Retrospectiva 2016

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Literalmente qualquer retrospectiva que você ler este ano terá em seu conteúdo o mesmo conceito sobre o ano que se finda hoje: 2016 foi um lixo. Uma lixeira pegando fogo. Eu não estou imune a esse fato e falei sobre 2016 ser um lixo na maior parte das retrospectivas que escrevi esta semana, e foram quatro (e sim, isso é uma reclamação. Escrever quatro vezes sobre 2016, gente!), mas a questão é que vocês já sabem disso. A menos que você seja como algumas pessoas que eu conheço, que não lembram de metade das coisas que aconteceram no mundo, mas estão felizes por terem pego muita gente em 2016 e não querem que o ano acabe, o ano foi um lixo para você também. Então, eu não preciso dizer isso ou mostrar isso. Este post é mais do que para falar sobre coisas ruins é para lembrar que NÓS SOBREVIVEMOS! NÓS CONSEGUIMOS! NÓS CHEGAMOS DO OUTRO LADO!! E independente do que aconteça no ano que vem ou nos próximos nós estaremos mais fortes e prontos para fazer coisas incríveis. Isso ou tinha álcool no suposto suco de uva que eu tomei enquanto escrevia isso.
Eu comecei a escrever a retrospectiva do ano passado em março, porque as coisas estavam acontecendo tão rápido que eu queria me lembrar de tudo que estava mudando. Eu comecei a escrever a retrospectiva deste ano na madrugada de 9 de novembro de 2016 (Diário Artístico: A semana do fim do mundo e da autodepreciação) quando todas as coisas malucas e assustadoras que aconteceram durante o ano tomavam conta da minha mente. Em algum momento do ano eu disse que 2016 teria sido o melhor ano dessa década, se minha saúde mental não estivesse completamente abalada. Depois daquela noite eu me dei conta de que é completamente impossível não ter a saúde mental abalada depois de 2016. Este ano foi o ano em que eu me tornei legalmente adulta e que eu tive vários momentos em que eu acreditei que não conseguiria. Foi o ano em que eu decidi que teria coragem. E foi o ano em que minha coragem foi testada ao máximo.
2016 foi o ano em que as coisas começaram a dar certo e que eu comecei a acreditar que eu posso ser alguém de verdade e fazer uma diferença no mundo, mas ao mesmo tempo foi o ano em que eu comecei a me perguntar se muito em breve haveria um mundo em que fazer algo. Foi o ano em que eu perdi completamente a inocência sobre a bondade no coração das pessoas. Foi o ano em que minha fé foi minando muito rápido e justamente o ano em que eu tive mais certeza do que eu sou e do que eu quero. Foi o ano em que sonhos como viajar pelo mundo e me deixar ser construída pelas pessoas que eu conhecia pareceram mais reais e possíveis, mas também foi o ano em que eu perdi toda a vontade de sair de casa e tive medo de todo desconhecido que encontrava. Foi o ano em que eu aprendi a amar as pessoas violentamente e também ter medo de todo o ódio com o que elas apresentam o que amam. A Quinta Brunson disse em um tweet que muito deste ano foi saber como ficar feliz e triste ao mesmo tempo. Não vi nenhuma descrição melhor depois disso.
Mas as coisas consideradas impossíveis e que eu nunca achei que fossem acontecer, também vieram para o bem. Eu nunca pensei que fosse conseguir sobreviver a outro semestre da faculdade e dois semestres depois, eu estou aqui. Foi o ano dos plot twists, o ano em que sua vida hoje não era a mesma de amanhã, o ano em que a frase "Isso nunca vai acontecer" se tornou quase uma maldição e uma previsão. O ano em que eu anunciei uma ruptura no Inferno, mas também foi o ano em que.... espera, isso é um spoiler - eu preciso deixar vocês esperando por algo em 2017. A questão é que foi o ano das coisas impossíveis e é por isso que a primeira lista da retrospectiva é a lista de:

Coisas que eu não achava que fossem acontecer em 2016 e aconteceram




1. Eu sobrevivi
Foi um ano bem obscuro. Eu tinha certeza que algo sério aconteceria durante as Olimpíadas, que por algum motivo eu entraria nas estatísticas crescentes de violência contra a mulher em Conquista e seria sequestrada e morta (ter sido assaltada em abril não ajudou com essa paranoia), que eu teria um derrame e morreria antes do Natal. Eu tive uma reação adversa ao antidepressivo no meio do ano e de repente eu tinha certeza de que morreria repentinamente a qualquer momento. Pode parecer bem dramático, mas eram medos reais na minha cabeça. Ter sobrevivido a 2016 é mais do que uma piadinha.

2. Eu terminei de editar Mais Uma Vez e deixei que pessoas lessem ele
Eu prometi escrever sobre isso, então vamos lá: no dia 30 de outubro deste ano eu finalmente terminei a edição - que já durava três anos e meio - de Mais Uma Vez. Eu entrei numa maratona de reescrita assim que voltei da Bienal no primeiro fim de semana de setembro para poder terminar antes do Halloween e ao contrário das muitas deadlines anteriores, essa deu certo! O recesso da faculdade - do fim de setembro para o começo de outubro - no meio do caminho ajudou muito porque eu cheguei a passar 13 horas trabalhando no livro direto e alcançando o sentimento de cansaço bom que eu falei na parte 1 do Diário de Bordo 6. A edição do livro foi mais uma gigantesca reescrita que uma edição em si, já que a cada capítulo eu queria ou precisava fazer diversas mudanças. (Isso é uma pequena explicação de porque levou tanto tempo para que eu completasse o livro). Quando eu peguei aqueles últimos capítulos em setembro foi justamente para escrever dezenas de milhares de palavras em poucas semanas. Mas isso fez bem, uma maratona já com um objetivo em vista foi meio como o NaNoWriMo e me ajudou a terminar a edição em um pouco mais de um mês.
Era certo há algum tempo que eu deixaria algumas amigas lerem o livro para servirem de leitoras críticas quando eu terminasse essa edição. O que eu não contava era que eu fosse ficar tão paranoica!! No momento em que eu apertei o botão de enviar o e-mail com a versão beta do livro para todo mundo que pediu para participar, eu comecei a pensar em todos os defeitos que o livro poderia ter, todas as falhas na trama e tudo que eu poderia receber como feedback. A maioria das coisas que vieram na minha cabeça, eram apenas parte da minha imaginação obscura e foi pensar isso (+ um conselho da Bárbara Morais. Na lista das coisas loucas de 2016: eu agora recebo conselhos de escritoras maravilhosas) que me deixou menos paranoica: Ninguém nunca será tão crítico comigo quando eu sou comigo mesma. E pra falar a verdade, eu realmente poderia receber um monte de palavrão e um pedido desesperado para que eu colocasse fogo no livro como feedback e eu ainda pensaria: "Hm, foi melhor do que eu pensava.".
Eu sei, eu sei, eu soo como a última pessoa pronta a deixar que o mundo leia meus livros, mas isso não é exatamente verdade. Eu não tenho medo de que as pessoas leiam o que eu escrevi - eu tenho publicado meus pensamentos mais obscuros em um blog na internet há quase 6 anos -, o que me deixa ansiosa é a ideia de que eles vão me dizer exatamente o que eu tenho medo que digam. Mas é cientificamente impossível que digam exatamente o que eu tenho medo porque eu sou exagerada pra caramba e muito paranoica. As coisas que eu temo nessa minha cabeça nem afetam o resto do mundo. Então, dois meses depois de ter enviado esse livro às pessoas e de algumas já terem lido, o único sentimento que fica é o de que eu quero março logo para eu poder receber os feedbacks e terminar o manuscrito por definitivo. Aí vêm outras paranoicas, outros feedbacks e outros detalhes da vida de escritor. Talvez eu esteja com um pouco de medo.

3. Eu me mudei para um apartamento apenas meu (e da minha irmã, mas vocês entenderam)
Isso ainda soa levemente surreal, mas pelo menos deu certo. E eu tinha quase certeza de que em algum momento não daria. A sensação ainda é a de que algum problema vai surgir e a minha assinatura naquele contrato vai causar alguma treta jurídica gigantesca. Eu vinha planejando morar sozinha praticamente desde que eu me mudei para cá em 2014, mas é uma coisa fazer os planos, outra coisa é quando eles começam a se realizar. Morar sozinha ainda é a melhor decisão que eu tomei este ano e eu definitivamente não mudaria nada sobre isso, mas pensar em retrospectiva ainda é muito doido. Eu sinto como se nunca tivesse morado em outro lugar e como se fosse completamente absurdo mudar sozinha ao mesmo tempo. Pensar em tudo que mudou depois que eu me mudei e como eu me sentia morando na casa anterior. Parece outra vida. Coisas do ano das coisas impossíveis, internet. Coisas de 2016.

4. A faculdade começou a fazer sentido
O que, na verdade, é algo estranho de escrever e algo que meu eu de março queria muito saber se isso ia acontecer. No começo do ano, quando eu ainda estava no segundo semestre, eu estive bem perto de abandonar a faculdade. É tão horrível quando tudo na sua vida começa a fazer sentido, mas aquela que toma a maior parte dos seus dia não. A sensação era de que eu não era feita para fazer faculdade e o único motivo pelo qual eu continuei na faculdade porque meu medo era sair e descobrir que eu não era feita para mais nada. Quando eu saísse da faculdade, ao menos eu teria um diploma e se desse sorte (eu normalmente dou) eu entraria em um trabalho automático e ao menos teria dinheiro para comer. Então eu continuei na faculdade, esperando que todos os outros semestres fossem ficando cada vez mais complicados e cansativos. Mas aí o terceiro semestre veio e foi lindo e me fez lembrar porque eu quis cursar jornalismo em primeiro lugar. E mesmo que o quarto semestre pareça ser bem mais infernal que o segundo, o que eu já vi dele mostra que será satisfatório, então eu sobrevivo. Sim, sobrevivo sim.

5. As Crônicas de Kat voltou!
Não interessa que eu diga que os planos eram exatamente esses: Eu não acredito que eu finalmente consegui deslanchar essa segunda fase. Foram dois anos de hiatus, gente! Essa história é o quê? Sherlock? Além de ter lançado a segunda edição mais fofa do mundo para o e-book da primeira fase, ter conseguido trazer ACDK de volta no aniversário de 3 anos da história foi uma pequena vitória que eu não subestimo. Até porque eu escrevi 58 mil palavras para a história em 2016. Considerando que eu terminei de editar MUV e escrevi outro livro no NaNoWriMo, eu simplesmente não acredito que todas essas palavras saíram de mim. Como eu disse anteriormente: 2016 foi o ano em que eu mais escrevi desde 2013 e em 2013 eu mantinha quatro fanfics no Nyah!, As Crônicas de Kat aqui, terminei de escrever e comecei a rescrita de Mais Uma Vez, venci um NaNoWriMo com o segundo livro de Sociedade Inglesa de Oposição e escrevi seis contos e 110 posts. E em 2013 isso me fez ir parar em seis recuperações na escola, mas minha vida acadêmica está muito bem, obrigada. Profissionalmente falando, foi um bom ano.

6. Eu finalmente fui a São Paulo
Por menos de 72 horas e passei mal no dia mais importante, mas ainda assim eu fui, voltei, andei de metrô sozinha, conheci a Bienal de São Paulo, comprei sete livros, descobri que quatro amigas virtuais são pessoas de verdade, conheci e revi várias autoras que eu amo e sobrevivi!! Isso é definitivamente muito doido e algo que eu nunca pensei que fosse dar certo quando o ano começou e a gente começou a planejar as coisas. Na verdade, eu ainda não acredito que deu certo. A ficha ainda não caiu completamente.

Coisas que fizeram do apocalipse algo um pouco mais suportável

1. Bahari
Eu percebi que não tinha escrito direito sobre Bahari durante o ano então prometi que faria isso em todos os lugares possíveis. Eu esbarrei com Bahari na Descobertas da Semana no Spotify em setembro de 2015. Como várias outras músicas da minha playlist preferida do Spotify, eu fiquei completamente viciada em Wild Ones pelos meses seguintes. A música era sombria e calma ao mesmo tempo, possuindo algumas das minhas características preferidas para músicas em geral: Vocais femininos e violão. Eu pesquisei um pouco sobre a banda na época, porque eu sabia que já tinha ouvido o nome em algum lugar, mas não fazia a mínima ideia de onde. Eu só vim descobrir vários meses depois que tinha sido no perfil da Selena, porque naquele momento o único resultado das minhas pesquisas foi ficar pensando: Essas meninas são tão lindas. Credo.
Em novembro, eu comecei a escrever A Linha de Rumo e no meio do mês precisava de playlists bem distintas para escrever sobre cada personagem. Na playlist da Leigh, levemente mais sombria, Wild Ones precisou entrar e meu vício na música foi intensificado com vontade. Eu ouvi Wild Ones a ponto de enjoar em novembro e quando novembro chegou, já tinha outros vícios. Aí a segunda temporada de The Royals colocou Wild Ones como a trilha sonora do primeiro beijo gay da série. ADVINHA QUAL VÍCIO VOLTOU COM TUDO? Eu ouvi a música obsessivamente e agora cheia de feels por mais de um mês, antes de enjoar outra vez e dessa vez finalmente ir atrás de outras músicas da banda porque eu precisava de mais!! Pequeno acidente de percurso: Elas não tinham outra música. Tecnicamente, elas tinham Addicted to a Memory, uma participação especial no último álbum do Zedd, mas as músicas paravam por aí. Por outro lado, quando eu entrei na página do Facebook da banda, o primeiro vídeo disponível na época era esse pequeno cover de See You Again. Quando uma banda formada por três meninas faz um cover de old school Miley Cyrus, mesmo que seja um cover de 10 segundos, você fica obcecada pela banda. Tá na Bíblia.

Olha só para esses bebês quando elas ainda eram mais sombrias do que as rainhas do deboísmo. Nessa direção (>): Ruby, Sidney e Natalia.
Nos meses seguintes a obsessão continuou comigo considerando elas a minha banda crush, mas estava tudo calmo e tranquilo até abril, quando elas anunciaram o novo single: Dancing On The Sun, completamente diferente do single de estreia (mas não se enganem, a Sidney disse que esta música é literalmente sobre morte). DOTS seria seguido de um EP no verão americano e eu comecei a tentar obrigar todo mundo a ouvir a banda enquanto elas só tinham uma música. Não funcionou, mas assim que o EP, também chamado Dancing On The Sun, saiu eu fiquei tão louca com a banda que todo mundo eventualmente começou a ouvir. Meses depois, aqui estamos, e eu fiquei tão apaixonada pelo som dessas três que ele definitivamente foi uma das coisas que salvaram meu ano e fizeram com que o apocalipse não fosse tão assustador. No ano que vem, elas planejam soltar um álbum com dois lados um "dia" e um "noite", que é uma das coisas que eu mais espero de 2017.

2. As pequenas coisas que MisterWives colocou no mundo
Enquanto eu passei o ano inteiro reclamando porque minha bandinha não lançou música nova ou esteve em uma turnê de verdade este ano, eu preciso ser justa e considerar todo conteúdo novo e interessante que eles jogaram para o mundo este ano. O principal deles é decididamente o cover de Same Drugs do Chance The Rapper, que entrou até mesmo em uma playlist do artista, e recebeu todo tipo de reconhecimento dos fãs a grandes portais de música e que é muito muito bom. Em seguida vem o clipe MARAVILHOSO de Not Your Way (lá embaixo) que contou com a participação dos fãs e que foi dirigido pela irmã da Mandy e minha ídola alternativa Marlena Pavich-Bellande. Em seguida nós temos o vídeo de Oceans acústico e o lyric video e a performance de Hurricane no Seth Meyers que foram os pontos altos de fevereiro (e estamos falando do mês do meu aniversário). No meio do ano também o Jam In The Van criou uma conta no Spotify e a sessão deles, que inclui minha performance preferida de Vagabond, foi disponibilizada lá o que me deixou muito feliz.
E é claro, tem as pequenas coisas sobre o segundo álbum. MisterWives tinha uma turnê marcada com Walk The Moon no meio do ano, mas ela foi cancelada por problemas familiares, o que significa que a banda passou o ano inteiro fazendo apenas shows esporádicos e podendo dedicar grandes períodos de tempo ao segundo álbum deles que foi basicamente escrito de uma vez só depois da última turnê principal deles, a Scrapbook Tour. O álbum foi completado há duas semanas e agora vem a espera pela data de lançamento (apesar de eu já ter dito mil vezes qual a melhor data), mas durante o ano inteiro eles postaram teasers e performaram algumas músicas em festivais. As músicas das quais a gente já teve um gostinho são: Chasing This, Machine, Drummer Boy, Let The Light In e Coloring Outside The Lines (o título da última não é oficial, mas é assim que eu a chamo há meses e se esse não for o título de verdade, eu vou gritar com alguém). Não foi exatamente o ano mais movimentado e eu senti muita falta de músicas novas, mas eu também não fui deixada orfã pela banda. Além disso, se 2016 tivesse sido tão cheia para MW quanto 2015 foi eu provavelmente me odiaria por perder alguma coisa no meio do ano. Mas agora eu tive um ano para me preparar e todo mundo já sabe que quando o segundo álbum sair eu sou completamente da minha bandinha e todo mundo que quiser manter contato comigo é obrigado a ouvir ele. Assim como eu fiz com o clipe abaixo:




3. As pessoas incríveis e absolutamente talentosas que eu tenho na vida
A gente pode falar sobre as participações especiais no Mês Literário que foram uma das coisas mais maravilhosas no blog este ano? Em 2016 eu descobri que tudo que eu mais quero na vida é estar cercada de pessoas talentosas e inspiradoras e que amam o que fazem - pessoas que respiram arte e que falam sobre ela com brilho no olhar e muita esperança. E chame isso de sorte ou de destino, mas eu já tenho muitas pessoas assim na minha vida. E com seis delas eu criei a Tertúlia, outra coisa que salvou minha vida durante o apocalipse.

2016 em números
Livros completos nas respectivas fases em que eles estavam: 2
Número de vezes em que precisei levar o notebook no conserto: 6
Número de semestres completos: 2
Notas nove: 2
Contos escritos: 2 e 3/4
Momentos constrangedores que eu consigo me lembrar sem precisar pensar muito: 12

2016 em um gif




Listas de tops 5

Livros:
Melhor livro lido no ano: Além-mundos por Scott Westerfeld
Pior ressaca literária do ano: A Sangue Frio por Truman Capote
Livro mais perturbadoramente bom do ano: A menina que não sabia ler por John Harding
Livro mais fangirlável do ano: Scrappy Little Nobody por Anna Kendrick
Livro mais EU NÃO ACREDITO QUE ESSA AUTORA TA FAZENDO ISSO COMIGO MEUS SENTIMENTOS: Carry On por Rainbow Rowell

Música:

Melhor música do ano: Gravel to Tempo - Hayley Kiyoko
Música que resumiu o ano: Absolutely - Ra Ra Riot
Música que resumiu meu ano: Hey Child - Korbee
Música que resumiu como eu me senti este ano: Seventeen - Alessia Cara

Música mais gritada em 2016: Running With The Wild Things - Against The Current
Música mais dançada em 2016: Altar of the Sun - Bahari
Música mais ouvida chorando em 2016: Seventeen - Alessia Cara
Música mais ouvida apaixonada em 2016: Trouble - Halsey
Música mais ouvida escrevendo em 2016: Crystals - Of Monsters and Men

Álbum do ano: In Our Bones - Against The Current
EP do ano: Citrine - Hayley Kiyoko
Cover do ano: Same Drugs - MisterWives (Chance The Rapper cover)
Clipe do ano: Not Your Way - MisterWives & Gravel to Tempo - Hayley Kiyoko (NÃO DÁ PRA SER UM SÓ OK?)
Single do ano: Reasons - Bahari

Menções honrosas
Álbums: Need Your Light (Ra Ra Riot), Parsley (Julia Pietrucha)
EPs: Dancing on the Sun (Bahari), On the Run (Corey Harper)
Singles: Isn't That Life e My Little Town - Bell the Band
            No Wrong Way - Dyllan Murray feat. Kira Kosarin
            Back to Me - Marian Hill feat. Lauren Jauregui
            Scars to Your Beautiful - Alessia Cara
Clipes: Dancing on the Sun (Bahari)

Playlist de throwback com as músicas que resumiram meus meses:




Melhores séries vistas:
1. Last Life
2. Her Story
3. Carmilla
4. Unfortunatly Ashly
5. The Thundermans

Melhores filmes vistos:
1. Inside Out (Divertida Mente)
2. Carol
3. Up In The Air (Amor Sem Escalas)
4. The Fundamentals of Caring
5. Authors Anonymous (Autores Anônimos)

Blog:

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Postagem mais popular do ano: 853km (por Helena Guimarães)
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Melhores Palavras da Semana
(sem ordem particular)

Vergangenheitsbewältigung
alemão
O processo de lidar ou fazer as pazes com o próprio passado.

Torschlusspanik
alemão
Pânico do portão fechando; medo de estar deixando o tempo escapar entre seus dedos.

Diletante
português
1. Que ou quem é grande aficionado por música.
2. Amante das artes e da literatura.

Gigil
filipino
A necessidade ou impulso de abraçar, beliscar ou apertar algo ou alguém, por amor ou admiração profunda.

Bibliosmia
O prazer que se sente ao cheirar um livro.

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3. Como realmente é trabalhar no mesmo livro por 6 anos
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E assim terminamos o ano mais louco de 2016. A promessa que fica para 2017 é justamente a de ser menos covarde porque tem tanta coisa mais que aconteceu que eu queria contar aqui e ainda não consigo. Quem sabe ano que vem? Nos vemos do outro lado <3
G.

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