29/05/2013

Não matem o mensageiro. Ou matem, sei lá.

Olá mundo. Eu sei, eu sei, eu sou a blogueira mais negligente da face da terra. Eu abandonei vocês e não postei o weekly e não disse mais nada depois de you shouldn't be here tonight. Maaaas, eu tenho um excelente motivo: eu tô de castigo. Quer dizer, mais ou menos.
Eu sei o que vocês tão pensando: "Mas você, Giulia, a filha perfeita?" É, só que minha mãe não acha isso. Digamos que eu tenho passado tempo demais no notebook, então ela cortou isso de mim, levanto a fonte de energia do notebook (e isso já faz uma semana!!!). Então agora tudo que eu tenho é o computador. (porque meu celular tá mortinho da silva já que o cabo que eu comprei pra ele era barato demais pra funcionar direito e a bateria dele já era. Mas eu só preciso de um cabo novo) E o caso é que eu odeioooooooooooooo digitar no teclado do computador. Só de pensar me dá agonia. Na verdade, eu odeio quase tudo sobre ficar em um computador. Me da nervoso ficar o dia todo no quarto, a mania da minha irmã tem de ficar dizendo que quer mexer, mesmo que eu esteja tentando evocar as forças da terra pra me ajudar a escrever qualquer coisa, ter que ficar parada... Aliás, eu criei uma mania de andar até o quarto da minha mãe, olhar pela janela e voltar sem motivo nenhum. Acho que eu tenho autismo.
Então eu tenho feito edições, lido, mudado tudo no blog (tecnicamente eu só mudei a cor, mas na verdade eu mudei o template), e a única coisa que eu consigo escrever, e mesmo assim me obrigando muito, é NY Dream. O caso é que sem meu note, eu também estou sem meus arquivos. Sem meus rascunhos, minhas imagens, meus "RABISCOOOOS!!!!!!" (que é como eu chamo meus trechos soltos de textos. Coisa de artista, não tente entender).
E também tô sem as imagens do Army. :( Eu sei, é triste. Eu nem pude editar nada por isso. E é por isso que não vai sair dia 31 como eu queria, e sim mês que vem. Agora tudo sobre o blog tá empacado e deixando uma confusão imensa na minha cabeça. E o pior: mês que vem começa o inverno. Ou seja, tem especial de inverno. E ainda tá tudo empacado.
Sem falar nas fics né, Rewakening tá quase com o símbolo de abandonada, Twenty-Five tá perto do fim da primeira temporada, mais empacada e pra Songs só falta o epílogo, mas ele tá no notebook.
A única parte boa, é que eu vou pra um retiro espíritual esse feriado.. Não, mentira. Eu vou em Araruama ver meu priminho que nasceu. E depois de dois dias inteiros sem comunicação com o mundo exterior (maldita falta de celular), eu acho que vou receber meu notebook de volta. Eu mereço depois dessa provação, não mereço? Se eu receber mesmo, eu vou tirar o sábado todo pra organizar as coisas do blog. Então não vai ter weekly de novo, maaaaaaas, talvez eu faça um post sobre a viagem e além disso, vai me ajudar a postar logo o post da army.  E outra, ainda tem crítica vindo aí dos livros que eu comprei. Enfim, era só isso que eu queria dizer. Se eu sumir muito, ainda tô sem o note.
Agora eu vou arrumar minha mala, antes que a minha mãe chegue e eu acabe indo presa. (precisei atualizar o post e ela acabou chegando. Alguém me socorre!!!)
Love ya,
g.

21/05/2013

You shouldn't be here tonight

"Sua luxúria horrível para sangue vivo fornece o vigor de sua existência vigília. O vampiro é propenso a ficar fascinado com veemência cativante, assemelhando-se a paixão do amor, por pessoas particulares. Em busca desses, ele vai exercitar a paciência inesgotável e estratagema, para o acesso a um determinado objeto de desejo." - Carmilla

 A 9ª sinfonia de Bethoven deveria ser considerada uma espécie de tortura antiga, era isso que ela pensava esperando o ônibus, com a melodia ainda ecoando na cabeça. Aquele dia, a aula de piano havia sido especialmente tortuosa, mesmo que pelos últimos 7 anos, Olívia tenha percebido que esse tipo de humor cruel vindo da Senhora Matos é bastante comum.
O ônibus está atrasado 30 minutos e provavelmente nem virá, com a chuva toda que está caindo. Sem falar na neblina que parece ter tomado conta de todos os lugares. E o pior é que Olivia não tem opção nenhuma, além de ficar no ponto de ônibus esperando a chuva passar. É isso que ela odeia no inverno na serra. Tanto frio que fica completamente inviável sair de casa. Só que ainda assim, o Padre Henrique a obriga a fazer aulas de piano então, ela não tem opções.
Enquanto pensa, percebe que um gatinho só um pouco maior que um rato e completamente preto vem andando devagar pela rua e para, embaixo da proteção. Salta para o banco e se acomoda no colo de Olivia, sem pedir licença. Olívia entra na brincadeira e começa a acariciar o gatinho até que ele começa a ronronar.
- Você tá tão molhado. - Ela diz dando tapinhas na cabeça do gato. - E deve estar com frio com certeza. Você não tem coleira, seria um bom amigo. - Ela levanta o gatinho em sua frente e ele (ela) grunhe - Desculpe, uma boa amiga.
Olivia ri e coloca a gatinha sobre seu colo outra vez, acariciando seu pelo suave e a gatinha acaba dormindo. A chuva diminui e o céu se abre devagarzinho. Continua frio, mas Olivia tira seu casaco e enrola a gatinha que dorme e anda até a igreja pela rua molhada. Quando termina de andar os dois quilômetros, está com as bochechas vermelhas e tremendo de frio. Aperta a gatinha contra o peito e sobe as escadarias que ficam atrás do altar indo até seu quarto no sótão. A gatinha acorda e salta do colo dela, andando pelo quarto.
Olívia foi encontrada em frente à catedral da cidade quando era um bebê de colo. E pelos últimos 13 anos viveu lá, entre os padres e freiras da igreja ajudando na manutenção e na preparação das missas. Mas odeia isso. Só continua na igreja e ouvindo os padres porque não tem opção além de viver lá. Se as pessoas já não se aproximam dela por ser a "garotinha da igreja" imaginem como ela não seria tratada se fosse uma moradora de rua? Não, obrigada, prefiro ter um lugar pra dormir toda noite, é o que ela sempre diz quando pensa em ir embora.
- Certo. - Olívia diz baixinho. - Não faça barulho. Eles não podem saber que você está aqui, ok? - Então olha o relógio. Quase na hora da missa das 18h - Eu volto mais tarde com leite e alguma coisa pra servir de cama.
A gatinha solta um miado leve, como resposta. Olívia gira nos calcanhares e sai do quarto.

- Olíviaaaaaaaaaaa. - O som do nome dela ecoa pelas escadas e por toda igreja vazia, quando ela ajuda o Padre Moura a fechar as portas depois da missa das 18h.
- Vai lá, querida. - O padre mais gentil diz com um sorriso. - Não é bom deixar o Padre Henrique esperando.
Olívia corre até a lavanderia e pega os pijamas que deixou dobrado em cima da máquina e então corre até o quarto do padre.
- Que demora garota. - Padre Henrique exclama quando ela entra no quarto. - Parece surda.
Olivia coloca as roupas em cima da cama.
- Eu estava ajudando Padre Moura a fechar a igreja.
- Sempre. Sempre com Moura. Sempre ajudando a ele. - O padre rechonchudo, se inclina e pega a garota pelo rosto - Escuta aqui, Olivia. Fui eu quem peguei você naquela chuva e levei pra casa como se fosse um cachorrinho perdido qualquer. Eu cuidei e alimentei você, de outra forma, você estaria na rua agora. Então mostre seu respeito para comigo e não para com o Padre Moura.
Olívia se desvia dos dedos dele.
- Deus disse que nós devemos ajudar os necessitados padre, então o senhor não fez mais do que a sua obrigação.
O Padre solta uma risada sarcástica.
- Deus também disse pra nos mantermos puros e não para nos tornamos a vadiazinha de um dos homens que dedicaram a sua vida a Ele.
- É isso que o senhor diz para as mulheres que encontra do outro lado da ponte toda sexta-feira a noite, padre?
A bofetada leva Olívia até o outro canto do quarto e faz com que ela bata a cabeça contra o chão e corte a testa.
- RESPEITO NÃO SIGNIFICA NADA PRA VOCÊ, GAROTA? - O Padre diz a puxando pelo cabelo e atirando fora do quarto. - Sua boca ainda vai te matar, Olívia. Ainda vai te matar.
Então ele fecha a porta. Olívia se levanta e sai correndo. Ela sobe as escadas correndo e acaba indo até o terraço da igreja, quase caindo quando esbarra em uma das imagens que enfeitam o telhado da igreja. O choque a deixa sem ar e faz com que enormes gotas de lágrimas caiam de seus olhos.
Olívia sempre levava essas broncas do Padre Moura, mas nunca havia respondido, e ele nunca havia batido nela. Mas dessa vez foi preciso. Ele a havia chamado de vadia. Ela odiava essa palavra. Era assim que as crianças chamavam a mãe dela.
Desde que ela entrou na escola, todos diziam que a mãe dela era uma vadia. Uma vadia que dormiu com um dos padres e por isso a abandonou na igreja. Todos diziam. Mas Olívia não seria assim. Ela não era uma vadia. E ela não podia permitir que o Padre Moura a chamasse assim.
Olívia sente o sangue da testa escorrer pelo rosto até sua língua. O frio corta as suas bochechas quando ela se inclina sobre o parapeito e cospe. Espera que tenha atingido alguém. Silêncio. Uma névoa intensa toma conta do telhado agora. Então ela sente o liquido na boca outra vez e esfrega a testa, irritada.
- Tudo que eu queria era ir embora. - Ela diz pra si mesma, observando a cidade.
- Não é um salto tão alto daqui de cima.
A voz ao seu lado faz com que ela grite e caia sentada no chão. Não é de um dos padres. É uma voz feminina, doce, inocente. Quase infantil, mas com o quê de maturidade.
- Shiu! Não grite! Vai atrapalhar sua fuga, é isso que você quer?
Uma mãozinha pressiona a boca de Olívia a impedindo de falar. Ela está pronta pra morder a mão e sair correndo quando percebe a imagem que está em sua frente. A única definição que surge para ser comparada é a de um querubim. A minúscula criatura de longos cabelos castanhos cacheados e olhos incrivelmente verdes é o mais próximo possível de um anjo que ela já viu na vida. Ao ver o olhar de Olívia, a criaturinha sorri e solta seu rosto. Então pula no parapeito, se pendurando em uma das gárgulas e se balançando pra frente e pra trás.
- Meu nome é Kat. Katerina. - diz suavemente - E eu já fui você. Você acredita em você mesma, mas as pessoas não. Você nunca houve elogios, ou incentivo das pessoas que você admira. E você sempre pensa que é o lixo que eles dizem que você é.
- De onde você veio? - Olívia pergunta a observando com curiosidade.
- Você me atraiu até aqui... Até você. Só você me deu a chance de entrar.
- O que você quer dizer?
- Já ouviu falar que o pensar demais sobre alguma coisa atraí essa coisa pra você? - Kat se balança na gárgula, com um movimento delicado - Eu sou a sua liberdade, Olívia. Seu anjo da meia-noite. Sua salvação desse lugar frio e inóspito. - ela para e coloca o rosto bem em frente ao de Olívia - Mesmo que eu ache que você vai começar a preferir lugares frios e inóspitos, assim que a noite terminar.
Essa frase fez com que Olívia tivesse um mau pressentimento. Seus dedos automaticamente agarraram o crucifixo que os padres a obrigavam a usar. Kat solta a gárgula e salta do parapeito, colocando o rosto bem próximo do de Olívia.
- Qual foi a lenda que você ouviu? - sussurra encarando os olhos castanhos da garota - Vampyr? Strigoii? Chupa-cabra? Lobisomem? Ou você simplesmente leu Crepúsculo? O que a faz pensar que sou um vampiro, Olívia?
Olívia engole em seco. Então sua mão solta o crucifixo.
- O que você é?
Kat ignora a pergunta.
- Crucifixos não funcionam, de qualquer forma. É uma lenda. Está relacionado aos caçadores antigos de vampiros, que carregavam esse tipo de bugiganga. Então vampiros criaram uma repulsa automática a artefatos religiosos. De qualquer religião. Vampiros não possuem religião. Ou política. Ou sentimentos. Sabe o que isso significa? Sem dor, mágoas, medo ou insegurança...
-... Ou amor, ou paz, compaixão...
- ...Mas existe lealdade, conceito de comunidade, união de pessoas unidas pelo mesmo objetivo...
- ...Mas nada daquele sentimento intenso, que faz com que a gente sinta as pernas bambas ou sorria mesmo sem motivos pra isso.
- E você já se sentiu assim Olívia? - Kat rosna, tão próxima que Olívia finalmente consegue ver seus caninos brilhantes sobre a luz da lua.
- Você é uma vampira.
Kat sorri, sarcástica.
- Você é esperta.
Então se deita no chão gelado, ao lado de Olívia, que abraça as pernas contra o corpo.
- O que você quer de mim?
Kat desliza a língua pelos lábios, mas Olívia não vê isso.
- Você já teve uma amiga? - Kat pergunta de olhos fechados.
Uma leve névoa toma conta do terraço.
- Não.
- Então você entende porque essa necessidade de buscar alguém igual a mim.
- Vampiros não tem sentimentos. Não se sentem sozinhos.
- Tente passar 200 anos sozinha. Você vai ver que fica sem sentido em algum ponto. Fica vazio. Qual é o ponto de ter o mundo aos seus pés, se o mundo não sabe disso?
Gotas de chuva gigantes caem na cabeça de Olívia.
- E aonde eu entro nisso?
- Eu quero que você tenha sua liberdade. Sua vingança. Eu quero saber que fiz alguma diferença pra alguém além de mim. - Kat se senta e puxa o rosto de Olívia para sua direção - Eu tenho observado você há dias. Você é linda, esperta, corajosa e tem um coração doce. Isso não vai te levar a lugar nenhum. E essa noite isso ficou provado. Eu estava apenas esperando o momento certo. O momento em que ficasse complicado demais. E já está. É hora de ir embora Olívia. De liberar todo seu potencial.
- O que faz com que você pense que eu vou embora com alguém que eu mal conheço?
- Eu sou tudo que você sempre quis. Eu sou liberdade, independência, lealdade e amizade. Se não fosse para entrar de cabeça nisso você não deveria estar aqui esta noite.
Então Kat salta de volta ao parapeito. Olívia tenta considerar o que acabou de ouvir. Mas sente sua mente enevoada, e as gotas de chuva caindo na sua cabeça não ajudam muito. Apesar de uma parte dela desejar ir embora dali, todos os pensamentos dela giravam em torno dos olhos verdes de Kat. Então Olívia se levanta.
- Faça o que você tem que fazer.
A chuva aumenta. Kat sorri, mostrando os dentes pontudos e brilhantes. Então desliza o braço fino pelos dentes da gárgula, fazendo um corte grande, então mostra para Olivia.
- Você primeiro.
Olívia se afasta, observando todo aquele sangue que se mistura com a chuva e pinga no chão. Kat salta do parapeito e vai até ela.
- Você está com medo? Agora você está com medo? Você pareceu gostar de mim desde o inicio, porque você está com medo agora?
- Eu gosto, mas...
- Se existe alguma coisa em mim que a faça dizer "mas" você não gosta de mim.
- É assustador Kat.
- Eu estou aqui e eu não vou fazer nada que machuque você... - Ela faz uma longa pausa encarando os olhos da menina - A menos que seja necessário a sua liberdade.
- O que você vai fazer?
A expressão de Kat então se torna tomada de dor.
- Eu estou sangrando. - então mostra o braço - Você pode por favor?
Olívia se inclina e se aproxima do corte, com delicadeza. O sangue tem o mesmo cheiro acre e o mesmo sabor de metal que tanto dizem, mas é frio. Mais frio que a chuva, mais frio que a névoa. A próxima coisa da qual Olívia se lembra é Kat a empurrando gentilmente.
- Isso é mais do que suficiente. - Ela diz, respirando descompassadamente.
- Você ainda está sangrando. - Olívia diz tão em choque que não limpa o sangue escorrendo da sua boca.
- Tudo bem. Vai se fechar assim que eu terminar.
Então ela sorri, mostrando os caninos e se aproxima de Olívia afastando os cachos do caminho da jugular da garota. Olívia se afasta outra vez.
- Eu ainda não estou pronta.
- Você já fez a pior parte. Por favor, Olívia, me deixe terminar. Ou eu vou continuar sangrando.
- Kat..
Então alguém grita das escadas, subindo até o terraço, procurando por Olívia.
- É o Padre Moura. - Ela diz se levantando.
- Precisamos terminar antes que ele venha.
Olívia muda o olhar entre Kat e a porta, indecisa. O padre é o que ela sempre conheceu. Kat é liberdade.
- Não vai doer. Eu prometo. - Kat diz ansiosa.
Então Olívia assente. Fecha os olhos. Espera. Não consegue ver o sorriso de Kat. Se concentra no som da chuva. Sente duas agulhas perfurando sua pele. Implora pra que termine logo.
Kat finalmente tem o que queria durante toda a noite. O que enrolou para ter para aumentar a diversão. Se sente decepcionada. A essa altura a fome é tanta que o sangue de Olívia tem um sabor completamente comum. Ela foi muito difícil de convencer. As garotas católicas sempre são.
Ambas ouvem outra vez o grito na escada. É hora de terminar de vez. Kat está se sentindo forte. Olívia exausta. E então acabou. Kat salta para fora da igreja no exato momento em que o homem chega ao terraço, deixando apenas um corpo sem vida.
- Olívia?
Um corpo sem vida que acorda pronto para tomar a vida de qualquer um em seu caminho.


Bônus: As Crônicas de Kat - Introdução
Existem 3 formas de se criar um vampiro: batismo de sangue, associação com magia negra ou assombração. Eu fui forçada a nascer por magia negra.
Nasci em uma família que praticou magia por séculos. Eu tinha potencial. Era uma versão aprimorada de quem veio antes de mim. Eu queria mais que meus antepassados, tinha meus sonhos.
Mas mamãe tinha outros planos, desde antes que eu fosse concebida. Me usaria como uma ponte, uma chave para o outro lado. Correu atrás dos feitiços mais antigos até finalmente me transformar em um ser imortal.
Os demônios cobram demais de seres imortais. Eu fui transformada sob três ordens: multiplique, destrua e mantenha-se longe. Longe dos demônios, longe da magia. Você não é um de nós, é uma concessão que demos a um ser inferior, mas isso não faz de você especial, só mais uma entre os milhares de objetos utilizados para os próprios objetivos dos series superiores.
Ensinaram-me não tenho sentimentos e mal sentiria qualquer coisa além desse instinto de sobrevivência e de multiplicação. E eu acreditei. Por um período de tempo. Uma amiga me fez ver que existia mais além desses ensinamentos automáticos e me deu uma missão antes de morrer.
E se eu fosse contra os, assim chamados, "seres superiores"? Como isso seria? Mas eu não poderia fazer isso sozinha, precisava de um exército. E criei o meu. Meu Exército de garotas abandonadas, com medo, prontas para lutar contra qualquer forma de opressão e mostrar que são muito mais do que o que esperam delas. Transformei 13 vampiras de 7 nacionalidades diferentes. Eu sei que eles já sabem dos meus planos, mas eles realmente fazem ideia do poder? O que exatamente faz deles, realmente superiores, afinal de contas?



20/05/2013

The army.

Como vocês sabem (tô matando a saudade de começar posts assim) desde o dia 7, um formulário foi disponibilizado no blog, para que as pessoas que quisessem participar de um post e vídeo do blog respondessem e eu entraria em contato com quem respondesse para que eles puderem me enviar uma foto. Pra quem ainda não tinha entendido, vamos lá: O objetivo era que você mandasse uma foto baseada em uma das perguntas do formulário. Exemplo: Em Quais suas músicas preferidas? você poderia mandar uma foto assim, em Qual seu maior talento, do seu ponto de vista? uma foto assim, em O que você mais gosta de fazer quando não tem nada pra fazer? uma assim e por aí vai.
Como vocês podem ver aqui, (finjam que o post está em um quadro e eu na frente, apontando pro que tá dizendo lá) eu não esperava muitas respostas já que as minhas experiências antigas em relação a pedir ajuda pra vocês foi extremamente mal-sucedida. Mas dessa vez deu certo! O número total de respostas foi ONZE, o que só prova que o blog tá ficando mais conhecidinho, e dessas onze:

1 tem menos de 10 anos
1 tem entre 10 e 12 anos
8 tem entre 13 e 15 anos
E 1 tem entre 16 e 19 anos

2 conhecem o blog desde o início
1 conheceu o blog no fim de 2011
1 conheceu o blog no início de 2013
E 7 responderam o formulário quando entraram no blog pela primeira vez

1 conheceu o blog pelos parceiros
6 conheceram pelo twitter
1 conheceu pelo Nyah!
E 2 conheceram por outros lugares

A maioria das pessoas tinha talento para cantar, tirando da lista, aqueles que disseram que não tinham talento pra nada, o que eu duvido muito até porque a maioria dos que responderam disseram que o talento que as pessoas mais dizem que eles tem é para desenhar. Em todo caso, eu realmente ia amar se essa galera toda participasse do Make Some Noise tanto pra descobrir quanto pra mostrar seu talento. Mesmo quem tem vergonha, o post pode ser anônimo e não tem nem como rastrearem seu ip, já que sou só eu que posto tudo lá, olha que lindo.
A maioria das pessoas gosta de ficar no twitter quando não tem nada pra fazer (vemk, me abrassa - ignorem o twitterguês), seguido de ler e edição de fotos (e vocês tentando me convencer de que não tem talento, aham, senta lá Cláudia). E a maioria fica só conversando e rindo quando tá com os amigos.
Quanto a músicas preferidas TODAS COM EXCEÇÃO DE UMA PESSOA tinham Demi Lovato na lista. E se você considerar que a maioria também tinha Miley Cyrus, Selena Gomez, Paramore, Rihanna, One Direction, Bruno Mars, Panic! At The Disco, Justin Bieber, Lady Gaga e até Imagine Drangons  você pode perceber como os leitores do meu blog tem um gosto musical incrível. Podem ficar com invejinha agora, eu deixo.
A galera também prefere dias de chuva no geral porque dias de sol faz todo mundo ficar muito suado. Mas teve gente que preferiu dia de sol porque dia de chuva tem muita lama. Vocês só não querem ficar sujos, já entendi.
O maior sonho da maioria geral está relacionado a sair do país (a maioria quer ir pra Inglaterra, os Estados Unidos ficando em segundo lugar) e logo em seguida, ser bem sucedido nas futuras profissões. E aliás, a maioria dos que responderam quer ser médico (o que me surpreendeu muito, sério), seguido de biólogos (sim! mais de uma pessoa que respondeu quer ser biólogo. Isso nem surpreendeu mais ainda, magina), e artistas em geral (escritores, estilistas, atores, cantores, etc). E a matéria preferida do público é: português!
E pra finalizar, sobre mudar a vida de alguém: a maioria respondeu que mudaria a vida de um amigo por vários motivos diferentes, em seguida veio pessoas com problemas, tanto financeiros quanto psicológicos (vocês me matam de orgulho, tipo, seriously), então os ídolos e finalmente, a família.

De todo mundo que respondeu, somente 2 não quiseram participar do post e do vídeo.

De acordo com meus planos, o post e o vídeo saem juntos, até o dia 31. Mas nunca se sabe o rolo que vai dar. Pra saber tudo vocês precisam ficar de olho no blog, Make Some Noise e nas redes sociais. E qualquer coisa é só me perguntar.
Vale lembrar que o blog não tem mais verificação de palavras e que agora dá pra comentar direto. Então comentem, por favooor?
G.

P.S.: Amanhã you shouldn't be here tonight com bônus As Crônicas de Kat.

18/05/2013

Melodie Weekly - Edição nº 6

Olá pessoas, como vai a vida? Então, essa semana nem aconteceu muita coisa demais pra eu poder falar dia por dia, então eu basicamente vou fazer um resuminho.
Hmm, vamos ver o que aconteceu. O formulário para participar do post e do vídeo do blog e do Make Some Noise está com 9 respostas até agora. Isso é muito mais do que eu achei que fosse ter, graças às minhas experiências passadas. E tem gente que vai mesmo participar do vídeo. Tô tão feliz. Continuem respondendo, é só até amanhã. E pra galera que já respondeu e vai participar, eu mostro tudo pra vocês assim que ficar pronto.
Essa semana também, começaram as inscrições pro ENEM, e eu vou fazer esse ano. É só treino, mas por bem ou por mal eu preciso tirar nota alta. Não é só uma questão de princípios, mas uma questão de que se eu não provar o quanto eu quero passar pra uma federal e ficar morando aqui no Rio (até ir pra NY) talvez eu tenha que ir embora do Rio logo logo. (longa história). Além disso, o cartão de confirmação de inscrição do vestibular da UERJ sai essa semana, e eu preciso começar a estudar também porque só faltam 22 dias pra prova.
Além disso, o blog agora tem um parceiro novinho, o "Conexão Schneider Brasil" que é um fanblog para o Max Schneider. O blog é lindo, e a pessoa a quem é dedicado é mais lindo ainda (hehehe). Se vocês acham que não sabem quem é, abram o link e talvez vocês lembrem de alguma coisa. E também leiam tudo sobre ele aqui.
Aí pra fechar eu gostaria de avisar que criei um BlogLovin', e que a lista dos meus blogs preferidos está lá. E se vocês também tem, podem seguir o blog lá também que eu deixo. E se você ainda não segue o blog pelas outras redes, porque você ainda não seguiu o blog pelas outras redes? Você deveria estar seguindo o blog por outras redes.
E ah sim, eu tirei a verificação de palavras do blog, então fique a vontade pra me xingar nos comentários sem precisar passar por captchas.
Até mais.
G.

P.S.: you shouldn't be here tonight sai na terça.

14/05/2013

Como nasce um conto..

Mas e aí? Tudo bem? Já responderam o questionário? Não? Porque não? Você tá quase não merecendo o que eu vou fazer agora, que feio. Responde isso e depois volta aqui.
Então, lembram como ano passado em maio mesmo, eu postei um post (avá) chamado "Como nasce um post"? O desse ano é "Como nasce um conto", o que significa que vem conto novo por aí, mas antes dele ser postado eu tô postando o processo de criação dele. Enjoy it. (E comentem pelo amor de Deus)

O título: "you shouldn't be here tonight" veio de... Olha, eu também não sei. Tudo que eu sei é que eu resolvi jogar "Carmilla" no tumblr e comecei a reblogar fanarts e citações loucamente, e então resolvi mudar o theme do meu tumblr pra combinar e quando fui pensar em um título pro tumblr BOOM "you shouldn't be here tonight" surgiu na minha cabeça. Aí eu tava pensando sobre um conto gótico e quando eu fui pensar em um título, BOOM "you shouldn't be here tonight" era o ideal.

A história: Na maioria das vezes a ideia brilhante vem do nada. A história ganha vida e pronto você se envolve nela e não consegue mais sair dela até que ela acabe. A ideia do inicio de "you shouldn't be here tonight" veio durante o meu banho, quando eu conversava comigo mesma sobre o fato de eu não poder fazer aula de piano, mas a ideia inicial surgiu uma semana antes quando eu me dei conta de que já tinha ido a uma igreja de arquitetura gótica aqui no Brasil mesmo (sim, a história se passa no Brasil, apesar disso não ficar bem claro). Aí eu comecei a pensar sobre isso e de repente a história já fazia parte do meu dia-a-dia e só precisava ser escrita pra poder continuar. Eu resolvi escrever em 3ª pessoa porque eu nunca escrevo em 3ª pessoa e por mais que eu nem goste muito, eu preciso treinar. E claro, a citação de Carmilla que veio graças à relação vampira-humana do conto (não, elas não vão se pegar). Aos poucos a história veio, até o final que me deixou totalmente frustrada, até finalmente ficar perfeito (dentro do possível).

Os personagens: 
Olívia: A ideia original era uma garota órfã oprimida, mas que desde o início se mostraria bem mais que isso. Eu também fiquei pensando em que idade dar a ela, mas o 13 foi até meio automático porque eu amava como eu era quando tinha 13.
Kat: A Kat é a personificação de como eu acho que uma vampira do século XIX se sairia hoje em dia. Na verdade é óbvio que o Katerina veio da Petrova e eu só usei o apelido de "Kat", por ela usar a forma de gatinho no inicio da história, pra conseguir entrar na igreja. Kat é sincera, sem escrúpulos e nem sentimentos. Ela simplesmente é uma vampira buscando nada mais do que sangue e tentando fazer com que a experiência seja a mais divertida possível.
Os padres: O Padre Moura e o Padre Henrique vieram da videia de "bom" e "mau", e de ficar em cima do muro, ao estilo Ryan Murphy.

O bônus: "As crônicas de Kat" surgiu ainda antes de YSBHT. Era basicamente uma vampira explicando como vampiros de verdade são e explicando todas as lendas ao redor do dito cujo. Vale lembrar que isso é a minha definição de "vampiro perfeito", ok?

É isso.
O conto sai na segunda eu acho, na semana que vem, sem dúvida.
G.


12/05/2013

Mãe é tipo...

Eu sei que nunca postei nada de dia das mães, mas esse ano mamãe pediu pra que eu escrevesse alguma coisa pra ela, e como a inspiração surge de qualquer lugar, eu acabei resolvendo postar aqui, então aqui vai:

(retirado do facebook, porque eu tô com mania de colocar fotinha nos posts agora)

Eu não sou o tipo de pessoa que diz "minha mãe não me entende" e sim "eu não entendo minha mãe". Porque eu realmente não entendo. Não entendo os reais motivos dela de dizer o que diz pra mim, ou pra fazer as coisas como faz. Pra me dar bronca, ou pra gritar tanto. Ou pra ir contra o que ela mesma acredita só por mim. Eu não entendo porque alguém faz tantos sacrifícios, ou porque exige tanto de si mesmo e dos outros. Eu nunca estive lá. Eu não sei como é desse outro lado da vida, onde tudo que você faz é pelo bem de outra pessoa.
Eu só queria poder entender. Faria de mim uma filha melhor, uma pessoa melhor. Alguém que se dedicaria mais e faria melhor. Eu acho que quando a gente nasce, deveria nascer com o mesmo sentimento que a nossa mãe. Só pra não existir nenhuma mágoa, ou dor ou nada que afaste a gente dela. Só pra gente estar no mesmo ponto que ela, pra que a gente pense do mesmo jeito. Por que assim, broncas se tornariam menos frequentes e "colinhos" mais frequentes. E a gente nunca faria algo que magoasse porque saberia com certeza o quanto iria doer. A gente não teria medo de não ser compreendido. E a gente seria mais feliz.
Mas não é tão fácil, a gente vai ter que enfrentar a vida do nosso próprio jeito, aprendendo tudo com um empurrãozinho de quem já save. Porque mãe é como tudo na vida: um dia a gente vai olhar e perceber que finalmente faz todo sentido.
E é isso, mamãe, eu não estou no mesmo lugar que você agora, mas eu já sou muito agradecida por todas as coisas que você fez e continua fazendo por mim. E eu prometo que quando eu chegar no lugar em que você está agora, eu vou me esforçar ao máximo pra fazer o que você faz tão bem quanto você.
Feliz dia das mães pra todo mundo!
G.

11/05/2013

Melodie Weekly - Edição nº 5

E aí? Eu sei que hoje é sábado, mas eu resolvi que vou transformar a weekly em coluna semanal de vez, então, eu vou postar ela nos sábados, já que eu não engano ninguém dizendo que consigo escrever nas sextas. Eu abandonei tanto essa coluna que eu senti falta e agora vou postar toda semana, e nas que eu não puder postar, aviso antes então fiquem tranquilos. E acho que vou transformar o diário artístico em mensal. Ainda não sei..
Enfim, a semana começou ótima, com uma chuva maravilhosa que deixou um monte de bairros sem luz e me fez faltar aula, seguido pela liberação das músicas do 4º cd de Demi Lovato, DEMI, no site da dita cuja. Acho que foi uma das tardes mais confusas e divertidas do ano. Nunca vi tanta gente surtando. As músicas é claro, são todas perfeitas, como a MINHA Demi sempre faz né. Pra ouvir basta ir no site dela. A gente quase morreu pra liberar as músicas então OUÇA ISSO!
Aí na terça, estreia o clipe do ano/século/milênio, estrelando ninguém mais ninguém menos do que a gostosa perfeita da minha Selena Gomez. Assistam aqui (o youtube não permite reprodução incorporada para conteúdos VEVO) e digam se eu estou mentindo.
Naquela terça também, eu postei o formulário que vocês já deviam ter preenchido. Mas ele já teve mais respostas do que eu esperava então. Não esqueça que o prazo de respostas é só até dia 19.
Na quarta eu tive uma ideia incrível pra nada mais nada menos que: meu segundo livro. Aí vocês dizem, ai não, você nem lançou o primeiro ainda, foco no primeiro e depois pensa no segundo. Mas caaaalma, foi só uma ideia. Minha primeira ideia pra OMT (atual "Apenas mais uma vez") surgiu 3 anos atrás e o livro ainda nem tá totalmente pronto, então relaxem.
E pra fechar tudo, eu comprei livrinhos novos para resenha:


São 2 volumes de "A Hora das Bruxas" da Anne Rice, ninguém mais, ninguém menos do que a rainha do gótico do século XX. Mas minha mãe passou a mão nele antes de mim. Absurda.
E a melhor parte é que os preços das novas edições deles é 80 reais, e eu comprei os dois por 10 reais *-* Se tem uma coisa que eu amo é comprar clássicos em edições antigas. Acho que faz mais jus ao fato de ser um clássico, você comprar ele em uma das primeiras edições (ignorem o fato do meu Drácula ser novinho - tava barato, caramba). Então eu amo sebos. Mesmo tendo sido humilhada lá ontem. Se liga no diálogo que aconteceu:
- Você tem Carmilla?
- Carmilla?
- Isso.
- Carmilla é terror não é? Tipo Drácula?
- Isso.
- Eu tinha, mas eu já vendi. Acho que não tem mais nenhum. (1ª humilhação, tipo, não existe ninguém nessa cidade que mereça Carmilla. Só eu.) Uma vez eu vi um filme que tinha 3 mulheres, Carmilla, Millarca e outra lá. (2ª humilhação, - ignorando completamente o fato de que ele esqueceu justo Mircalla - porque ele estava falando de The Vampire Lovers (no "bregasil": Carmilla - A vampira de Karnstein). Não só o filme em que eu estou morrendo pra ver - ignorem o fato de ser quase pornô lésbico - como é um filme da Hammer! COMPLETAMENTE INJUSTO)
Aí ele embarcou em um discurso sobre como era dificil conseguir Carmilla pra vender, o que basicamente queria dizer "mesmo que a edição esteja sem capa e sem metade das folhas, se eu conseguir esse livro e você voltar aqui, se quiser sair com ele vai ter que deixar seus rins". E assim sigo eu, sem Carmilla, com exceção do e-book.
E só pra acabar, essa semana eu descobri que o blog foi criado no dia do aniversário de 138 anos da morte do Le Fanu dnjsndjnsjjsnjnjnsjn hihihi.
É isso.
Desculpem a demora, depois explico mais.
G.

07/05/2013

I WANT YOU TO JOIN IN THE ARMY!

Oi terráquios (ou não né), tudo bem com vocês? Então, o post de hoje é pra pedir uma ajuda pro post de outro dia. E aí vocês pensam: "mas de novo? já não bastou os fiascos anteriores?" e eu digo que não, não bastou. A diferença é que dessa vez, eu não preciso da ajuda de vocês, eu vou fazer isso de qualquer jeito, mas eu quero a ajuda de vocês pra ficar mais divertido pra todo mundo.
A ideia do post é fazer um vídeo e uma sessão de fotos (por assim dizer) relacionados às perguntas abaixo.  Se você quiser participar, é só responder o questionário, escolhendo uma das perguntas para enviar a resposta em foto. Para isso, é só responder a questão com "Em foto" e eu vou entrar em contato com você pela rede social passada (não vale whatsapp, não brinquem com meus traumas), e resolver tudo sobre o envio (eu prefiro assim do que simplesmente por e-mail, pra passar uma confiança). Eu não vou dizer que post é (não aqui, mas pra galera que quiser participar, eu digo sim) e nem a ideia final do vídeo, mas ele vai sair de qualquer forma e todo mundo vai ficar sabendo.
O vídeo (e o post) também vão fazer parte do projeto Make Some Noise (que já tá aberto, mas sem participantes como eu esperava) e por isso que o nome do questionário é esse. Então, qualquer dúvida é só dizer que eu respondo rapidinho. 

Ah, o prazo pra o fim do envio das respostas é 19 de maio, ou seja, são belos 12 dias pela frente. Se vocês quiserem divulgar o link do questionário e me ajudar também é só linkar o post.
Obrigada gente.
G.

04/05/2013

Bloqueio criativo direcionado + Make Some Noise + Mas não era por um bom tempo?

Vamos lá, pupilos, respondam: O que vem depois de uma longa ressaca criativa, seguida de intoxicação alimentar e uma tristeza dos infernos? Isso aí, bloqueio criativo. E é por isso que mesmo tentando há dias postar o que eu deveria postar (o fim da maratona de tops 7) não sai de jeito nenhum e quando eu começo a tentar rascunhar alguma coisa, fica muito ruim. Mas o estranho é que o bloqueio criativo é direcionado. Tipo, eu consigo ter ideias pra várias outras coisas, mas não pro que eu devia fazer. Então eu simplesmente não vou fazer agora. Maaaass, eu vou postar outras coisas, até conseguir escrever a maratona, não se preocupem.
Mas não é só sobre isso que eu vou falar né. Eu vou explicar o que é o Make Some Noise (página nova ali em cima). Esse post na verdade era pra sair ontem. A ideia inicial era falar sobre isso no melodie weekly mas meu cérebro sofreu um blackout e eu achei que ontem fosse quinta, e acabei começando esse post ao invés de um melodie weekly, e acabei nem terminando esse post mesmo, ou seja, vocês ficaram um dia a mais sem posts, podem me matar, mas aqui vai:
Tudo começou há algumas semanas, quando eu não estava muito bem e estava ouvindo a minha música para momentos tristes, Make Some Noise da Miley (na verdade, é da Hannah Montana, mas vocês entenderam) quando pensei naquela frase que diz pra usar seus momentos ruins pra ajudar alguém. E foi aí que eu tive a ideia de criar um tumblr, onde eu ajudaria as pessoas a se expressarem da forma como quisessem, e descobrissem seus verdadeiros talentos. E aqui vai a introdução à esse tumblr:

Make Some Noise, é um projeto do my melodie para ajudar garotas a encontrarem essa parte dentro da gente em que a dor não existe mais.
Ideia: Unir garotas que se sentem solitárias ou que sentem que ninguém as entende, em um lugar sem julgamentos, ajudando-as a encontrar seu talento especial e a se dedicar a ele.
Motivo: Existem milhares de pessoas que sentem que não fazem diferença no mundo. Independente dos motivos de tristeza, essas pessoas precisam se expressar de alguma forma e buscar o verdadeiro sentido de sua vida.
Ação: Para aparecer no projeto, basta seguir o tumblr.Mande suas perguntas ou suas criações na ask ou submit. TODAS AS CRIAÇÕES serão postadas no tumblr em ordem de envio. (sendo que ele não ficará sem atualização num espaço maior que uma semana, sem aviso) Você escolhe se quer que seja postado como anônimo ou com seu nome e link pra qualquer rede social, mas todas as asks com dúvidas, serão respondidas publicamente, como forma de divulgação e todas relacionadas a criações que serão postadas serão respondidas em privado. Deixe qualquer informação sobre o assunto como mensagem e ele será postado também.
Novidades: O projeto talvez conte com algumas promoções entre parceiros, mas toda e qualquer novidade será contada aqui, e no blog, então não se preocupem.
Parcerias: Por enquanto nenhum dos parceiros do blog demonstrou animação pra ser parceiro do projeto e ajudar de alguma forma, mas aqui no projeto eu aceito todo tipo de parceria de onde quer que ela venha.

A url oficial é make-a-noise.tumblr.com (mas esse link leva direto para as criações então pra divulgação do trabalho, use: make-a-noise.tumblr.com/oprojeto e eu escolhi borboletas azuis como símbolo oficial, porque eu sempre achei que azul simbolizava a arte e a liberdade, assim como as borboletas. Além disso, um trecho da música diz que talvez seja a sua vez de se levantar e voar.

Vamos lá, é um projeto completamente bobinho, porque não ajuda tanto assim, mas eu tô fazendo o que eu posso. Então eu entendo que vai ter pouco apoio agora, mas eu realmente acho que pra pessoas como eu, talvez faça a diferença em algum momento, porque se eu tivesse um lugar como esse pra fugir quando eu preciso, eu levaria bem menos tempo pra me sentir bem. E ajudar outras pessoas desse jeito é o meu objetivo.
E pra terminar (vocês acharam que eu não ia falar sobre isso?), vou explicar o motivo pra eu ter mudado o template do blog de novo: porque eu quis. Não me matem! É o seguinte, eu sabia que eu ia acabar mudando de novo, apesar daquele discurso, porque quando eu não fico totalmente satisfeita com uma coisa, ela me enjoa muito rápido, e eu disse que não tava completamente satisfeita com o template antigo. E me levou mais um tempão pra eu achar esse aqui, mas ele é tão simples e tão fácil de mexer que eu nem liguei das páginas ficarem na sidebar. Vocês acham que ele combinou com o blog e comigo? Eu tô tão boazinha que se vocês quiserem o site que eu achei, é só falar comigo em alguma das redes sociais.
É isso. Vou tentar postar a maratona semana que vem. Comentem sobre o blog novo. Prometo que não vou mudar muito (se vocês comentarem dizendo que gostaram de tudo).
G