31/03/2016

Correndo com os selvagens (Ou porque eu tenho andado tão surtada)

O título do post é uma referência a música do link. Se você não conhece a música do link, conheça a música do link. Sério. Olá, universo. Como vão vocês? Este foi um post surpreendentemente complicado de escrever. Eu tenho andado assustada com tudo e prendendo a respiração para caso algo dê errado, então eu tinha prometido que só escreveria ele quando tudo desse certo. Deu. E então eu entrei em uma negação profunda, com a sensação de que tudo ia desabar sobre mim. Preciso compartilhar as novidades e queria fazer isso enquanto ainda é março, mas não consigo acreditar que as novidades são reais. Elas parecem loucas demais para ser reais, e ainda assim eu tenho um documento assinado com a minha letra afirmando que são reais sim, muito reais mesmo, mais reais do que quero aceitar... E oops, acabei de perceber que pra quem não estava sabendo de nada isso pode parecer que eu assinei contrato com uma editora. Ainda não. Vou falar logo. 3, 2, 1, vai... Eu vou me mudar para uma casa nova, com minha irmã mais nova.
Essa é a parte que alguém olha pra minha cara meio revoltado e revira os olhos, dizendo: ESSA NÃO É A 18ª VEZ QUE ISSO ACONTECE? Bem, sim. Mas pensando assim, vocês não estão entendendo a dimensão ou a importância da coisa toda. Eu fiz 18 anos há exatos 42 dias e eu já vou morar em um apartamento que tem meu nome como locatária. Não consigo parar de pensar em como isso é um compromisso importante e como minha vida tá dando um passo novo e assustador para o desconhecido - por mais interessante e animador que ele possa parecer. Os motivos para eu estar saindo do lugar onde eu estou são muito completos e irrelevantes no contexto do post, mas a saída é algo positivo e extremamente planejado em detalhes completos. Eu sei que preciso fazer isso, que é a coisa certa e que eu me planejei e me preparei o suficiente para que não dê tudo errado. Mas diz isso para minha paranoia?

Eu sempre. Eu meio que prometi que esvaziaria as gavetas da minha cama hoje. Eu não vou fazer isso.
Como foi anteriormente dito neste blog, eu não sou a maior fã do processo de mudança de casas. Entre vários motivos, está o fato de que eu não sou boa em me desfazer de coisas e como alguém que já se mudou 17 vezes, deixa eu dizer para vocês: se mudar é basicamente perceber que você tem muito mais coisas do que achava que tinha e ser forçada a se livrar de um monte delas. Apesar dos meus planos de ser nômade, eu tenho um apego material a algumas coisas que ultrapassa os limites da necessidade (por isso que eu digo que vou precisar de um porto de pouso, um lugar onde vou deixar minhas coisas e onde vou poder ser eu mesma). E eu nem to falando de coisas físicas caras que eu comprei na vida, to falando de coisas tipo, notas fiscais de livros que eu comprei 3 anos atrás e que meus cérebro continua achando que vou precisar usar e que vai tudo dar errado quando eu jogar fora. Escolher coisas para vender, doar ou jogar fora é um momento extremamente estressante para mim.
Maas, assim como aconteceu quando eu me mudei para o Rio, a mudança em questão vai envolver muito mais adquirir do que jogar fora. Como vocês devem imaginar, eu e minha irmã não temos nada de móveis ou de eletrodomésticos, então nós estamos juntando dinheiro há um tempinho para comprar-los. Uma parte meio infantil de mim está bem animada para começar uma casinha do zero, comprando tudo aos poucos. Quer dizer, foi tão legal quando a gente se mudou para o Rio e escolhemos todas as nossas coisas nos primeiros meses. Obviamente eu me apeguei muito àquelas coisas. Quando eu passava muito tempo longe de casa, eu costumava ficar com saudades da imagem da nossa televisão, de me espalhar no sofá, de colocar os pés sobre a mesa do computador. Hoje em dia o que eu mais sinto falta é do meu beliche. Continuo chocada pelo fato de que eu dormi 3 anos na parte de cima do beliche e só caí uma vez. Parte da minha mudança do Rio, principalmente meus livros, continua na casa do meu tio na região dos lagos e eu planejo trazer ela para cá assim que me mudar para a casa nova. Mal posso esperar para matar a saudade das minhas coisas.

Posso decorar meu quarto inspirado em Friends? Posso.
(Mas falando sério, meu quarto estará cheio de caixas até julho)
A casa nova é tipo um apartamento, com 2 quartos, banheiro social, sala, cozinha e área de serviço e, por ser no térreo, nós também temos direito à garagem - que na verdade só vai servir para estender roupa e deixar meu gato tomar sol. Os dois quartos significam que eu terei um quarto só para mim pela segunda vez na vida (teoricamente, é pela a terceira, mas na primeira eu só dormia sozinha porque não tinha espaço para duas camas) e agora todas as minhas coisas realmente estarão neste quarto (ao contrário do arranjo atual, onde eu tenho um quarto só para mim com a maioria das minhas coisas estão, mas minhas roupas ficam no quarto da minha irmã porque o guarda-roupa precisa ficar lá. E nos meus planos isso também significa que eu finalmente poderei ter minha estante de livros dos sonhos, onde todos os meus quase 200 livros se organizarão da forma que eu quiser para eu poder tirar 30 fotos para o Instagram por mês. Além disso, posters, uma mesinha legal, mais espaço para o meu quadro com os post-its, possivelmente um criado mudo com o porta retrato que eu ganhei de aniversário ano passado, lençóis novos e brancos como eu sempre sonhei... Ok, eu vou ter que fazer um tour pelo meu quarto quando estiver pronto.
Esse post foi um post de update. Eu precisava contar sobre a mudança gigantesca que está acontecendo na minha vida ou haveria uma quebra na lógica do blog. Eu provavelmente falarei muito mais sobre isso à frente também. O plano é morar nessa casa até eu terminar a faculdade o que deve acontecer em algum momento nos próximos 20 anos. Nós vamos nos mudar em breve, mas eu não tenho certeza de quando, porque a gente não tem tempo nem de organizar as coisas nas caixas, mas já estamos com a chave, então se eu sumir e não postar nada por um tempo, já sabem. <3
Até breve,
G!

21/03/2016

Entrar na faculdade é fácil, difícil é sair

*abre a porta imaginária do blog* *engasga com a poeira acumulada pelos 19 dias sem postar aqui* OLÁ *eco*. Tem alguém aqui? *aqui, aqui, aqui, aqui* Imaginem o tamanho da minha frustração, depois de conseguir dez posts em dois meses do ano, em simplesmente não conseguir postar aqui por mais de duas semanas? Se você curte a página do blog no Facebook, sabe que um dos motivos para o está atrasado porque eu não fazia ideia de sobre o quê deveria postar. De alguma forma, eu sempre voltava a ideia de falar sobre a faculdade, mas eu não queria fazer isso porque tem pouco tempo que eu falei sobre a faculdade e essa é a área da minha vida que mais tem me deixado desanimada ultimamente. Acabei me dando conta de que é a única coisa sobre a qual eu poderia falar mesmo, porque é o que tem dominado minha vida pelas últimas semanas. Porém, logo depois de ter decidido escrever este post, meu notebook quebrou, fazendo com que algumas coisas atrasassem 2 dias e só hoje (já que por um milagre do senhor, amanhã é o primeiro dia em semanas que eu não tenho nada para entregar) depois de dormir a tarde todinha (porque eu tava exausta, estressada e cheia de dor) eu finalmente consegui vir aqui para escrever. Então sim, este é outro post sobre a faculdade cujo título é uma frase clichê para chamar atenção. Mas prometo que agora só volto a falar sobre isso no fim do semestre - no finzinho de abril/começo de maio.

Um gif para resumir perfeitamente bem como eu tenho me sentido sobre a faculdade.
Esse post começou originalmente como uma forma de reclamação, mas no fim ele se tornou um desabafo. Quero falar de uma epidemia que tem tomado conta de 78% dos estudantes universitários que eu conheço: A crise do "o que eu to fazendo com a minha vida?". Eu não to exagerando quando digo que quase todo estudante universitário que eu conheço tem se sentindo bem miserável ultimamente. Mas eu obviamente não vou falar sobre todo mundo porque cada um tem seus motivos próprios, eu vou falar do meu motivo. Pra começar: A culpa é bem minha. Eu já me assumi como a pessoa mais desorganizada e mentalmente inquieta da face da Terra e a verdade é que nos últimos dias, minha inabilidade de ser produtiva em relação a minha vida acadêmica tem me deixado, além de irritada, bem deprimida. Oficialmente entrei na fase de questionar se faculdade é realmente pra mim. Na verdade, eu passei por ela no segundo ano, mas graças a uma série de fatos do ano de 2014, o ano sabático que me tinha sido prometido deixou de ser uma opção e eu precisei me agarrar à faculdade como algo seguro e planejado no meio do caos. Quase dois anos depois, minha vida está finalmente "estável" (foco nas aspas, tem MUITA coisa acontecendo) o suficiente para que eu me sinta bastante desanimada em relação a faculdade. E eu não sei ser quieta a respeito, eu tenho feito tanto drama que isso anda respingando nos outros.
Por algum motivo, eu acreditava que ia conseguir me acostumar a tudo sobre a faculdade quando entrasse no segundo semestre, mas claramente isso não aconteceu. Eu tenho me confrontado com a perspectiva deprimente de mais 3 anos (NO MÍNIMO) de textos que eu não vou conseguir ler, de noites mal dormidas, de muita gastrite e dor desnecessárias e de me sentir despreparada e burra e extremamente deslocada no ambiente acadêmico. Antes que alguém fale: Tenho plena consciência de que isso é mais uma fase do que tudo e de que em alguns semestres eu possivelmente me sentirei mais tranquila. Mas eu estou fazendo aquela coisa de ser fiel aos meus sentimentos e ultimamente o desespero tem sido o maior deles. E a pior parte é que eu tenho estado animada sobre todas as outras coisas que estão acontecendo na minha vida, mesmo que elas seja cansativas, exceto a faculdade. Tem muita coisa acontecendo e eu mal vejo a hora de poder contar algumas delas para vocês. E a vontade escrever? Meu Deus, é quase como uma coceira dentro de mim, um monstrinho crescendo que eu preciso colocar para fora, mas não posso porque tem seminário, tem prova, tem fichamento, tem trabalho que eu não fiz porque eu sou enrolada e nunca aprendo. Por isso tudo, eu acordo pra baixo e normalmente chego em casa mais pra baixo ainda, preocupada com tudo.

Quando o professor diz "uma das avaliações vai ser seminário".
Como vocês sabem, no fim do ano passado, algumas aulas do meu já confuso e horrivelmente longo 2° semestre foram canceladas. As aulas voltaram em 2016 em um clima meio mole, de preguiça e meio que ainda de férias... Até os professores perceberem que ia dar merda porque faltavam poucas aulas para acabar. Nós deveríamos ter 3 avaliações por disciplina, mas graças às bagunças de calendário e falta de organização, não vai dar tão certo assim em todas elas. Meus professores estão inventando as coisas mais loucas possíveis para servir de avaliação. E claro, quem endoida na brincadeira sou eu.
Uma das minhas notas vai ser por visto no caderno. Outra, foi uma sessão de debates que aconteceu hoje cedo. Eu meio que sinto falta de toda a coisa das provas, não vou negar. É simplesmente mais fácil e normalmente não é em grupo, então se eu me der mal, só eu me dou mal. O principal problema é esse, a maioria dos meus trabalhos é em grupo e eu não consigo parar de pensar que eu estou atrasando meu grupo por não me dedicar o suficiente. Eu geralmente passo as semanas seguintes a um seminário pensando sobre o que eu poderia ter feito de melhor, independente de quão bem o grupo tenha ido. É estressante e eu não consigo evitar ficar presa a isso.
De qualquer forma, contando a partir de amanhã faltam 38 dias para o fim do segundo semestre e como o próximo tem menos disciplinas teóricas, talvez eu fique um pouco mais animada. Eu disse talvez.
G.

P.S.: Agora sobre uma coisa que me anima nesta emana: Depois de ter prometido que nunca mais passaria um feriado enlouquecida por causa da faculdade, eu resolvi separar os 4 dias do feriado da semana santa unicamente para trabalhar em Mais Uma Vez, que - por sinal - está bem encaminhado. Mal vejo a hora da semana terminar para eu poder fazer isso porque eu a história está fluindo muito bem e as ideias para os diálogos que preciso incluir não param de surgir.

02/03/2016

Diário Artístico: Como controlar um exército de vampiras

Só não começo esse post com a frase EU TO EXAUSTA, porque foi assim que o último post começou. Mas eu sinceramente, estou exausta. Meus professores tem me entupido de trabalhos para recuperar o tempo perdido com as aulas canceladas de dezembro e com as outras obrigações que surgiram do inferno, eu mal consigo parar pra respirar direito. Hoje eu finalmente apresentei o mais importante dos seminários que precisava apresentar e fiquei tão feliz por ter me livrado disso que resolvi me presentear passando a tarde escrevendo. Eu escrevi 2 mil palavras em As Crônicas de Kat hoje e nada mais justo do que publicar o Diário Artístico sobre a história, que eu tinha planejado para o fim de fevereiro e deveria ter saído segunda. Eu também tenho milhares de coisas para contar para vocês, mas eu vou fazer isso aos poucos durante o mês de março, certo? Esperem por umas novidades bem loucas.
Caso o título do post tenha te atraído até aqui, eu vou começar o post respondendo ao questionamento: Você não controla. Até a Kat tem problemas para controlar os 13 pequenos monstros que ela criou, quem sou eu, pobre mortal e escritora para controlar aquelas pestes? Caso você tenha clicado no link aleatoriamente e não faça ideia do que eu estou falando: Olá! As Crônicas de Kat é uma história num formato que eu resolvi chamar de web novella, postada aqui no blog. A primeira fase da história já foi completa e totalmente publicada aqui e também está disponível para download em PDF na página As Crônicas de Kat (e eu estou planejando uma nova edição do PDF - mas sem mudanças na história, só na formatação e correções ortográficas, então vocês podem baixar agora se quiserem). Quando a primeira fase chegou ao fim (em agosto de 2014), a história entrou em hiatus enquanto eu escrevo a segunda fase. E é exatamente sobre escrever a segunda fase que eu vou falar aqui. Não acho que esse post contém spoilers, porque eu me esforçarei ao máximo para não usar termos que entreguem o que está acontecendo, mas eu vou falar bastante sobre a história aqui, então se preparem.
Se precisamos de um gif para definir a segunda fase de ACDK, deixemos Santa Katherine Pierce falar.
(Esse post só terá gifs de The Vampire Diaries. Porque why not?)
Não sei se vocês se lembram, mas no começo do ano (ou foi no fim de 2015?), eu disse que o objetivo para 2016 era me focar nos meus dois maiores projetos de escrita: meu livro, Mais Uma Vez, e ACDK. Em janeiro eu consegui trabalhar bastante nos dois, sem enlouquecer, já que ter colocado as duas histórias no mesmo universo finalmente fez sentido para mim. Em fevereiro, MUV foi deixado para trás, já que a única coisa que eu consegui pensar era ACDK. Na verdade, eu já estava um pouco assim desde a última semana de janeiro, graças à minha meta de terminar os dois primeiros capítulos de As Crônicas de Kat no primeiro mês do ano. Eu criei uma meta meio silenciosa e flexível de escrever dois capítulos da história por mês. Em fevereiro isso foi completamente impossível, principalmente por causa da faculdade, mas ainda assim, não vou tratar com desprezo as 10 mil palavras que eu consegui escrever para o capítulo 3 em fevereiro. A segunda fase da história vai ter 10 capítulos e pelos meus planos eu quero terminar de escrever tudo no meio do ano (possivelmente até o Mês Literário). Depois disso começa o processo de edição e eu planejo começar a postar a história no fim de 2016 ou no começo de 2017 (vocês saberão, porque eu farei o mesmo furdunço que fiz no começo da primeira fase). Além disso, como aconteceu na primeira fase, assim que todos os capítulos forem postados aqui no blog, uma versão em PDF será disponibilizada para download. E eu ainda tenho ideias de mais contos especiais e possíveis spin-offs, porque quando eu me apego a alguma coisa, largar é muito difícil.
O pessoal que estuda comigo disse uma vez que eu tenho uma das mentes mais desgraçadas do mundo porque eu tenho que lidar com diversos personagens falando comigo ao mesmo tempo - e as personagens de As Crônicas de Kat com certeza são algumas das mais agressivas. E ultimamente elas não sabem me deixar em paz! Sério, nas últimas semanas, no momento em que eu sento no banco do ônibus às 6h35 da manhã, meu cérebro liga um interruptor imaginário e todos os pensamentos que entram na minha cabeça são a respeito de ACDK. Não importa o que eu faça ou no que tente me concentrar (e especialmente se eu tentar me forçar a estudar), a única coisa que invade minha cabeça são pensamentos sobre os plots, diálogos gritados pelas personagens principais, ideias importantes sobre cliffhangers, TUDO! Eu já começo os dias assim! Claro que não adianta nada porque eu ando atolada de trabalhos da faculdade. Eu geralmente chego em casa cheia de vontade de escrever e mesmo negociando comigo mesma para fazer os trabalhos de uma vez e escrever depois, eu sempre me embolo com tudo e se escrevo é com todas as coisas que tenho para fazer sendo jogadas para o lado. Hoje, por exemplo, eu deixei o texto com entrega para amanhã para mais tarde, para poder terminar o capítulo 3 - e depois de 2 mil palavras eu ainda assim não consegui terminar ele.

Existe um universo paralelo onde Katherine Pierce e Sophie Hass são a mesma pessoa.
Para escrever a segunda fase eu tenho tido que lidar com um monte de drama. Essa é a última coisa que eu esperaria das minhas vampiras sem sentimentos, mas elas têm sido umas vacas ultimamente. Um monte de mudanças tem acontecido no Exército e absolutamente ninguém está feliz com isso - especialmente eu. Como a história se passa em um período de tempo bem próximo do nosso (o primeiro capítulo vai de novembro de 2014 a setembro de 2015, o segundo é em outubro de 2015, o terceiro vai de dezembro de 2015 até janeiro de 2016 e o quarto é em fevereiro de 2016), eu abandonei os diários e substitui por povs, mantendo apenas o estilo rápido de contar a história através de cenas em flash (o capítulo um já te enche de novas histórias e personagens novas). Cada uma das 13 tem espaço para contar partes da história, o que é caótico porque todo mundo quer falar ao mesmo tempo. E ainda tem personagem nova, que não faz parte do Exército e não vai narrar nada, querendo falar. Acho isso muita falta de respeito. Por isso, os capítulos tem saído com em média 10,7 mil palavras (O primeiro teve 11 mil, o segundo 7 mil e o terceiro está estimado para 13 ou 14 mil) (Caso vocês estejam se perguntando, o maior capítulo da primeira fase é Bem-vindas ao Século XX, com 17 mil palavras. E o menor é Ellie, com 3 mil.).
Deixa eu ambientar vocês no momento da história em que chegamos: Assim que o "número maldito" foi alcançado, com a entrada de Olívia no Exército, Kat baixou a general interior. Ela estabeleceu regras para manter todo mundo seguro até a hora certa. Funcionou por um tempo, mas logo em seguida a pior parte da imortalidade - o tédio - atingiu as vampiras com toda força. E a única forma que elas encontram para acabar com o mesmo é criando caos. Mas como coincidências não existem em um mundo onde bruxas são reais, cada erro ou acerto cometido pelas treze enrola ou desenrola uma trama já complicada o suficiente por si só. Elas passaram quase um século se acreditando prontas para a grande missão que lhes fora designada, mas é claro, a decida até o Inferno não é tão fácil quanto o orgulho delas acreditava ser. Não vai ser bonito, vai ser bastante perigoso e citando uma frase da própria história "Eu quero dizer que assim como pessoas terão que morrer, vampiros, possivelmente animais e até plantas também terão. Acontece. E não tente fingir que não sabe que é isso que acontece em guerras". O que mais eu posso adiantar é que tem personagem conhecida ressurgindo dos mortos (literalmente), personagem nova sendo tão badass que eu me apaixonei, ligações familiares esquisitas aparecendo e um desses:

Porque toda história de vampiros precisa de um big bad vampire.
Adoro o fato de que eu realmente estou conseguindo escrever a história e realmente sei o que eu quero dela. Acho que o NaNoWriMo 2015 fez por mim algo que outros 6 anos escrevendo não tinham feito: eu finalmente entendi como funciono e o que eu preciso fazer para conseguir escrever e descobrir do que a história precisa. Claro que isso me deixa meio frustrada porque eu não posso simplesmente sentar e escrever algumas horas por dia, como eu queria. Eu ainda tenho pelo menos 3 anos e meio até que eu possa viver apenas escrevendo e isso é mais tempo do que eu consigo aceitar. Faculdade é o maior atraso de vida.
É claro que o NaNoWriMo não me transformou em uma máquina de escrever (ou eu teria que mudar o nome do blog), mas graças às meninas do SA, eu descobri outras técnicas de escrita para me tirarem de qualquer tipo de bloqueio criativo. As aesthetics e as playlists tem sido a salvação para os meus momentos de procrastinação. Transformar minhas personagens em imagens e playlists, me faz entender melhor quem elas são e o que elas querem. Eu ainda estou trabalhando nas playlists das minhas vampirinhas e até agora apenas a da Kat e a da Ellie estão fechadas (e completamente maravilhosas). As outras 11 tem as playlists mudadas o tempo inteiro, porque dá muito trabalho definir personagens assim - e porque é só eu precisar montar uma playlist que eu esqueço o nome de todas as músicas que eu já ouvi na vida. Assim que eu terminar as 13 playlists com 7 músicas cada, eu divulgarei elas aqui.
É isso, espero que o post tenha animado algumas pessoas a começar ACDK,
Não sei quando eu volto, mas espero que não fique louca com os trabalhos da faculdade outra vez e que seja logo.
G.