O que eu aprendi perdendo o NaNoWriMo

Não existem tantas coisas assim nas quais eu sou boa, mas dar às postagens do blog títulos encorajadores, mesmo que o texto não tenha nada a ver com isso é a minha especialidade. Quando você aprende SEO, meu anjo, o conteúdo pouco importa desde que a chamada te coloque na frente (não, isso não é informação oficial sobre SEO, é só como eu conduzo minha vida.).

Oi, gente. Aqui estamos de novo. Eu não sei em qual fase do luto eu estou; talvez seja a aceitação já. Eu só não quero ficar me prolongando muito nessa situação de "derrota" de ter perdido o NaNoWriMo. Eu não me sinto derrotada. Na verdade, quando o dia 30 de novembro chegou eu simplesmente estava feliz por estar viva. Talvez feliz não seja exatamente a palavra, mas eu estava disposta a estar viva. Este texto, inclusive, tem alerta de gatilho para menções a pensamentos suicidas. Então se cuida, pensa um pouquinho e avalia se é o momento certo para ler ele.

Umas duas semanas atrás eu tive um grande momento de clareza pessoal e cheguei à conclusão de que toda a minha crença pessoal de que eu não sou boa o suficiente para ser bem sucedida está incorreta. Na verdade, eu sou boa demais para não dar o melhor de mim até que eu seja bem sucedida. Mas esse momento não aconteceu depois dos pensamentos suicidas, aconteceu vários dias antes. Ainda assim, foi um momento decisivo na trajetória do NaNoWriMo 2020 porque eu pude observar a situação de forma mais flexível (minha psicóloga chora com um negócio desses) e me permitir não desistir da história e ainda amar a história por mais que o NaNoWriMo em si não estivesse saindo como o esperado. Por isso, eu ainda quero dar uma chance a essa história pelas próximas semanas, mesmo fora do NaNoWriMo.


Eu comecei bem. No primeiro dia eu consegui escrever 4,683 palavras e apesar de não ter batido minha meta de 5 mil, eu também escrevi um artigo inteiro, respondi e-mails e organizei dois sorteios na fanpage da Kira, então eu fiquei bem satisfeita. No segundo dia eu estava cansada, então ao invés de escrever mais coisas, eu só traduzi o que já tinha escrito. Mas eu tinha trabalhado tanto que eu pensei que tudo bem se eu não escrevesse tanto assim porque eu ainda conseguiria me recuperar e no dia seguinte eu escreveria mais.

HA. HAHAHA. Ledo engano. Em 3 de novembro de 2020 os Estados Unidos da América sediaram as eleições presidenciais. A data marcava o final de um processo eleitoral lento e doloroso que começou no dia seguinte da eleição do Trump em 2016 e passou pelas longas campanhas primárias em 2019 e as eleições primárias no começo de 2020 (que foi 20 anos atrás). Só que não. 3/11/2020 passou longe de ser o final dessa história toda. Se um dia a presidência do Trump for ensinada aos meus filhos e netos na escola, eu vou ser questionada sobre o que eu estava fazendo na semana em que ele foi tirado da presidência e minha resposta será: enlouquecendo.

Meu pai passou os dias entre o dia 3 e 6 na minha casa por causa de um evento de trabalho que ele ia e como eu era a única pessoa da casa que não precisava acordar cedo de manhã, eu abri mão da minha cama para dormir na sala. E foi assim que eu passei 4 dias seguidos na frente da TV vendo o mapa de estados norte-americanos piscar em azul e vermelho. Eu comecei a semana zoando o Guga Chacra e terminei a semana querendo comprar uma bebida pra ele. No dia 3, eu não dormi. Peguei no sono 4 da manhã, acordei de 20 em 20 minutos pra ver o mapa e acordei por definitivo 3 horas depois com o barulho da casa indo para o trabalho e me perguntando do resultado da eleição, que estava longe de sair.

Eu passei o dia 4 como um espírito perdido subindo e descendo pela casa e os dias 5 e 6 não foram diferentes. Ainda assim eu me pressionei a escrever todos os dias naquela semana, mesmo que fossem 3 palavras em um dia, só para que eu não me perdesse do objetivo final. Mas minha ansiedade e obsessão pelo resultado da eleição chegou ao ponto de que, quando meu pai foi embora e eu voltei para o meu quarto, eu coloquei a Globo News no computador para continuar assistindo o resultado. Quase sem dormir, sem o mínimo foco em qualquer coisa que não fosse aquele resultado. Brigando com todo mundo que tinha aceitado a declaração do fucking Pop Crave de que a eleição tinha acabado no dia 6 quando a Pensilvânia virou. Explicando o sistema eleitoral para 15 pessoas diferentes que não acompanharam a eleição de 2016. Perdendo a sanidade cada dia mais.

Na manhã do dia 7, eu acordei com minha irmã falando algo. Virei na cama e peguei o celular, vendo uma gritaria na timeline. Quase imediatamente depois, eu vi um plantão ser chamado na Globo News: Os resultados da Pensilvânia tinham sido declarados pela Associated Press. Joe Biden foi eleito presidente dos Estados Unidos. Grande parte de mim ainda não acredita que aquela semana infernal terminou da melhor forma possível. Existe uma série de motivos pelos quais os resultados desmotivadores das eleições municipais no Brasil me deixaram mais pensativa e estratégica do que decepcionada e o principal deles é que minhas expectativas estavam tão baixas depois dos últimos 4 anos e depois de 2020 que o fato do Biden ter vencido me deu serotonina o bastante para acreditar que as coisas podem ficar bem.

Não é sobre o Biden ser perfeito, ele era minha 15ª opção entre os pré-candidatos Democratas. Se você procurar o nome dele no Twitter com o meu user, vai me ver implorando para que os Democratas não fizessem com que a eleição fosse Biden x Trump. Mas eles fizeram isso e o fato de que isso não resultou em um segundo mandado presidencial do Trump é um milagre. Vocês sabem quantos momentos históricos eu vivenciei nos últimos 4 anos e criei expectativas para tomar no cu? A votação do Impeachment em 2016 foi a primeira coisa que eu não acreditei que poderia dar tão errado e deu. Depois disso teve Brexit, as eleições municipais de 2016, a eleição do Trump em 2016, os midterms em 2018 (apesar do congresso ter virado Democrata, o que foi legal, mas o senado Republicano foi o que fodeu o cu), as eleições brasileiras em 2018, as eleições gerais da Grã-Bretanha em 2019, as primárias norte-americanas com a Elizabeth Warren e o Bernie perdendo rápido demais para eu conseguir acompanhar. Minha alma? Morreu.

Boulos não foi eleito? Vocês sabem o quanto eu tô feliz pelo fato de que um candidato do PSOL chegou ao segundo turno na maior cidade da América Latina? O [censurado porque eu não quero ser processada] do prefeito da minha cidade foi reeleito? A gente achava que ele seria reeleito no primeiro turno no começo do ano, o fato de que a prefeitura dele foi ameaçada da forma como foi, é um milagre. Eu perdi a esperança várias vezes, mas a eleição do Biden fez ela renascer. Não porque um candidato incrível foi eleito e nem pelo momento histórico da Kamala, mas porque a insatisfação se mostrou poderosa o suficiente para que houvessem votos contrários. Antifascismo parece radical, mas ele possibilita radicalizar as pessoas mais improváveis. Ir de completamente sem esperanças e expectativas para a crença de que é possível sim que se ultrapasse discussões sobre o formato da Terra e a necessidade de vacinas e se chegue a coisas como acesso a moradia e educação de qualidade foi um grande avanço este ano. É possível. Só não vai ser fácil. E a gente não vai chegar a lugar nenhum sem esperança de que vai dar certo.

"Vamos lá, abraço grupal! Você também, Raiva!"
"Não me toca"

Mas esse post perdeu completamente o rumo. Depois de ter passado o dia 7 comemorando e tentando me concentrar, o dia 8 era dia de escrever e escrever e escrever. E eu consegui chegar a 5,092 palavras, minha maior contagem de palavras do mês. Além de ter escrito um dos meus capítulos preferidos da história desde então e entendido muito melhor como a motivação das personagens funcionava. Mas aquele foi meu último bom dia de verdade. Eu cheguei a escrever mais de mil palavras nos dias 9, 12, 13, 14, 19, 20 e 21, mas eu não consegui chegar à meta de palavras por dia em nenhum outro dia do mês. 

Se você já viajou da Bahia para Minas Gerais passando pelo sudoeste do estado (onde eu moro), você conhece bem as subidas e descidas das serras e planaltos. Elas não são interessantes nem altas, são só subidas e descidas. Foi assim que meu gráfico do NaNoWriMo ficou no final do mês.

Olha que negócio feio, Jesus.

Aquela quedinha definitiva no final do gráfico, é onde o episódio depressivo aconteceu. O último dia que eu tentei escrever foi 27 de novembro. Mas nós ainda não chegamos lá. Antes disso, nós precisamos falar sobre o dia 22 de novembro e o 3º Write-In Conquista.

Eu queria ter postado aqui antes do evento acontecer, mas a verdade é que por incrível que pareça, o evento correu exatamente como eu esperava que ele corresse. Eu diminui a divulgação, porque mais de 20 inscritos era exatamente o que eu esperava e nunca que eu queria que todo mundo que se inscreveu fosse. Eu consigo dominar eventos com 30 pessoas com certa tranquilidade, mas mais que isso é uma experiência que eu ainda não tive e não consigo lidar. Eu também enrolei bastante para fazer o Write-In virtual porque parte de mim estava em negação sobre ele precisar ser virtual e outra parte de mim estava se sentindo sufocada pelo número de eventos virtuais e sem a mínima vontade de assistir ou participar de nenhum, quanto mais organizar.

Eu escolhi o dia 22 de novembro porque dois anos atrás foi essa a data da festa de lançamento de A Linha de Rumo e um ano atrás, foi o lançamento da edição corrigida de A Linha de Rumo. Anunciei o evento um mês antes e lancei também o canal do Encontro de Escritores no Telegram, cuja ideia é ter a mesma função que o grupo do Facebook do Encontro de Escritores, apesar de que não consegui produzir muito conteúdo para lá ainda, porque estou tentando organizar todos os outros lugares para os quais eu preciso produzir conteúdo (incluindo aqui no blog).

Quase imediatamente as inscrições no formulário do Google alcançaram o número que eu esperava que alcançava. E como era só eu organizando tudo, eu quase não divulguei o evento direito depois disso. Isso me causou certo arrependimento quando a semana do evento chegou porque eu percebi que tinha bastante coisa para organizar em pouco tempo, ainda mais no meio do NaNoWriMo. Ainda assim, e apesar de tudo, o evento foi como eu pensei que seria. A única coisa que eu mudaria foi o fato de eu ter planejado um evento de 3 horas, o que acabou sendo tempo demais e o evento durou só 2. Se quiser assistir, a live ainda está disponível no YouTube. É longo, mas a gente teve muitas discussões legais e compartilhou muita coisa incrível.




E logo depois foi que aconteceu. No momento em que eu encerrei a chamada e a live do evento, minha irmã me disse que o teste de COVID que ela tinha feito de manhã voltou positivo. Ela teve contato com uma pessoa com sintomas sérios no trabalho e como estava se sentindo um pouco cansada e com dificuldade para respirar, ela resolveu fazer o teste para garantir antes de voltar ao trabalho na segunda. Quando o teste voltou positivo, nós passamos alguns minutos tentando entender o que significava e o que estava acontecendo, antes que uma ligação para o DISK COVID da cidade informasse que isso transformava minha irmã em caso ativo da doença e que por isso ela precisava se isolar por 10 dias e eu ficava isolada junto.

Desde o começo da pandemia, a gente já tinha decidido que se uma de nós pegasse a doença, a outra também pegaria. Sempre foi assim. Crescendo juntas, até salmonela a gente teve junta porque as duas sempre comiam a mesma coisa. Não era concebível que uma pegasse e a outra não tivesse. Minha ansiedade disparou depois daquele resultado. Não só porque eu sabia da realidade de pegar, mas porque eu tinha medo por ela. Aquele começo da nova quarentena (dessa vez quarentena de verdade, não distanciamento social) era cheio de dúvidas e com muito poucas explicações sobre o que ia acontecer. Mas ela estava doente, não eu, então eu aguentei a vontade de chorar para não assustar ela mais do que qualquer coisa.

O problema é que no fim daquela noite eu comecei a tossir. Quem me conhece sabe que qualquer coisa que eu tenho acaba comigo tossindo que nem doida (inclusive tossindo agora por causa de alergia), mas essa tosse era diferente. Tosse seca, que cada vez que eu tossia acabava com meu pulmão em chamas. Não chegou a ficar muito forte, mas resultava em episódios de falta de ar intensa. Na segunda de manhã, dia 23, eu acordei um pouco melhor, mas conforme o dia passava a tosse voltou e foi piorando, então eu resolvi ir no hospital pegar o pedido para o teste PCR. No hospital, minha tosse assustou algumas pessoas, incluindo o médico, mas meus sinais vitais estavam normais. O médico passou o coquetel de remédios do Ministério da Saúde (menos a ivermectina porque choca com um dos meus antidepressivos) e me disse para fazer o teste na quarta, quando meus sintomas deveriam estar no pico.

Eu comecei a tomar os remédios e continuei tendo os sintomas, mas não piorei. Eu só conseguia dormir de lado na cama, com a cabeça apoiada. De bruços, como eu normalmente durmo, minha respiração ia embora na hora e o coração disparava. Ainda tinha crises respiratórias de dia, mas nada que inspirasse correr para o hospital. Na quarta, fiz o teste com o laboratório vindo em casa no fim da tarde e passei 4 horas seguintes atualizando o site até o resultado sair. Agora, eu estou levemente acostumada a resultados negativos. Meu corpo é o maior traíra de todos e sempre que eu acho que tem algo errado, os resultados voltam normal, o que já fez médicos rirem da minha cara. Então, quando o resultado voltou negativo eu só fiquei ainda mais confusa e suspirei de frustração, atualizando todo mundo.

Mas no fim, isso acabou me afetando. [Daqui pra baixo os pensamentos suicidas vêm, então cuidado] Os sintomas continuaram até sexta e eu continuava só conseguindo dormir de lado. Tomei a azitromicina até sexta como o médico recomendou e no fim de semana eu me sentia melhor fisicamente, mas emocionalmente? Eu estava um lixo. A ansiedade e o cansaço mental da semana me levaram ao pico com a depressão do fim de semana. E eu me senti incrivelmente sozinha. Eu tinha prometido que conversaria com alguns amigos e se precisasse eu falava, mas depois de ter assustado todo mundo só para ter um teste negativo, eu sentia que era um incomodo para todo mundo e que eu deveria morrer mesmo para não deixar mais ninguém preocupado comigo.

Eu tive alguns episódios de impulsos suicidas algumas vezes, o primeiro quando eu tinha 15 anos e outros conforme eu fui crescendo. A maioria foi causada por pensamentos intrusivos que saíram de controle e uma vez foi porque eu passei três dias sem tomar os remédios porque esqueci em casa quando viajei. Mas dessa vez? Dessa vez a porra ficou séria, galera. Eu nunca pensei que fosse ficar pior do que aos 15 anos, mas DING DING DING TEMOS UM NOVO VENCEDOR. O único motivo pelo qual eu não me matei dessa vez foi o fato de que eu sabia que minha irmã teria que ser a pessoa que encontraria meu corpo e esse tipo de trauma era o contrário do que eu queria ao morrer. Então de certa forma, estar em quarentena salvou minha vida? Porque se eu tivesse a opção de sair de casa com a identidade no bolso e me jogar de uma ponte, eu faria isso.

Eu simplesmente não conseguia sentir qualquer tipo de conexão com o mundo ou vontade de continuar mais. E eu sentia que eu estava na Terra para incomodar todo mundo. E que eu nunca ia experimentar coisas que fazem de humanos humanos como amor, conexão, um trabalho normal, coisas do tipo. Eu sentia como se eu fosse um erro e que mesmo que eu tivesse feito coisas incríveis durante os últimos 22 anos, não foram o suficiente para corrigir o desvio da linha do tempo que a minha existência causou. Eu também, muitas vezes, sinto que eu estraguei a vida da minha mãe e eventualmente levei à morte ela porque se eu não tivesse nascido, a vida dela teria sido bem diferente. Todos esses são pensamentos pesados e complicados demais para serem solucionados só me abrindo, mas eu escrevo porque eu sei que alguém pode precisar ouvir para saber que não está sozinho.

Eu não sei dizer o que me fez sair daquele estado, mas eu sei que às vezes você só precisa de âncoras para te sustentarem ou te impedirem de fazer besteira até que seu cérebro organize as substâncias químicas por si mesmo. No meu caso, eu não queria traumatizar minha irmã, então eu não fiz nada. E a âncora, a coisa que eu preciso fazer todo dia para me sentir normal, era mandar mensagem de boa noite pra Kira. Eu sempre faço isso, toda noite. Começou no meio da quarentena e hoje em dia é só uma checagem diária de que tá tudo bem. Eu não quero deixar ela preocupada, então independente de como as coisas estavam, eu continuei fazendo. Até ficar melhor.



Eu quero deixar claro que eu estou melhor agora e eu nunca conseguiria escrever isso se não estivesse. Responder com pena ou oferecer ajuda não vai ajudar muita coisa. Eu me sinto um peso e afetar mais pessoas só vai fazer com que eu me sinta ainda mais pesada. Eu tenho dificuldade em pedir ajuda e falar com alguém quando eu não estou bem, mas isso está sendo trabalhado na terapia, só deve levar mais um tempinho. Além disso, eu sou privilegiada. Eu tenho acesso a terapia, eu faço uso de remédios, eu tenho uma psicóloga e uma psiquiatra incríveis. Nem todo mundo tem esse acesso e o governo federal está trabalhando para diminuir os cuidados públicos com a saúde mental. Então muito mais do que deixar um comentário aqui falando sobre como eu sou importante, assine essa petição e se informe sobre como impedir o Ministério da Saúde de lançar medidas que podem matar pessoas.

No mais, eu tenho feito o máximo para ficar bem e criar as conexões cuja inexistência fazem com que eu me sinta tão suspensa no mundo. E estou tentando não me culpar por coisas não feitas enquanto isso, como o NaNoWriMo. Pra falar a verdade, eu mal vejo a hora de fazer uns 30 anos e sentir que tudo que eu sinto agora é besteira. A vida dá medo, gente. Mas eu vou ficar bem.

Já que essa crise me fez abandonar o NaNoWriMo e o livro incompleto com 26 mil palavras, você pode estar se perguntando: Será que vai dar para lançar a história em 18 de fevereiro? E a resposta é sim. Mas não vou passar muita informação para vocês antes da hora certa. Fiquem de olho e aguardem. Vou tentar atualizar o blog com mais frequência nas próximas semanas, mas nada é garantido, então fiquem de olho.

Até breve,
G.

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