Diário de Bordo 2 - Você pode fazer qualquer coisa - Parte 14: Meriti Rocks

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Hiiii guys :)
Como vocês sabem, nas ultimas semanas não tem acontecido nada de realmente emocionante nas minhas férias então eu tenho enchido vocês de baboseiras com as minhas comemorações de Natal e Ano Novo e vários posts do Movies & Staff pra não dizer que eu não tenho feito nada. Além disso, as únicas coisas emocionantes foram sobre a minha festa que eu já contei detalhadamente pra vocês. Mas nesse fim de semana finalmente aconteceu alguma coisa além do normal das minhas férias, comigo indo passar um tempo na cidade em que a única irmã da minha mãe mora, São João de Meriti.
Meu dia começou às 7h59 da manhã com o despertador adiantado da minha mãe tocando loucamente. Eu fiquei enrolando na cama até meu celular despertar porque eu queria ouvir meu despertador (Glee - Gimme More) mas o meu celular fez o favor de despertar sem som. Então eu entrei no twitter e depois levantei. Me arrumei e arrumei a mochila com o notebook, livro e outras coisinhas de necessidade básica para uma viagem longa. (Tipo assim de um dia. Não vivo sem notebook e livros).
Então quando arrumamos tudo nós fomos pra um sebo vender alguns livros pra conseguir dinheiro pra viagem. E lá fomos nós. O sebo era incrível e imenso. Eu nunca tinha entrado lá, mas lá tem vários livros que eu quero e assim que eu tiver dinheiro de novo, eu vou comprar lá. Mas o vendedor passou a perna na gente e levou 7 livros bons e em qualidade por 20 reais e a gente só vendeu porque precisava muito de dinheiro. E aí, depois de uma passada no banco pra ver se o salário da minha mãe tinha entrado (e não entrou) e então fomos pegar o ônibus. Minha mãe ligou pra minha tia (acabando assim com os meus créditos) e combinamos de descer na passarela 28 da Avenida Brasil pra que a minha tia fosse buscar a gente lá, então lá fomos nós.
Acontece que essa passarela é bem complicada de encontrar e claro, como a gente é sortuda, acabamos nos perdendo na cidade. E pra piorar tudo (porque como diz o ditado "nada é tão ruim que não possa piorar") eu meio que tive uma crise de pânico no meio da ponte e passei muito mal a ponto de sentir a comida que eu não comi (porque eu só tinha tomado café) começar a voltar. Eu nunca tinha me sentido assim com altura (mesmo quando fui no Cristo Redentor) mas dessa vez eu fiquei muito mal e muito tonta. E foi nessas condições que a gente fez um passeio por uma favela totalmente desconhecida (até pela minha tia). A única coisa que eu conseguia pensar era no meu celular que estava no bolso e o quanto era perigoso estar ali. Qualquer pensamento além disso era inexistente graças ao peso na cabeça e a fome que eu estava sentindo, além daquela tontura e sensação esquisita de enjoo que a altura que eu estava em casa. Tudo que eu queria era que a minha tia chegasse logo e levasse a gente pra casa dela, o que levou mais de uma hora pra acontecer. Mas finalmente aconteceu.
A gente fez uma parada num mercado pra comprar as coisas pro almoço o que rendeu algumas fotos legais da família que eu postei no Instagram:




Então depois fomos pra casa. Uma das primeiras coisas que eu fiz foi ligar o computador e conectar o wifi. Então eu fiquei no twitter curtindo a vida adoidada e tirando mais fotos com o povo.




Meus primos não são a coisa mais fofinha do mundo? Eu sei, eu sei.

Então, depois de uma pausa pra almoçar, eu voltei ao computador e fiquei lá praticamente o tempo todo, parando só pra jogar XBox um pouquinho. O problema era que eu tava indo no banheiro o tempo todo e de repente comecei a sentir muita dor no estômago. Eu deduzi que podia ser intoxicação alimentar porque eu vivo comendo porcaria o tempo todo e eu não dou a mínima pra se a comida está estragada ou não. Com o tempo foi piorando e de manhã estava horrível.
Mas ainda assim eu continuei com essa dor o dia inteiro, inclusive quando a gente foi na igreja e depois pro shopping. No shopping a gente não comprou nada mas passeamos bastante. A gente só saiu de lá as 19h30, e aí fomos pro ponto de ônibus, ficar mais 1h no ponto de ônibus esperando ele passar. Os ônibus passaram direto e o único que parou estava muito cheio. Eu fiquei ouvindo música e fazendo um tipo de showzinho na chuva, ignorando a minha dor. Mas eu estava com a mochila nas costas e isso me deixou bem cansada depois de um tempo. Tudo que eu queria era ir pra casa. De novo.
Quando o ônibus chegou e chegamos até o ponto, eu mostrei pra minha mãe onde tava a dor. Então ela disse que acha que eu tô com um começo de úlcera. Não sei até aonde isso vai dar, e eu vou no médico logo. Mas não posso dizer que eu não tô com medo. Eu preciso me cuidar anyway.
E é isso.. Esse foi meu fim de semana emocionante. Isso é o máximo de emoção que eu tenho agora.
Amo vocês.
G.

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