Maratona de tops 7 - Parte 1: 7 razões.

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Hey y'aaaaaaaaaaaaaall.
Advinha o que está em formato super dinâmico esse ano? O especial de Tops 7, que eu amo de paixão e é uma das melhores partes do especial de abril do meu ponto de vista. Pra quem tá chegando agora ao mundo do my melodie, aqui estão os links dos especiais de top 7 de 2011 (a primeira parte, das perguntas foi deletada, por motivos desconhecidos) e 2012 (top 60, com tops 7) pra vocês entenderem como funciona.
Enfim, o especial de tops 7 desse ano vai ser divido em 3 partes, que serão postadas durante o mês, a começar com 7 razões. São 7 tops 7 com 7 razões para alguma coisa. A começar por:

7 razões pelas quais você deveria amar literatura gótica. (é óbvio que eu ia começar com isso)
1. É cult. Isso é um ótimo motivo porque todo mundo quer ser cult ultimamente e ninguém consegue ser. Tipo, nem eu. Seriously. Não dá pra manter uma boa reputação de cult se seu filme preferido é da Disney (Ah, esqueci de avisar, meu filme preferido voltou a ser Ice Princess. Porque? Porque não importa quantos filmes eu veja sempre vai voltar a ser, porque não dá pra amar nenhum filme mais do que eu amo Ice Princess. Só isso)
2. É envolvente. Se você não é do tipo que fica com medo até da própria sombra depois de ouvir a palavra vampiro, eu te desafio a ler um conto gótico que seja, sem ficar perdidamente apaixonada e querer ler mais.
3. É cultura. Um bom romance gótico necessita de muita pesquisa de campo antes de ser escrito, logo quando você lê você aprende muita coisa que não esperava. E se você não souber nada de história e nem de folclore (tipo se tudo que você sabe sobre vampiros veio dos livros da L.J. Smith ou de Crepúsculo) nem tente escrever.
4. É sexy, sem ser vulgar. Eu não resisti, sorry. Talvez eu tenha um gosto muito estranho, mas sabe, aquela parte de Drácula (pra quem já leu claro) em que a Mina narra detalhadamente o que aconteceu e a sensação de quando ela foi batizada com sangue? Eu sei que era pra eu tremer de medo, mas a única coisa que eu conseguia pensar era em como aquilo era sexy. Quer dizer, quer coisa mais sexy que um vampiro de milhares de anos te punindo, fazendo com que assim que você morrer você volte para ser só dele? Tem? Eu vou dizer: não tem. Só o Chace Crawford sem camisa talvez, mas isso é papo pra outro top 7.
5. Ninguém vai saber do que você tá falando. Eu considero isso um bom motivo, menos a parte onde eu não tenho ninguém com quem conversar sobre o assunto.
6. Você vai descobrir coisas que não sabia sobre o mundo. Vai ser menos julgador e menos parcial sobre alguns assuntos. Confia em mim. (Eu já era assim antes da literatura gótica. Só que eu era demais, e não conseguia defender meu ponto. Agora eu melhorei nisso, mas é outro assunto.)
7. Dá pra assustar todo mundo com isso. Ah, vocês acham que não? Já perdi as contas de quantas vezes eu já assustei gente citando a literatura gótica. Por exemplo, quando eu falo que o fim de Carmilla, o corpo da condessa Mircalla é encontrado após cem anos, sem nenhum sinal de decomposição e submerso em 7 polegadas de sangue, praticamente todo mundo fica tipo "Que macabro!". É, é macabro mesmo.

7 razões pelas quais eu sou considerada estranha e socialmente inadequada.
1. Eu amo literatura gótica, filmes feitos para TV, TODO TIPO de série de TV, especiais médicos do Discovery e músicas norte-americanas "ruins". E vamos fingir que essas são boas razões.
2. Eu tenho opiniões demais e sobre tudo e raramente consigo manter um ponto de vista único, porque sempre quero manter uma visão mais aberta. E isso faz com que as pessoas eu saia como a "errada" sempre nunca discussão.
3. Ficar em casa vendo filmes e séries e escrevendo durante todas as férias, são férias perfeitas pra mim. Enquanto todo mundo só fica reclamando por não poder sair de casa.
4. Eu tenho 15 anos, sou bv e não dou a mínima pra isso. Não que não seja normal ser bv aos 15 anos hoje em dia, porque é e muito, mas a maioria das meninas que é bv aos 15 acha que tem alguma coisa de errado com elas. Eu não tô nem aí. Não que eu seja anormal, deixa eu explicar: Quando eu entrei na quinta série (na época ainda não chamavam de 6º ano, apesar de já ter esse nome) eu tinha só 10 anos e já era a única aluna bv da turma. Eu cheguei a quase ser forçada a beijar um dos meninos mais nojentos que eu conheci (na verdade eu fui forçada, mas o beijo atingiu o queixo). Era tanta pressão (e minha mãe nunca me deu uma idade certa pra começar a namorar, ela disse que quando eu tivesse pronta tudo bem) que eu acabei entrando no jogo, mas como eu ainda tinha princípios, eu tentava ficar convencendo a mim mesma de que tal e tal garoto era o certo pra mim. E mesmo que nenhuma dessas paixonites tenha dado certo, levou 3 anos pra eu desencanar da coisa toda. Aí eu fiz 13, criei o blog, resolvi ir pra NY, virar escritora e ser editora chefe da Teen Vogue e parei de me preocupar com garotos. Quer dizer, mais ou menos, tem um garoto daqui que eu gosto desde os 13, mas já faz 2 anos, a gente mal se fala e eu nem ligo. Na verdade, 2 semanas atrás eu disse literalmente que não ligo de nunca beijar um garoto na vida se eu tiver meus bestsellers publicados.
5. Eu amo as comidas mais estranhas do mundo. Eu coloco margarina em tudo, creme de goiaba em tudo, queijo em tudo. Sou viciada em todo tipo de recheio de pão (meus preferidos sendo molho Billy & Jack, geleia de uva e creme de goiaba), todo tipo de fruta e de carne e misturo os três como se não houvesse amanhã. Tipo, eu pego um pedaço de fígado, jogo creme de goiaba por cima, corto uma maçã e coloco os pedaços em volta. E eu achava que todo adolescente fazia esse tipo de coisa (a Miley fazia), mas parece que não.
6. Eu tiro notas baixas em Educação Física e Biologia. (Antes que me xinguem, eu não posso fazer aula prática em Educação Física então minha nota é só na prova teórica) Todo mundo acha essas matérias tão fáceis e eu vivo pra xingar as mães dos biólogos e dos inventores de esportes. Eu gosto de dizer pra mim mesma, que por serem matérias fáceis, meu cérebro brilhante é subestimado e ignora esse tipo de coisa (e vocês não venham estragar minhas ilusões desmentindo isso). E tipo, biologia eu ainda entendo porque eu tenho que estudar, já que realmente faz diferença na minha vida, e eu até entendo a lógica de muita coisa, mas EDUCAÇÃO FÍSICA? Porque diabos dão teoria disso? Ok. Exercícios fazem bem pra saúde então aula prática de educação física é saudável. Mas se eu não posso fazer, eu também não quero aprender quem criou o futebol, porque isso não vai mudar nada na minha vida. Até porque eu odeio futebol, e meu ódio só aumentou depois da história do museu do índio: o governador desse lindo estado em que vivo, queria derrubar o Museu do Índio por causa do Maracanã. DERRUBAR UM PRÉDIO QUE EXALTA A CULTURA DO POVO QUE VIVIA NO BRASIL ORIGINALMENTE, E QUE FOI DESPREZADO DESDE ENTÃO E CUJA TRIBO DEU NOME AO BAIRRO ONDE FICA A MERDA DO ESTÁDIO, ASSIM DANDO TAMBÉM O APELIDO DO ESTÁDIO, NO QUAL ELES ESTÃO GASTANDO MAIS DE 1 BILHÃO DE REAIS E EM TRÊS ANOS NÃO REFORMARAM MERDA NENHUMA, SÓ PRA 22 HOMENS CORREREM ATRÁS DE UMA BOLA! E antes que vocês falem qualquer coisa, eu sou tataraneta de índios - é daí que vem meus olhos que quase ninguém na família tem - então eu estou diretamente ofendida. O fato é, eu odeio Educação Física.
7. Eu passo 90% do tempo em um mundo só meu. Se você tem talento pra qualquer tipo de arte, entende a sensação. Escrever é como respirar pra mim. Eu entro no meu próprio mundo e pra me tirar de lá você precisa de muita força. Eu só faço uma pausa de escrever, porque se eu só ficar escrevendo 24h por dia, eu vou morrer e morta eu não vou poder mais escrever (eu acho) então isso não seria legal.

7 razões pelas quais filmes para TV são melhores de assistir.
1. É de graça. Dã.
2. Você pode ver a estréia ao vivo sem ninguém gritando quando o mocinho tira a camisa. Se vocês assistiram qualquer um dos filmes da Saga Crepúsculo (especialmente Amanhecer - Parte 2) entendem porque é melhor.
3. Ninguém vai ficar te enchendo o saco por ainda não ter assistido o filme, porque ninguém provavelmente viu também. O vicio em filmes para a TV ainda é meio exclusivo, então aproveite a viagem.
4. Logo no inicio os canais passam 37489347349734974309743432 reprises. Da pra assistir todo santo dia, até decorar as falas. Depois vai passar um bom tempo sem passar, mas uma hora eles passam de novo e reprisam mais 1293293239273 vezes.
5. Os DVDs de filmes feitos para a TV invariavelmente custam 12,90. Então se você viciar no filme, nem fica pobre quando comprar. A menos, é claro, que seja um filme da Disney (tipo, Radio Rebel, Lemonade Mouth ou As Fabulosas Aventuras de Sharpay) ou, se você for como eu, um filme antigo demais para ser encontrado a venda (eu dou meu carro pra quem me der O Diário de uma Adolescente - Read It and Weep - de presente.)
6. As trilhas sonoras resumem-se em músicas trash - nem sei se isso é um termo válido - de letras muito legais e fofinhas com um significado único. E diga olá às bandas e cantores que ninguém conhece e vão mudar a sua vida (Kimberly Cole)
7. Seu conhecimento do mundo dos famosos vai aumentar consideravelmente. Sabe aquela atriz que você adora e que fez aquele filme no qual você se acabou de chorar no cinema? Existem 97% de chances de ela ter feito um filme para TV bem ruim, sobre o qual ela nunca fala. É o caso da Kate Hudson.

7 razões pelas quais o frio é mais legal. (Tirando as óbvias que todo mundo já fala).
1. Você fica mais inteligente. É fato que o raciocínio lógico é muito mais rápido quando o calor não tá tentando mudar o estado físico dos seus neurônios.
2. Você não precisa trocar seu pijama confortável pra sair de casa, é só colocar noventa casacos pro cima.
3. Sorvete é mais barato. Aí você pergunta: quem é maluco de tomar sorvete no frio? Eu eu te digo: uma nação inteira. A raspadinha (slushie) é uma bebida feita com gelo e tipica do inverno norte americano. E lá, >neva<. Na verdade, o certo seria comer frios no inverno e quentes no verão pra que seu corpo não sofra um choque térmico. Claro que ninguém faz isso porque é muito desconfortável, mas as chances de que você se resfrie tomando sorvete, são muito maiores no verão que no inverno. (#theperksofbeingfilhadeenfermeira)
4. Conta de luz diminui, mais dinheiro pro seus pais te mimarem. Minha mãe já tá avisada que meu guarda-roupa de casacos vai ser completamente reformado, já que TODOS, com exceção do meu cardigã tão pequenos demais pra mim. Até meu moletom, e moletons tem que ser sempre maiores.
5. Durante as férias de inverno, motivos para sair da cama são inexistente.
6. Como ninguém quer sair de casa, a programação da TV melhora em 50%. Sério. Tem maratona de séries o tempo todo, todas as premiações são exibidas e reprisadas.
7. Como as pessoas comem mais no inverno do que no verão, novos sabores de-tudo-que-existe-pra-comer-nesse-mundo são criados.

7 razões pelas quais a escola é apenas tortura medieval. (top 7 mais polêmico e cheio de revolta)
1. QUÍMICA. Preciso dizer mais alguma coisa?
2. Grande parte das coisas que eu aprendo na escola, eu já sabia porque eu leio muito. Mas como eu sou a exceção e não a regra...
3. Essa história de que a escola serve para a sua adaptação social é a maior mentira deslavada  da história da humanidade fruto de uma convenção ridícula. Porque o que a "sociedade" da escola ensina provavelmente vai destruir a "sociedade real" da próxima geração. Vamos imaginar a seguinte situação: Você é uma menina e um garoto na escola passa a mão na sua bunda enquanto você anda pelo corredor. Você vai na diretoria reclamar. O que você acha vai acontecer?
a) O diretor vai na sua sala dar um sermão na turma inteira, te fazendo perder tempo pra aprender a matéria que vai cair na prova, sem fazer mais nada além disso.
b) O diretor vai dar uma bronca severa no aluno e o suspender porque o que ele fez é um crime.
c) Dizer que é só uma brincadeira de adolescentes e fazer você se sentir idiota por fazer com que ele perca seu tempo.
Lá na escola, a primeira situação é mais provável, mas em alguma das outras que eu já estudei a terceira que era. Até onde eu sei, assédio sexual é crime e sendo nas dependências da escola, algum tipo de punição deve acontecer. Na vida real, um processo teria causa ganha, mas com esse tipo de reação a escola ensina que se importar com o fato de ser assediado, oprimido, humilhado, ou maltratado é idiota. Um garoto que passa a mão na bunda de outras garotas que não querem isso como se isso fosse só brincadeira e elas as idiotas por se importarem, em alguns anos vai estar estuprando colegas de trabalho e se achando certo por isso. Ok. Talvez eu esteja sendo parcial, porque eu já vi esse tipo de coisa acontecer (não comigo, eu praticamente tenho professores particulares porque eu sempre tô de fora das coisas da escola), mas a questão é: apesar da escola ser o lugar onde a gente deveria aprender a como se portar na sociedade (os valores a gente aprende em casa, como aplicar eles na vida a gente aprende na escola), ela NÃO tem cumprido esse papel, porque tá ocupada demais dando advertências porque os alunos se atrevem a ir de calça jeans pra escola.
4. De certa forma, a escola bloqueia nossa capacidade de aprender coisas diferentes. Nesse caso, não acho que a culpa seja da escola e sim da sociedade que ensinou isso. Hoje em dia as pessoas automaticamente deduzem que tudo que elas precisam aprender na vida, está dentro da escola, então não se esforçam pra expandir os horizontes com outras coisas. E é desse jeito que as pessoas não descobrem seus talentos e acabam se tornando médicos, advogados e engenheiros frustrados que entraram na profissão porque hoje em dia dá mais dinheiro.
5. A escola oprime. Eu te desafio a achar uma escola no país que tenha projetos de artes livres. Eu tô falando de feiras de arte e grupos de artes que se reúnam depois das aulas onde você pode ser você mesmo, dizer o que quiser, ter liberdade de expressão, pintar, escrever, compor uma música, criar um filme e mostrar quem você é de verdade. Não existe. Não aqui no Brasil pelo menos. As escolas aqui basicamente atiram na sua cabeça tudo que você tem que aprender, te entopem de provas, aulas extras, projetos para o vestibular e se você resolve que essa noite não vai estudar pra poder respirar um pouquinho e se divertir KABOOM você tira 4 na próxima prova. O que as escolas tem que aprender é: nós somos crianças e adolescentes com imaginação e hormônios demais e vontade de seguir regras de menos, então se você transforma nossa vida em um MANUAL DO QUE NÃO FAZER a gente se frustra e faz merdas pra poder não explodir. E depois se perguntam porque o alcoolismo, a depressão e o suicídio entre os adolescentes aumenta a cada ano. Quer dizer, dãã.
6. Atualmente, as escolas ensinam os valores errados. Estou falando de professores mal preparados, regras estúpidas, e funcionários agindo de forma errada. Se as pessoas que tem autoridade sobre nós durante a adolescência são os espelhos de quem seremos como adultos, eu lamento dizer que a sociedade futura está COMPLETAMENTE FERRADA.
7. Superestimação dos "que tiram nota alta" e subestimação dos "que tiram nota baixa". Vai soar como uma reclamação estúpida mas é frustrante. Vamos lá, todo mundo sabe que eu sou "A aula quietinha" da sala. Não que eu seja CDF (cdfs geralmente estudam e eu nem lembro de ter aberto meu fichário em casa esse ano), mas quando eu não tô estudando na sala da aula, eu tô lendo e não conversando com meus colegas. Isso faz com que os meus professores me amem e me deixem em paz. Agora vem a coisa toda: Eu não faço dever de casa, eu não estudo em casa, eu já passei várias aulas inteirinhas mandando mensagem, essa semana eu fiquei no celular um tempão durante as aulas de redação e artes. EU NÃO SOU A ALUNA PERFEITA mas eu tenho esse status simplesmente porque eu tiro nota alta e não converso. Os professores deduzem que eu fiz dever de casa, deduzem que eu estudei para a prova, deduzem que eu tô com a cabeça abaixada pra ler. Eu basicamente posso fazer o que eu quiser na sala de aula, e desde que eu não converse, ninguém liga. E a parte frustrante é que: tem muita gente lá na sala que estuda feito o cão, que tem sonhos incríveis de fazer faculdade do que ama ou de ser bem sucedido aqui mesmo, que quer mudar o mundo do seu próprio jeito, gente que nem sabe que eu sei dessas coisas, mas que eu admiro muito porque observo a distância, mas SÓ PORQUE ESSAS PESSOAS CONVERSAM NA SALA DE AULA e não conseguem se sair tão bem nas provas, os professores não perdem a chance de tirar de sala e encher de advertência, se a pessoa respirar alto durante a explicação. Entenderam? Os professores veem os alunos como robôs: os que eles avaliam com defeito eles tentam concertar, e o que eles consideram perfeitos eles ignoram mesmo que dentro haja uma bomba prestes a explodir. Eu sei que os professores dão aula pra centenas de alunos e não podem tratar de cada um individualmente, então criam uma espécie de "esteriótipo de aluno", mas é exatamente por isso que a escola é tortura medieval.

7 razões pelas quais eu amo escrever.
1. Pesquisa de campo. Dizem que para escrever uma página, você precisa ler dez livros e é verdade, mas não literalmente. O conhecimento que você precisa ter pra escrever uma página é que é tirado de dez livros. Lembram o que eu disse sobre Drácula? Precisou de muita pesquisa pra poder ser o clássico que é. Pesquisa geográfica, história, cientifica, linguística e até matemática são necessárias pra se escrever uma boa história. E não adianta usar liberdade poética pra justificar porque você disse que a Inglaterra faz fronteira com a Itália na sua fanfic.
2. Me dá o status de artista. As 7 artes são: Música (som), Dança/Coreografia (movimento); Pintura (cor); Escultura (volume); Teatro (representação); Literatura (palavra); Cinema, então se você realiza qualquer uma das artes ou tem talento pra elas você é artista. (Obs.: Qualquer arte relacionada aos elementos entre parênteses estão inclusas na arte em questão. Exemplo: Um desenho gráfico, inclui-se em pintura e culinária se inclui em praticamente todas).
3. Sou eu que mando na coisa toda. Eu sou uma pessoa controladora, e quando eu estou escrevendo, sou eu que digo em que direção as coisas vão. Acho que é por isso que apesar de todo mundo xingar os escritores de séries como o Ryan Murphy e a Julie Plec, eu não ligo muito (o Tim Kring eu xingo, mas só porque ele matou a Elle. O cara é um gênio. Um gênio psicopata, mas os melhores gênios tem um lado psicopata). Eu entendo a sensação de poder controlar a coisa toda e ainda ver as pessoas pirando porque a história tá tomando um romo completamente maluco e inesperado.
4. Me distrai. Todo mundo me enche o saco porque eu passo muito tempo no computador, mas eu passo 90% desse tempo escrevendo (e os outros 10% com meus amigos, então eu não sou tão anti social assim). E vocês acham que eu teria acabado a terapia, se eu não pudesse escrever? Se eu não tivesse isso pra fugir? Se eu não gastasse minha energia nisso ao invés de outras coisas? Eu tenho 90% de certeza de que eu seria uma adolescente drogada se não tivesse talento pra escrever. (e pra fazer drama).
5. É cult. De novo Giulia? Sim, de novo sim, tá reclamando? Ser escritora aos 15 anos é muito cult, e eu não tô falando de fanfics. Se eu consegui mesmo (eu tenho que parar de usar o se de uma vez)  publicar Apenas mais uma vez aos 15 ou aos 16 anos, vocês tem noção de quão cult eu serei?
6. Faz com que eu me sinta integrada. O fato de eu realmente ter um talento - e ter descobrido ele tão fácil - faz com que eu saiba que tenho meu lugar no mundo. A questão agora é só saber se serei aceita nesse lugar.
7. Eu posso treinar meu autógrafo. Eu já tenho o autógrafo certo, mas só vou saber se vai ficar legal se pedirem então pode pedir.

7 razões pelas quais escrever tops 7 é legal.
1. Você pode redefinir suas preferencias.
2. Você pode se revoltar.
3. Você pode mostrar sua opinião ao mundo. Ou só aos leitores do seu blog furreca.
4. Você pode enrolar até terminar o top 7 porque você não tem mais o que dizer.
5. E aí você pode fazer isso de novo.
6. E de novo.
7. Até acabar.

G.

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