito bom e ainda me rendeu recomendação, mesmo que tenha sido da minha melhor amiga. Na verdade, o fato de ser dela é ainda mais importante. E hoje mesmo, eu já comecei a escrever o capítulo 7 que tem a participação especial de uma personagem que eu espero que ainda apareça muito: minha fada madrinha, Stephy *-*
E apesar de eu achar que os posts do blog tão saindo um lixo (e vocês concordam comigo, ou teria mais comentários aqui. Na verdade, eu nem tô tão preocupada porque com a mudança da url é normal que o blog dê uma diminuída no movimento, e eu consegui seguidores novos ultimamente) minhas redações da escola tem fluido que é uma maravilha, e eu finalmente voltei a ter ritmo com a caneta, além do computador, é que quando eu fico muito tempo sem escrever fica estranho voltar a escrever, mas agora eu já escrevi tantos rabiscos, rascunhos e reminders que eu me embolo com os papéis.
Dá última vez que eu tive uma ressaca criativa como a atual, eu deixei 12 posts prontinhos nos rascunhos. A metade deles, escrita em um dia só. E foram posts legais até. Olhem nos posts de janeiro se quiserem achar.
Então é isso.
Vou voltar pras minhas fics.
G.

P.S.: Eu tirei o feriado todinho (terça é feriado aqui no Rio então a gente acabou não perdendo tanto com o feriado domingo) pra revisar AMUV e só isso. Talvez até o fim do mês esteja pronto. Seria legal se eu pudesse fazer tipo, NY Dream.
P.S. 2: RESPONDAM! Vocês acham que eu deveria criar uma página aqui no blog, ou uma página no facebook só pra postar novidades sobre o livro ou vocês acham que só aqui mesmo tá bom? Se vocês não responderem, vai ficar do mesmo jeito. Como sempre.
P.S. 3: Vocês viram que eu voltei a usar Kranky e Unkempt de fonte? Não né? Leitores desnaturados.
P.S. 4: Isso é só pra ver se vocês leram o post todo. KKKKKKKKKK Eu fiz isso numa carta uma vez. Então se você leu, diz um oizinho nos comentários. Ou não. Não mando em você. Sou uma pobre blogueira mendigando comentários, não a sua mãe.

13/04/2013

200º post, e primeiro com nova url.

Eu nem sei como se pronuncia 200º. Ah, é ducentésimo.
Oi gente!
Então finalmente, 10.000 views, 100 curtidas e tema e url novos depois, aqui estamos com o post de número duzentos do blog. Por causa de 2 semanas, eu não postei 100 posts em um ano. Daqui pra lá provavelmente vai chegar a 105 em um ano e 205 no total. Como prometido ano passado, eu postei mais, mas não tão mais assim. Vocês sabem da história toda.
O especial de 100 posts foi só um daqueles em que eu agradeço por tudo e etc, e eu já tô meio cansada desse tipo de posts aqui, então eu resolvi fazer desse post 200, uma mistura que inclui até uma cronicazinha no final. Eu acho - não tenho certeza porque apesar das views, quase não estão comentando - que vocês gostam dos posts que eu simplesmente falo, mas eu tô com a leve sensação de que esse não vai ficar tão bom porque eu tô com a cabeça cheia de coisas e ainda cansada da semana cheia. Sem falar na ressaca criativa (que é quando você se atola em uma "obra" - tá se atolar em uma obra soou tenso - sua e quando termina, sua cabeça ainda tá cheia de ideias e mudanças pra fazer na obra em questão)
Como vocês sabem essa semana, eu terminei o manuscrito inicial de Apenas mais uma vez (eu tinha digitado One More Time, já mudei o nome em tudo, mas vou demorar para me acostumar), agora só falta revisar tudo, cortar e acrescentar para o manuscrito finais. Mas eu não vou dizer que "uma nova fase da minha vida se inicia" porque esse clichê já se tornou tão clichê aqui no blog. (Tudo é uma fase nova, tipo, me mandem calar a boca. Porque vocês nunca me mandam calar a boca?) Então eu vou dizer uma frase de uma das melhores músicas já lançadas na história da humanidade: "Todo novo começo vem do fim de um outro começo" O que no caso quer dizer que esse novo começo na minha vida veio do fim da escrita de AMUV. E foi por isso que eu fiz essa mudança de URL, das contas do blog e de tudo mais. Porque agora, querendo ou não, eu vou ter que ser mais profissional e responsável. Isso é um saco, mas como eu digo sempre, é tudo por NY. E além disso, eu gosto de fazer. E eu preferia mil vezes passar as 5h30 que eu passo na escola "trabalhando" com meus textos e meu blog, do que estudando.
E falando em escola eu vou me escrever pra primeira fase do vestibular da UERJ, cujas inscrições começaram dia 8. Mesmo estando no segundo ano, o trato do meu futuro sempre foi fazer vestibular e ENEM no segundo ano (assim como eu vou ter que trabalhar pra pagar tudo na faculdade assim como a minha mãe fez. Vocês que não tem pressão da família pra faculdade tem uma sorte.). Já li o Edital e parece tranquilo. Mas tenho a leve impressão de que só parece. Eu vou ter que ser responsável sobre isso também. Jesus. Quero ter 13 anos de novo.
Mas agora, vamos mudar de assunto antes que comece a sair fumancinha da minha cabeça. Já ouviram falar na Kimberly Cole? Não né? Então, ela é o meu recente vicio musical. Eu ia até postar o link de uma das músicas dela, mas prefiro que vocês procurem. Aí vocês se perguntam: Ué, mas Giulia dividindo os vícios dela com o mundo? É isso aí, eu perdi os ciúmes de algumas coisas porque eu simplesmente quero alguém pra conversar sobre o assunto. Isso também inclui a literatura gótica, eu quero alguém pra falar comigo sobre os livros, mas eu só tenho amigas que nem sabem quem é o Bram Stroker. O Sheridan Le Fanu eu nem comento, Pollidori muito menos e Mary Shelley? OMG, até a Mary! Não fazem ideia do que quer dizer vampiros byronicos, ou o que são strigois e realmente acham que íncubo é só o que falam em Crepúsculo. (acabei de me dar conta de que Crepúsculo pode ser acrescentado no  gênero gótico por causa de um pequeno detalhe: Os Volturi. Boa jogada Stephenie). Tá, preciso de amigos novos. E é por isso que eu tô dividindo meus vícios. Porque eu quero alguém pra conversar sobre eles  Meus amigos imaginários não aguentam mais. (seriously).
E pra finalizar esse post especial, eu vou postar pra vocês a crônica que eu escrevi para o culto da igreja, com o tema ser diferente no mundo de hoje. e que não foi aprovado graças ao plano de fundo. Isso foi frustrante. Mas o mais frustrante ainda foi dizerem que o texto não ficou muito "meu" por causa do plano de fundo. Ah tá. Eu só acho que se a pessoa me pede pra escrever alguma coisa porque confia no meu talento não deveria me pressionar por causa disso. Eu fiquei tão brava com isso, que eu rabisquei um texto na aula de matemática ontem que ficou perfeito. Porque eu fiz com emoção. Sendo eu mesma. Sem ninguém me dizendo o que fazer. De uma forma ou de outra, eu achei que a crônica ficou boa para a proposta e boa até pra ser postada no blog. E vocês podem dizer se gostaram também, não vai doer.
OBS.: O plano de fundo foi o incidente com o ônibus que aconteceu aqui no Rio na terça-feira da semana passada.

E se...?

Ele havia acordado às 6h aquele dia e saído para trabalhar sem tomar café porque sua esposa tinha esquecido de se levantar mais cedo. Na verdade, nem teria acordado se não fosse pela babá da sua filha tocando a campainha. A moça era uma jovem negra com tinha longos cabelos em dreads. Estava sempre arrumada e com um sorriso. Menos naquela manhã. Ela estava com a preocupação estampada no rosto.
- Não se esqueça do que a mensagem disse no domingo. – Ela falou quando foi perguntada do que tinha de errado.
No domingo, ela tinha levado seus chefes para a igreja que frequentava no centro da cidade. Ele esperava que as pessoas fossem iguais, entediantes e estranhas, querendo forçá-los a seguir sua fé e ser como eles. Mas foi completamente diferente: encontrou pessoas diferentes, “descoladas”, interessantes e do tipo que se espera encontrar em outros lugares. Mas havia algo ali, uma comunhão, um comportamento completamente diferente dos das pessoas que encontrava diariamente.
A mensagem foi sobre ser diferente nos relacionamentos. Sobre saber abrir mão da razão e dar a outra face. Por tanto ele imaginou que a fama dele de “esquentadinho” fosse o motivo pelo qual tinha a moça tinha citado a mensagem. Mas não imaginou razão pela qual iria se enraivecer.
O dia estava lindo, e quase não havia engarrafamento. Ele dirigia o ônibus haviam dois anos e sempre se metia em brigas com os passageiros porque não conseguia se controlar. Mas naquele dia tudo estava pacífico e tranquilo.
Foi só no fim daquela longa terça-feira, que apareceu o passageiro estressado. Ele havia perdido o ponto e agora queria parar em qualquer lugar. Estava pronto para responder, quando se lembrou do que sua empregada havia dito. Era sua chance de ser diferente e ver o que acontecia. Não tinha nada a perder.
Então parou o ônibus e desejou “uma boa noite” com toda sinceridade ao passageiro, sorrindo. E seguiu viagem.

E é isso. Feliz post duzentos.
E feliz dia do beijo.
G.

08/04/2013

Update (finally)

Obrigada pelas 100 curtidas.

Eu nunca pensei que fosse dizer isso, mas a partir de agora, eu serei uma pessoa mais responsável. (não riam, isso é sério. Muito sério. Eu posso ser uma pessoa responsável se eu quiser) Mas antes de explicar porque eu vou contar tudo que aconteceu nos últimos dias que me levaram a isso.
Tudo começou no dia primeiro, que como vocês sabem, porque eu meio que contei que eu fiz uma coisa que vai mudar minha vida pra sempre. E já mudou. Tanto que na sexta-feira eu fui liberada oficialmente da terapia com a psicologa. Não estou curada na depressão, até porque ainda tenho que tomar remédios. É tipo como.. uma remissão. (E claro que vocês são uma grande parte da minha recuperação, mas eu tô cansada de repetir isso. Vocês sabem como são importantes.)
E depois que eu fui liberada, eu cheguei a essa conclusão: é hora de começar a dar passos novos, e ser mais responsável faz parte. Tipo sobre tudo, sobre a escola, sobre os horários, sobre as minhas responsabilidades. Eu sou responsável com o que é importante pra mim (tipo o blog - ok, talvez nem tanto - o meu livro - tá bom não mesmo) mas com o que é importante pro resto do mundo? Não mesmo. Eu não tenho mais desculpa nenhuma pra ser uma criança. E no ponto que eu estou da minha vida, ser enrolada não vai mais me levar pra lugar nenhum. Eu já tenho 15 anos, pelo amor de Deus. E eu vou lançar um livro (eu não tenho tanta certeza, mas repetir isso talvez faça com que tudo dê certo. Ou talvez faça com que eu quebre a cara desesperadamente) então eu preciso conseguir respeito das pessoas.
Enfim, essa coisa de ser responsável funciona. Semana passada mesmo, eu fiquei doente e fiz o tratamento completo com o antibiótico e fiquei bem. (geralmente eu só tomo até os sintomas sumirem e eles voltam ainda mais fortes e eu me ferro porque não posso tomar antibiótico de novo). Eu geralmente sou a pessoa mais irresponsável com remédios no mundo. Inclusive os antidepressivos. Quer dizer, com eles eu tomo mais cuidado, mas ainda assim. Eu sou meio doida. Mas agora eu vou ser mais responsável.
Sobre a escola também. Sabia que esse ano eu não estudei pra nenhuma prova? E ok que eu tirei 9,5 em geografia, mas tirei 6,8 em história! EM QUE MUNDO PARALELO EUZINHA GIULIA SANTANA TIRO 6,8 EM UMA PROVA DE HISTÓRIA? Nesse em que vivemos. E eu nem quero pensar na minha nota de química, apesar de que eu tirando nota baixa em química é meio que esperado.
E isso é só um dos casos em que a minha responsabilidade fez com que eu me ferrasse esse ano. Até o ano passado eu tinha o que eu chamo de "Sorte de Melissa" (como a Melissa de "Como dizer não pode ser uma boa filosofia de vida a seguir", lembram?) mas esse ano ela foi embora só pra dizer tipo, tá, agora cresce vadia.
MAS AGORA, AS NOVIDADES QUE VOCÊS TANTO QUERIAM OUVIR! Eu sei que vocês só querem saber de One More Time bonitos. Então a novidade principal é que essa semana é a última Semana de One More Time. Não sei se eu fico triste ou feliz. Depois disso, vem a parte de revisões. Eu vou só arrumar umas coisas porque eu não esperava que eu ficasse tão satisfeita com a história quanto eu estou. É incrível e ao mesmo tempo extremamente assustador. Eu sinto que eu fiz o meu melhor, e ao mesmo tempo meu melhor parece tão pouquinho. Eu sei, sou incrível. Incrivelmente insegura. Só... vou calar a boca.
A outra, e última novidade sobre One More Time, é:


Graças a minha lindíssima, fada madrinha, Stephane (dona do O Pote De Glitter Rosa e escritora dos futuros bestsellers A Princesa da Terra), One More Time, tem oficialmente seu nome em português e o nome sob o qual será publicado: 
Apenas mais uma vez.
Assim que essa semana acabar e a história entrar na fase de revisão, esse será o único nome pelo qual o livro será chamado. Como vocês sabem, é uma trilogia, porém a publicação do segundo livro depende do sucesso do segundo. Mas não se preocupem, eu dei um jeito de a história soar como terminada no livro 1 caso o livro 2 nunca chegue a ser publicado. E mesmo que eu não consiga publicar nem o primeiro livro, eu não vou desistir de publicar uns bestsellers. Quer dizer, oooi, eu sou a próxima Carrie Bradshaw e todo mundo sabe disso.
G.

AAAh, esse é o post de número 199. Sabem o que isso significa? Que o próximo é o Especial de 200 posts. Pra isso o blog precisa chegar a 10.000 views (Até a postagem desse post o blog tinha 9820), e depois disso, o post pode aparecer a qualquer momento, de surpresa. Fiquem de olho.
Your G.

05/04/2013

Beijos (ou nem tão beijos) Infernais (ou nem tão infernais)

Hey yo. É isso aí, já que o blog realmente chegou a 9700 visualizações, aqui está mais uma resenha de um livro gótico. Ou nem tão gótico assim.
Antes de explicar isso, eu preciso dizer uma coisa: Como a galera do twitter já sabe, coisas realmente incríveis aconteceram e eu quero postar um Update pra atualizar vocês sobre tudo, maaaaaas eu só vou voltar a postar no blog, quando a page (que agora tem nome de usuário - its.my.melodie - pra ser mais fácil de achar e tá bem mais movimentada e cheia de novidades) chegar a 100 curtidas. Tá pertinho, já que até o momento em que esse post foi terminado a page tinha 97 curtidas.
Enfim, pra explicar porque eu acho que o 3º livro da série Infernais (série de coleções de contos sobre criaturas infernais - no geral vampiros) não é assim tão gótico, eu vou criticar conto por conto, com informações adicionais.
N/A: Nunca foi dito - pelo menos que eu tenha conhecimento - pela editora dos livros ou pelos autores que as coleções de conto são góticas, mas quando a proposta dos livros envolve criaturas e lugares místicos ela é automaticamente colocada nessa definição ou redirecionada para ficção de horror.

Luz do Sol - Richelle Mead
Luz do Sol foi um conto que particularmente me interessou quando eu vi que era sobre Strigois - vampiros mortos - e Morois - vampiros vivos (ou Strigoi Vii e Strigoi Mort, eles fazem parte do folclore romeno aka folclore que inclui mais vampiros aka folclore mais legal). O conto é realmente gótico e tem uma história doce e envolvente, o único problema é aquilo que sempre acontece em um conto que não é escrito com dedicação exclusiva (como aconteceu comigo em Embaixo do Sol): o fim ficou muito abrupto. Tipo, a gente passa um bom tempo explicando a história do personagem, mas percebe que se a história tiver tudo que a gente quer que tenha vai dar um livro, não uma short story, então a gente dá um fim lógico, mas muito rápido e acaba cortando o ambiente da história no meio. (Perceberam como eu já falo na 1ª pessoa. To me achando A escritora. Tadinha de mim).

Ressuscita-me - Alyson Noel
Ok, vocês sabem que a Alyson é minha escritora viva preferida, mas vamos combinar que quando se trata de literatura gótica, ou você sabe envolver na história ou não. Acho que o erro da Aly foi uma tentativa desesperadora de colocar na cabeça das pessoas que a história era gótica, citando histórias góticas, o amor da personagem principal por histórias góticas, citando a mãe gótica do mocinho, isso tudo ficou muito muuuuuuuuito forçado. E no fim das contas, a história nem gótica ficou. Não me entendam mal, é uma história de amor e conexão linda do jeito que as histórias da Alyson são, mas não pertence ao gênero, eu sinto muito. Mas, foi o único conto do livro em que o beijo infernal foi parte indispensável da história.

Acima - Kristin Cast
Yay, Kristin Cast, House Of Nights, popular, o conto deve ser bom, certo? Sinceramente eu não sei. Eu juro, eu não entendi praticamente nadinha. Sei que a Rheena é um ser místico e que o Sol um assassino que depende das mortes de seres místicos como ela pra sobreviver. Tá bom, mas de resto? Não me entendam mal, tá mais que óbvio que ela é muito talentosa e que o conto (apesar de parecer mais um poema de versos brancos) era mais do que gótico, MAS CARAMBA QUE CONFUSÃO. Ela misturou os diálogos e os pontos de vista e apesar de ser inteligente, é o tipo de história que os pseudonerds fingiriam que entenderiam só pra poder se mostrar mais inteligentes que o resto. Eu tô com medo de ler House of Nights.

Caçando Kat - Kelley Armstrong
Caçando Kat é um dos melhores contos, e apesar de eu achar que o gênero tá mais pra ficção cientifica com aventura. Além disso, o único erro é: MAS E O BEIJO? A única coisa que acontece é a vontade da Katiana de beijar ele, mas beijo que é bom, nadinha. E considerando o título do livro...

Lilith - Francesca Lia Block
THERE'S A GENIUS AMONG US! Basicamente, Lilith é um dos melhores contos ATUAIS que eu li em um bom tempo. (apesar de eu ser suspeita pra falar já que eu tenho uma quedinha por súcubos e íncubos) Só que ele não é gótico. Pra mim, pode ser adequado a categoria ficção de horror, já que realmente dá medo e os personagens possuem características não só infernais, como também defectivas, por assim dizer. A história é envolvente e de tirar o fôlego, mas não leia antes de dormir se você é do tipo que sonha com essas coisas (eu não sou).

É isso. Essa foi uma das resenhas mais críticas que eu já fiz o que diz muito sobre a pessoa que eu estou me tornando.
Pra finalizar o longo dia cheio de coisas, eu quero falar sobre o que eu percebi essa semana e até falei no twitter: eu estava discutindo comigo mesma (se você é novo aqui, sim, eu faço isso o tempo todo) sobre a possibilidade de eu escrever um conto gótico já que eu não me considero suficientemente talentosa pra escrever um bom, quando eu percebo uma coisa que eu fui lerda demais pra perceber em semanas: Meu primeiro conto foi gótico. O conto em questão é Haunted - Assombrada que foi postado no halloween de 2011. Eu só tinha 13 anos quando escrevi e ele é bem bobinho e está cheio de erros e não é nem de longe o que eu, como leitora, consideraria um bom conto gótico, mas eu escrevi e já está escrito (avá), então eu não sei se eu faço uma versão atualizada pra celebrar meu amor por ficção gótica ou deixo assim mesmo. O que vocês acham? A opinião de vocês é a que conta. Só lembrem que eu tenho muita coisa pra fazer então sabe-se lá quanto tempo eu levaria pra atualizar e se ninguém disser nada eu vou desistir de atualizar. Se vocês lerem o conto, por favor, comentem e digam a opinião sincera. EU DISSE OPINIÃO SINCERA.
É isso. Não deixem de curtir e divulgar a page se quiserem o update logo.
Amo vocês, especialmente a Raquel e a Amalia.
G.

02/04/2013

Bram Stoker's Dracula.

Jonathan Harker é um procurador recém promovido, que viaja até a Transilvânia (região da Romênia) no lugar de seu chefe doente para ajudar o sinistro Conde Drácula a comprar uma casa em Londres. O que ele não pode imaginar é que a partir do momento que ele chegar ao castelo, sua fé vai ser colocada em prova. Junto com sua alma.
Drácula, o maior romance gótico da história, foi publicado em 1897 (101 anos antes de eu nascer, yay) por Abraham "Bram" Stoker (eleito o autor menos conhecido de um clássico) e alcançou proporções gigantescas, mudando o ponto de vista das pessoas sobre quem são os vampiros e como eles aparentam. Literalmente milhares - talvez milhões - de adaptações e versões de diferentes tempos foram feitas e toda ideia que se faz sobre o vampiro clássico (que não aparece em espelhos, que dorme em caixões durante o dia, que não gosta de alho e de "elementos santos", etc) veio de Drácula. O livro foi escrito após um longo trabalho de pesquisa sobre os vampiros folclóricos, as histórias e contos góticos já escritos até aquele momento (como The Vampyre de Polidori - o primeiro conto de vampiros escrito - e Carmilla de Sheridan Le Fanu - que como vocês sabem, é o primeiro conto moderno de vampiros com uma vampira no papel principal.) e até mesmo pesquisa geográfica, sobre os lugares citados no livro, além de ter sido escrito em um formato inovador (a partir de Diários e documentos dos personagens do livro) e raramente imitado. Todas essas coisas tornam triste o fato de Bram nunca ter podido ver o sucesso de sua obra.
De novo eu só estou dando uma boa introdução a uma resenha de um clássico e o clássico que eu considero o melhor dos clássicos. Eu acho que isso já diz o que eu achei do livro. Tem algo de extremamente brilhante na forma como o livro foi escrito e na história em si. Hoje eu estava tentado dizer uma definição do que são romances góticos, e minha conclusão foi: são romances que te fazem perder o ar, que te envolvem em uma névoa leve e te levam pra lugares completamente diferentes e ao mesmo tempo tão perfeitamente imagináveis. É isso que Drácula faz.
Sua G.

P.S.: Essas resenhas assim tão oficiais são só de clássicos, o próximo livro gótico que eu estou lendo é novinho, então vai ser mais leve.

01/04/2013

This month is about moving on..

Oi guys. Abril finalmente está aqui. Vocês sabem que é meu mês preferido (mesmo o último tendo sido completamente horrível). Eu estava contando os dias pra esse mês começar.
O que define um período de tempo como "bom" não é quanto tempo você passou sorrindo, mas sim quanto você viveu dele. Eu tava pronta pra fazer com que esse mês fosse bom. Com que eu vivesse ele intensamente e mesmo que eu chorasse, cada lágrima me fizesse aprender alguma coisa. O que eu quero dizer com toda essa coisa clichê é que eu comecei meu mês dando um grande e doloroso passo em frente.
As vezes fazer o que é certo machuca e destrói a gente, mas tudo que dá pra fazer é respirar fundo e viver cada dia. Um dia isso vai compensar. Eu acho que eu nunca senti tanta dor. Tanta vontade de sair da minha própria cabeça e dar um grito. Eu queria muito poder desabafar com alguém, mas o que aconteceu é algo tão meu e da pessoa envolvida que eu não quero que ninguém fique sabendo. Então eu preciso sufocar essa dor. Lembrar a mim mesma que esse pedaço de mim que falta, vai me ajudar a crescer. E seguir em frente. Porque é isso que a gente faz, segue em frente até que a gente chegue ao ponto final, onde todas as coisas vão fazer sentido e valer a pena.

"there's no such thing as a goodbye, just see you again at the right time"

Mas falando agora de coisas boas, abril significa ESPECIAL DE ABRIL! (os especiais anuais do my melodie são: especial de fevereiro, de abril - o dia 27 tem um especial dentro do especial -, de inverno e Diário de Bordo). Esse mês tem 200 posts, com surpresas, tem especial do dia 27, com se Deus quiser, participação especial do Will Moseley (outra surpresa, esperem e inverno, quer dizer, verão - PUTZ, ESSA FOI HORRÍVEL!). Além disso, eu estou pensando em novidades, vai ter as resenhas dos meus livros góticos e quem sabe, um conto. Eu tive ideias, mas eu tô meio atolada então eu não sei quando vou conseguir escrever.
E só pra terminar, eu queria falar aqui também (além de já ter falando no twitter e no facebook) sobre isso:

A foto que eu postei no meu Instagram pra divulgar o post sobre o Half The Sky Movement aqui do blog, foi vista e curtida pelo Instagram oficial do projeto. Isso é demais, porque meu post foi a coisa mais boba do mundo, mas foi escrito de coração, então eu tô feliz de ter sido reconhecido.
De qualquer jeito, obrigada por tudo. Eu sei que vocês vão me ajudar a fazer desse mês um bom mês.
Amo vocês,
Sua G.

P.S.: Ontem foi aniversário da Melissa Ordway e eu fiz uma imagem pra ela e postei no Instagram também. Ela curtiu e comentou *-* Ainda não acredito.